ࡱ> QSPq`SbjbjqPqP.^::KHHHHHHH\ \F       $h90H0HHE^HH  HH ›uu [0"H(L$6Z,00 \\\D  \\\ \\\HHHHHH Conselho a um Povo Chamado Metodista John Wesley Por Metodistas, eu quero dizer as pessoas que professam exercer (em qualquer medida que elas tenham alcanado) santidade de corao e vida; conformidade, interior e exterior, em todas as coisas, para a vontade revelada de Deus; os que colocam a religio, na semelhana uniforme, do grande propsito dela. Na imitao permanente Dele, eles adoram a Deus, em todas as suas perfeies imitveis; mais, particularmente, na justia, misericrdia, e verdade, ou amor universal, preenchendo o corao e governando a vida. Voc, para quem eu agora falo, acredita que esse amor da espcie humana no pode brotar, a no ser do amor de Deus. Voc pensa que no pode haver exemplo de algum, cuja afeio terna abrace cada criana do homem, (ainda que no valorizado para ele, tanto por laos de sangue, como por alguma relao natural ou civil), a menos que essa afeio flua do amor agradvel e filial, para o Pai comum de Todos; para Deus, considerado, no apenas, como seu Pai, mas como o Pai dos espritos de toda carne, sim, como os Pais e o Amigo comum de todas as famlias, tanto no cu, como na terra. Esse amor de filho, voc supe que flua apenas da f, a qual voc descreve como uma evidncia supernatural (ou convico) das coisas que no so vistas, de modo que ele que tem esse princpio, As coisas desconhecidas para o senso frgil, Invisveis pela fasca dbil da razo, Com evidncia grandiosa e forte Sua origem divina exibe. A f fornece sua luz realizadora, As nuvens se dispersam, as sombras voam; O invisvel aparece na luz, E Deus visto pelo olho mortal. Voc supe que essa f implica a evidncia de que Deus misericordioso com o pecador; que ele est reconciliado comigo, pela morte de seu Filho, e agora me aceita por causa Dele. Voc, concordantemente, descreve a f de um cristo real como a confiana e confidncia verdadeira (sobre, e acima de seu assento, para os escritos sagrados) o que ele tem em Deus, j que seus pecados so perdoados; e j que ele est, atravs dos mritos de Cristo, reconciliado com o favor de Deus. Voc acredita, alm disso, que essa f e amor so forjados, em ns, pelo Esprito de Deus; mais ainda, que no pode existir, em algum homem, algum temperamento ou desejo bom, ou um pensamento bom, a menos que ele seja produzido pelo poder extremo de Deus, pela inspirao ou influncia do Esprito Santo. Se voc caminha por essa regra, continuamente, esforando-se para conhecer, e amar, e assemelhar-se, e obedecer ao grande Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, como o Deus do amor, da misericordiosa clemente; se desse princpio de amor, f obediente, voc, cuidadosamente, abstm-se de todo o mal, e trabalha, quando voc tem oportunidade, para fazer o bem a todo homem, amigos ou inimigos; se, por fim, voc se une, para encorajar e ajudar o outro, a assim, executar sua salvao, e para esse fim olhar um ao outro, no amor, voc aquele a que eu chamo por Metodistas. O Primeiro Conselho Geral, o qual aqueles que amam suas almas podem, honestamente, recomendar para cada um de vocs : Considere, com ateno profunda e freqente, as circunstncias peculiares, dentro das quais voc est. Uma delas a de que voc uma nova pessoa: Seu nome novo (pelo menos, quando usado num sentido religioso); no ouvido, at poucos anos atrs, tanto na sua, como em qualquer outra nao. Seus princpios so novos, nesse respeito, que no h outro grupo de pessoas entre ns (e, possivelmente, no, no mundo cristo) que o detenha todo, no mesmo grau e conexo; que, to ativa e continuamente, insista na absoluta necessidade da santidade universal do corao e da vida; do amor de Deus, sereno e jubiloso; da evidncia sobrenatural das coisas no vistas; do testemunho interior de que ns somos as crianas de Deus; e da inspirao do Esprito Santo, a fim de algum pensamento bom, ou palavra, ou trabalho. E, talvez, no exista outro grupo de pessoas (pelo menos, no visivelmente unido) que imponha tanto, e ainda sem mais estresse do que voc tem na retido de opinies; nos modelos exteriores de adorao; e no uso dessas ordenanas as quais voc reconhece serem de Deus.Tanto tenso voc impe sempre nas opinies corretas, como para professar que voc, sinceramente, deseja ter um julgamento reto em todas as coisas, e voc est feliz de usar todos os significados os quais voc sabe ou acredita possam ser conducentes para isso; e, no entanto, no muito, como para condenar algum homem sobre a terra, meramente por pensar diferente do que voc; muito menos, para imaginar que Deus o condena por isso, se ele justo e sincero de corao. Naqueles modelos exteriores de adorao, nos quais voc tem sido criado, voc coloca tanta tenso, para aprov-los, grandemente; mas no tanta, para diminuir seu amor por aqueles que, conscientemente, divergem de voc, nisso. Voc, igualmente, impe tanto estresse, no uso dessas ordenanas, as quais voc acredita serem de Deus, como para confessar que no h salvao para voc, se voc, obstinadamente, negligenci-las: No entanto, voc no julga aquelas que esto, de outro modo, propensas; voc determina nada, concernente queles que, no acreditando que essas ordenanas sejam de Deus, fora do princpio, abstm-se delas. Seu cuidado com a vida, levando a totalidade disso, junto, pode ser, igualmente, considerado novo. Eu quero dizer, fazendo disso uma regra, abster-se das diverses da moda; de ler peas, romances ou livros de humor; de cantar canes inocentes; ou falar de uma maneira leviana, espetaculosa, folgaz; sua simplicidade no vestir-se; sua maneira de procedimento no comrcio; sua exatido na observncia do dia do Senhor; seu escrpulo para as coisas que no tm sido costumeira; sua total abstinncia das bebidas alcolicas espirituosas (a menos em casos de necessidade); sua regra: no mencionar o defeito de uma pessoa ausente, em particular dos Ministros ou daqueles em autoridade, pode, justamente, ser denominado novo: Vendo, entretanto, alguns que so escrupulosos em algumas dessas coisas, e outros que so precisos com respeito s outras particularidades, ainda assim, no encontramos algum outro grupo de pessoas que insista em todas essas regras juntas. Com respeito, entretanto, ao seu nome, seus princpios, e sua prtica, voc pode ser considerado como uma nova pessoa. Uma outra circunstncia peculiar da sua situao presente a de que voc est novamente unido; a de que voc est, justamente, unido, ou (como parece) reunindo-se melhor, fora de todas as outras sociedades ou congregaes; mais do que isso, que voc tem sido, at agora, e ainda resiste, sem poder (j que voc uma pessoa pequena e insignificante); sem riqueza (porque voc pobre para um homem, tendo, no mais, do que as necessidades simples da vida); e sem tanto qualquer dom extraordinrio da natureza, como as vantagens da educao; a maioria, at mesmo de seus professores, sendo, completamente, incultos, e (em outras coisas) homens ignorantes. Existe ainda uma outra circunstncia, a qual , completamente, peculiar a vocs mesmos: Considerando que todos os outros grupos religiosos, to logo, eles esto unidos uns aos outros, separaram-se de suas antigas Sociedades ou congregaes; Voc, ao contrrio, no faz isso; alm do que, voc, absolutamente, desaprova todo o desejo de separar-se delas. Voc, aberta e continuamente, declara que no tem; nem, alguma vez, teve tal objetivo. E, visto que as congregaes a que aqueles separatistas pertenceram, no tm poupado esforos, geralmente, para prevenir tal separao; aquelas a que voc pertence no poupam esforos (no para impedirem, mas) para provocarem essa separao, e direcionarem voc fora delas, para forarem-no nessa diviso, para a qual voc declara ter a mais forte averso. Considerando essas circunstncias peculiares, aonde voc se encontra, voc ver a propriedade do Segundo Conselho que eu recomendaria a voc: "No imagine que voc pode evitar ofender": Seu prprio nome faz com que isso seja impossvel. Talvez, ningum, em centenas daqueles que usam o termo Metodista tenha alguma idia do que ele significa. Para noventa e nove deles, ele ainda grego pago. Eles pensam apenas que esse nome significa alguma coisa muito ruim mesmo um catlico, um hertico, um enfraquecido da igreja, ou alguns ilustres desconhecidos, e, com toda probabilidade, o mais longe que se chega, para dedues cada vez piores. Por esta razo, intil, para qualquer um que seja chamado de Metodista pensar que ele no ir ofender. E, quanto mais ofensa voc d, pelo seu nome, voc dar ainda mais, pelos seus princpios. Voc ofender os fanticos por opinies, modos de adorao e ordenanas, colocando no mais tenso sobre eles; aos fanticos contra elas, colocando muita; aos homens de formalidade, insistindo, to freqentemente e fortemente no poder interior da religio; aos homens moralistas (assim chamados), por declarar a absoluta necessidade da f, com o objetivo da aceitao com Deus. Os homens racionais voc ofender falando da inspirao e recebimento do Esprito Santos; aos bbados, os que no respeitam o Sabbah, aos praguejadores comuns, e aos pecadores declarados, por afastar-se da companhia deles, tanto quanto pela desaprovao do comportamento deles, o que voc, freqentemente, obrigado a expressar. E, mesmo sua vida devendo ser de uma ofensa contnua. Sua sobriedade gravemente ofensiva ao bbado; sua conversa sria igualmente intolervel ao prazenteiro insolente: e, no geral, j que "voc est crescendo, to preciso e singular, to monstruosamente rigoroso, alm de toda razo e sensibilidade; j que voc tem escrpulos para as coisas to inofensivas, e supe que voc seja obrigado a fazer tantas outras que voc no precisa", no deixa de ser uma ofensa para uma abundncia de pessoas, seus amigos e relaes em particular. Mesmo que, conseqentemente, voc deva consentir em desistir de seus princpios, ou da sua esperana afetuosa de agradar a homens. O que faz at mesmo seus princpios mais ofensivos essa unio entre vocs: porque essa unio torna voc mais evidente, colocando voc mais no olho dos homens; mais suspeito quero dizer, sujeito a ser suspeito de carregar algum objetivo sinistro (especialmente, por aqueles que no conhecem, ou no iro conhecer sua ligao inviolvel com Sua presente Majestade); mais terrvel para aqueles de temperamento temeroso, que imagina que voc tem algum desses tais objetivos; e mais odioso para os homens de zelo, se o zelo deles for qualquer outro do que o amor fervente a Deus e homem. Essa ofensa ir afundar no abismo, porque voc est unido fora de tantas outras congregaes: J que os homens entusiasmados, de cada uma, no iro, facilmente, ser convencidos de que voc no os desdenha ou a seus professores; alm do que, iro imaginar, provavelmente, que voc os condena, ao extremo, como se eles no pudessem ser salvos. E essa ocasio de ofensa est, agora, no auge, porque voc est justamente unido, ou unindo-se melhor, de modo que as congregaes no sabem aonde isso ir parar; mas o medo de perder (assim relatam elas) mais de seus membros coloca o zelo delas no limite, e mantm toda a fria e ressentimento em todo seu vigor. Acrescente a isso que voc no as deixar, completamente; voc ainda se coloca entre os membros delas; o que, para aqueles que no sabem que voc faz isso por causa da conscincia, tambm uma circunstncia provocante. "Se voc pudesse estar longe das vistas delas!" Mas voc um incmodo contnuo, ao lado delas; por quanto tempo voc permanecer com elas. E (o que no pode deixar de irrit-las mais) voc no tem poder, nem riqueza, nem letrado; ainda assim, com todo o poder delas, dinheiro e sabedoria, elas no podem fazer progressos contra voc. O que voc no pode deixar de esperar que a ofensa, continuamente, erguendo-se, de tal variedade de provocaes, ir, gradualmente, aprimorar-se em dio, malcia, e todos os outros temperamentos impiedosos. E como eles, que so assim afetados, no iro falhar em representar voc, para outros, da mesma maneira que voc aparece a eles , algumas vezes, como louco e tolo; algumas vezes, como homem fraco, camarada no adequado para viver na terra; a conseqncia, humanamente falando, deve ser que, junto com sua reputao, voc ir perder, primeiro, o amor de seus amigos, parentes, e conhecidos, mesmo daqueles que, alguma vez, o amaram da maneira mais terna; depois ento, seu trabalho, j que muitos no iro empregar voc, por muito tempo; nem "comprar de algum como voc", e, no devido tempo, (a menos que Ele que governa o mundo se interponha), sua sade, liberdade e vida. Que conselho pode ser dado, a mais, para pessoas em tal situao? Eu no posso deixar de aconselhar voc, Em Terceiro Lugar, "Considere, profundamente, em voc mesmo: o Deus a que eu sirvo, capaz de livrar-me? Eu no sou capaz de me livrar dessas dificuldades; muito menos eu sou capaz de suport-las. Eu no sei como desistir de minha reputao, meus amigos, minha essncia, minha liberdade, minha vida. Pode Deus fazer com que eu me regozije, em fazendo isso; e eu posso confiar que Ele ir? So os cabelos de minha cabea todos numerados; e Ele nunca falha com aqueles que confiram nele?". Pese isso completamente; e se voc pode confiar em Deus com tudo o que tem, ento, v em frente com o poder de sua fora. Indo, em frente, eu poderia, sinceramente, aconselhar voc, em Quarto Lugar: "Mantenha-se, no mesmo caminho, no qual voc agora traou. Seja verdadeiro para com seus princpios". Nunca descanse novamente, na formalidade morta, da religio. Persiga, com toda sua fora, santidade, interior e exterior; cultue a imitao constante Dele; uma semelhana crescente de Suas perfeies imitveis Sua justia, misericrdia e verdade. Permita que essa seja a sua religio principal, nobre e generosa; igualmente, distante da mesquinharia da superstio, que coloca a religio fazendo o que no tem agradado a Deus, ou abstendo-se daquilo que Ele no tem proibido; e das indelicadezas da idolatria, a qual confina nossa afeio, naquilo que nos diz respeito, seita ou opinio. Acima de tudo, levante-se, em f obediente; f no Deus da misericrdia clemente; no Deus e Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, que tem amado voc e dado a si mesmo por voc. Atribua a Ele tudo de bom que voc encontra em si mesmo; toda sua paz, alegria e amor; todo seu poder, para fazer, e sustentar a Sua vontade, atravs do Esprito do Deus vivo. Ainda que, nesse meio tempo, cuidadosamente, evite entusiasmo: no imponha os sonhos de homens ao Deus de sabedoria suprema; e espere nenhuma luz, nem poder dele, mas o uso srio de todos os propsitos que ele ordenou. Seja verdadeiro tambm a seus princpios, tocando opinies e as aparncias externas da religio. Use cada ordenao, a qual voc acredita seja de Deus; mas precavenha-se dos espritos estreitos, com respeito queles que no a usam. Conforme-se com aqueles modos de adorao, o qual voc aprova; contudo, ame, como irmos, aqueles que no podem se conformar. Coloque tanta tenso nas opinies, para que voc prprio, se for possvel, possa concordar com verdade e razo; mas tenha cuidado com a raiva, antipatia ou desprezo, no que se refere quelas opinies que diferem das suas. Voc acusado diariamente disso (e, de fato, do que que voc no acusado?); mas precavenha-se de despender qualquer esforo para tal acusao.No condene homem algum por no pensar como voc: Deixe todos se alegrarem, totalmente, e pensar livremente por eles mesmos: Deixe que cada homem use seu prprio julgamento, j que cada um dever dar um relato de si mesmo para Deus. Abomine toda aproximao, de qualquer espcie ou grau, do esprito de perseguio. Se voc no pode dissuadir ou persuadir um homem na verdade, nunca tente for-lo a ela. Se o amor no ir compeli-lo a entrar, deixe-o para Deus, o Juiz de todos. No espere que os outros iro se comportar assim com voc. No: Alguns iro se esforar para intimidar voc fora de seus princpios; alguns iro constrang-lo a uma religio mais popular, para zombarem e reagruparem voc fora de sua singularidade: Mas, com nenhum desses, voc ir estar em to grande perigo, como com aqueles que agridem voc com armas, completamente, diferentes; com delicadeza, benevolncia, e declaraes sinceras de (talvez, real) boa-vontade. Aqui, voc est, igualmente, preocupado em evitar a mesma aparncia de raiva, desprezo ou indelicadeza, e abraar rapidamente toda a verdade de Deus, tanto em princpio como em prtica. Isso, realmente, ser interpretado como indelicadeza. Seus antigos conhecidos vero que voc no ir pecar ou gastar seu tempo com eles , como uma prova simples de sua indiferena com respeito a eles; e esse peso voc deve estar contente por suportar. Mas trabalhe para evitar toda indelicadeza real, todas as palavras descorteses, ou aspereza de discurso, toda timidez ou comportamento estranho. Fale a eles com ternura e amor, e comporte-se com toda a suavidade e cortesia, que voc puder; tomando cuidado para no dar alguma ofensa desnecessria ao prximo ou estranho, amigo ou inimigo. Talvez, nesse mesmo relato, eu deveria aconselh-lo, Em Quinto Lugar, "no falar muito sobre o que voc sofre; ou da perseguio que voc suporta nesse tempo, e da maldade de seus perseguidores". Nada mais tende a exasper-los do que isso; e, e, por conseguinte, (embora haja um tempo em que essas coisas devam ser mencionadas, ainda assim) dever ser uma regra geral fazer isso, to freqentemente, quanto voc puder, com uma conscincia cautelosa. Porque, alm de essas tendncias inflam-los, ela tem a aparncia do mal, da ostentao, exaltando vocs mesmos. Isso tambm tende a inch-lo de orgulho, e faz-lo pensar em voc mesmo como algo grande, como, certamente, se faz para excitar ou aumentar em seu corao vontade prpria, raiva e todo temperamento indelicado. , melhor, perder o tempo; porque, ao invs da maldade do homem, voc poderia estar falando da bondade de Deus. Alm do que, isso , na verdade, um pecado aberto e teimoso: A tagarelice, calnia, conversa maldosa um pecado que voc pode nunca ser suficientemente, vigilante contra, vendo que ele rouba em voc, em milhares de formas. No ser ainda mais proveitoso para sua alma, ao invs de falar contra eles, orar por eles? Confirmar seu amor para com aqueles homens infelizes, quem, voc acredita, esto lutando contra Deus; clamando, poderosamente, por eles, quanto ao comportamento deles, para que Ele possa abrir seus olhos e mudar seus coraes? Eu tenho agora apenas que recomendar voc aos cuidados Dele que tem todo o poder nos cus e terra; implorando a Ele que, em todas as circunstncias da vida, voc possa ficar "firme como uma bigorna aoitada pelo golpe"; desejando nada na terra; com respeito a todas as coisas, a no ser adubo e refugo, para que voc possa ganhar Cristo; e sempre lembrando que, "Faz parte de um bom campeo, ser esfolado vivo, e vencer". 10 de Outubro de 1745 Traduo: Izilda Bella %&23g 7 8 : / M c5'-'J't'u'''_:r:H<<<==y=t>u>KKcLR SSʽʽʽʽʽʢʢʽʢʽʢʢʢʢʽʢʓhmhVhV>*OJQJ^JhV5OJQJ\^JhV6>*OJQJ]^JhV6OJQJ]^JhVOJQJ^Jh5OJQJ\^JhV5OJQJ\^J hhhVB*CJ$ph/%&234: ; L M z &BcdKL~`gdVgdV$a$gdVgd$a$gdVSghMN!!##&&))--i/j/11I4J455x6gdV`gdVx6y699<<v>w>BBFFKKOORRRRRSgdV`gdV,1h. 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Issoem Quarto LugarEm Quinto LugarEm Terceiro Lugar ProductID+1#$::<<KKK KKUW ot" 0(5(?*L*00: :8;<;>>EEK23J KKKo4/,mV@2222K0@UnknownGz Times New Roman5Symbol3& z ArialE& Century GothicI& ??Arial Unicode MS"q&& T?& T?&!24JJ2KX)?V2$Conselho a um Povo Chamado MetodistaTia DedeTia DedeOh+'0 $0 P \ ht|(Conselho a um Povo Chamado Metodista Tia DedeNormal Tia Dede2Microsoft Office Word@F#@?u@2]cu T?՜.+,0 hp  HOME&Ji %Conselho a um Povo Chamado Metodista Ttulo  !"#$%&'()*+,-./123456789:;<=>?ABCDEFGIJKLMNORRoot Entry FuuT1Table0WordDocument.^SummaryInformation(@DocumentSummaryInformation8HCompObju  F#Documento do Microsoft Office Word MSWordDocWord.Document.89q