ĐĎॹá>ţ˙ orţ˙˙˙p˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙ěĽÁIżLzbjbj˛ł˛ł.ŠĐŮĐŮLv˙˙˙˙˙˙]ZZZZZZZnnnnnŠnś˛˛˛˛˛˛˛˛ÜŢŢŢŢŢŢ$ÍôÁ8Z˛˛˛˛˛NZZ˛˛˛NNN˛BZ˛Z˛ÜnnZZZZ˛ÜNŽNÜZZÜ˛Ś ĺâĚJuÇnnôZÜ Divindade Prática – A Direçăo Doutrinária de John Wesley para o Metodismo. Frank Baker Em alguns círculos, até mesmo círculos teológicos, tem havido um longo ceticismo, quanto a se o nome de Wesley poderia ser incluído dentre os teólogos: um evangelista, sim; um fundador de igreja e líder, sim; mas certamente năo um pensador teológico! Mais de vinte anos atrás, Albert Outler teve de desenvolver sua eloqüęncia persuasiva até os limites, para convencer o Grupo Editorial da Biblioteca de Pensamentos Cristăos, de que Wesley merecia um volume devotado aos seus escritos teológicos – como conseqüęncia, John Wesley de Outler tornou-se o best-seller naquelas séries. Além disto, a descriçăo de Outler dos seus escritos como “teologia popular” tornou-se um lugar-comum na sabedoria Metodista, mais familiar, de fato, do que a própria definiçăo de Wesley de suas principais publicaçőes, que nós usamos em nosso título – divindade prática. A maior obra de John Wesley năo foi menos do que cinqüenta volumes, intitulada: Christian Library: consistindo de Extratos e Resumos das mais Selecionadas Peças da Divindade Prática (1749-55). Embora o termo escolhido fosse importante para Wesley, e escolhido muito deliberadamente, ele năo é mais usado amplamente, embora Tom Langford novamente o escolhesse – novamente deliberadamente – para sua própria antologia: Divindade Prática: A Teologia na Tradiçăo Wesleyana. Sim, “divindade” foi, de fato, um sinônimo válido para “teologia”, e o antigo uso inglęs de ambas as palavras, seiscentos anos atrás, implicou igualmente o estudo acadęmico da natureza e atributos de Deus, e de Suas relaçőes com o homem e o universo. O próprio Wesley năo parece ter usado o termo teologia, afinal, mas referiu-se, em vez disto, aos vários tipos de divindade, tal como “divindade positiva”, e “divindade comparativa”; um tanto mordazmente ŕ “divindade mística”, e expressivamente, ŕ “clara divindade bíblica”. Wesley também citaria um antigo Sacerdote desconhecido da Igreja. “Deus tornou a divindade prática necessária, o diabo, controversial”. A divindade controversial é auto-explicativa. Wesley acreditou ter sido levado por esta indecisăo pelo diabo. Mas qual exatamente foi sua divindade prática preferida? Ele havia se aproximado da meia-idade, e tornou-se o fundador de uma nova comunidade religiosa, antes que ele entendesse totalmente que este era o verdadeiro objetivo de seu pensamento criativo. Durante este processo, ele esteve envolvido, em diversos níveis, em outros tipos de teologia. Pais reitores transmitiram a ele a teologia dogmática, a formulaçăo autorizada pelos Sacerdotes religiosos do ensino tradicional, a respeito de Deus. Fortemente aliada a isto estava a teologia bíblica, e a Versăo Autorizada da Bíblia formou a cartilha através da qual ele aprendeu a ler e escrever nos joelhos de sua măe. Ela instilou nele uma forte ęnfase sobre sua autoridade, como contendo “todas as coisas necessárias para a salvaçăo”. Sua mais formal educaçăo fora de casa no Convento de Cartuxos em Londres e Universidade de Oxford, rapidamente fortaleceu isto com o critério da razăo, teologia dialética, a obra lógica sobre os argumentos de outros. Nisto ele deleitou-se e mostrou grande habilidade. No preparo para as Ordens Santas, primeiro, como um passo necessário em direçăo ŕ promoçăo acadęmica, mas depois, como uma vocaçăo religiosa genuína, John Wesley tornou-se muito mais devoto e espiritualmente consciente. Ele foi ordenado diácono em 19 de Setembro de 1725, foi eleito membro do Lincoln College, em Março seguinte, e em Fevereiro de 1727, tornou-se Mestrado em Humanidades. Ele serviu como professor de Grego e de Lógica, e a partir de 1730, como professor de Filosofia. Academicamente, ele havia certamente chegado. Tanto na teologia, quanto na experięncia cristă, no entanto, ele sabia que ainda estava em falta. Ele se tornou energicamente engajado na busca da santidade exterior, como uma ventura humana, especialmente depois de sua ordenaçăo como sacerdote em 1728, mas ainda conhecia pouco de seu poder interior. Em 12 de Março de 1726, seu novo compromisso espiritual o estimulou o experimentar o que se tornaria uma dedicaçăo para toda a vida, o levantar-se cedo. Sua correspondęncia com sua măe mostra que ele estava lendo muito extensamente, mas aparentemente ainda flertando com buscas puramente espirituais, incluindo teologia especulativa. Ela havia discutido predestinaçăo com ele, em 18 de Agosto de 1725, e em 10 de Novembro, “a natureza, propriedades e expressőes do zelo”; em 22 de Abril, de 1727, ela aplaudiu o seu redigir de um esquema de estudos, mas em 14 de Março daquele ano, ela considerou necessário preveni-lo contra usar de ensaios filosóficos no púlpito: “Năo obstante, vocę possa estar curioso de pesquisar nas naturezas ou distinguir as propriedades das paixőes ou virtudes, para sua própria satisfaçăo pessoal, seja muito cuidadoso em dar definiçőes em reuniőes públicas, se isto năo responde ŕ verdadeira finalidade da pregaçăo, que é emendar as vidas dos homens, e năo preencher suas cabeças com especulaçőes sem proveito”. Talvez, ela estivesse, parcialmente, julgando-o injustamente aqui, embora o próprio conselho fosse eminentemente saudável. Existem facetas várias para seu compromisso pastoral, uma das quais foi sua preocupaçăo, mesmo paixăo por entender e servir a completa personalidade, corpo, mente, e alma, daqueles que estavam sob seus cuidados. Isto formou um elemento importante no desenvolvimento de sua teologia. O estudo da anatomia e medicina foi um hobby durante seus anos de Oxford, e, quando ele se preparou para seguir como um missionário na Geórgia, ele as estudou seriamente, acreditando que ele “seria de algum serviço para aqueles que năo tinham médico regular dentre eles”. Durante aquele mesmo período de Oxford, ele se interessou também pelo que chamamos de psicologia – embora este termo năo viesse a ser de uso geral até bem depois de sua morte. Desde a sua ordenaçăo, isto se transformou de um estudo puramente intelectual para um estudo pastoral, e ele considerou muito seriamente “a cura das almas”. Em toda experięncia pessoal, em toda entrevista pastoral, ele buscou aprender alguma coisa mais a respeito da natureza humana e as maneiras de Deus com o homem. Embora Wesley nunca desenvolvesse um manual de primeiros-socorros espirituais para complementar sua Medicina Primitiva, suas percepçőes religiosas estăo espalhadas profusamente, através de suas centenas de publicaçőes e milhares de cartas pessoais. Ele nunca se tornou um teólogo sistemático no sentido mais amplo deste termo, mas tornou-se um especialista nas doutrinas do pecado e salvaçăo, e esses foram certamente elementos importantes aos quais ele chamou de divindade prática. A teologia é sempre realçada pela experięncia humana, e usualmente derivada da meditaçăo e pensamento restrito sobre ela. A marca pessoal de teologia de Wesley foi declarada e indissoluvelmente entremeada com a experięncia humana. A divindade prática foi aquele ramo da teologia que lidava especialmente com as interaçőes do Criador com as criaturas feitas ŕ Sua imagem. As atividades pastorais de Wesley em Epworth e Wroot (1727-29), Oxford (1729-35), e Geórgia (1735-37) trouxe poucas idéias novas, tais como da graça preveniente, mas muitas novas experięncias das quais a mais influente foi sua introduçăo aos Morávios. O testemunho espiritual foi muito mais crucial para sua teologia, assim como para sua experięncia religiosa, do que foi sua história eclesiástica. Finalmente, ele começou a se perguntar, se a crença ortodoxa, e uma série de práticas primitivas estavam realmente conduzindo-o a Deus – a experięncia real demonstrou que os Morávios tinham alguma coisa que faltava nele, alguma coisa que ele há muito esperava. Claramente, o segredo do verdadeiro Cristianismo năo foi a fé nos estatutos do credo, nem nos árduos exercícios religiosos, mas a fé no Cristo salvador. Alguns poucos meses mais tarde, suas atrapalhaçőes espirituais na Geórgia culminariam em uma experięncia pessoal com um Salvador vivo, quando, em toda a humildade, ele confessou que por mais de dez anos, ele esteve engajado em uma “luta entre a natureza e a graça”, e que estava “ainda ‘sob a lei’, năo ‘sob a graça’”. Finalmente, em 24 de Março de 1738, ele se regozijou: “Eu senti que eu confiei em Cristo, e Cristo somente para a salvaçăo; e uma garantia me foi dada de que ele havia tirado meus pecados, mesmo os meus, e me salvo da lei do pecado e morte”. Da infância até a meia-idade, ministro Anglicano, ele havia fielmente trilhado o caminho da santidade, definido como obedięncia ŕ vontade de Deus em um contexto de crença ortodoxa e devoçăo convencional. Agora o fardo de seus pensamentos e pregaçăo transformou-se em fé. Houve poucas mudanças em suas práticas devocionais, mas uma notável mudança nas ęnfases teológicas. A tentativa de entender os riscos e as estaçőes intermediárias atravessadas por um peregrino ao longo do caminho da salvaçăo, desde sua obedięncia leal ŕs leis de Deus, até sua humilde aceitaçăo da graça de Deus, no dom de Seu Filho como Salvador – isto, nós poderíamos denominar teologia pastoral ou soteriologia; isto foi, de fato, a essęncia do que Wesley chamou de divindade prática. De 1738 adiante, Wesley constantemente expôs os diferentes aspectos da vida de fé. Seu primeiro Sermăo universitário, depois de seu retorno da Geórgia, foi pregado em 11 de Junho de 1738, menos de tręs semanas após sua experięncia notável na Rua Aldersgate. Ele usou a oportunidade para um manifesto controversial de sua nova pregaçăo evangélica. No sermăo Salvaçăo pela Fé – que foi rapidamente publicado, e atravessou, pelo menos, trinta e cinco ediçőes ao longo de sua vida – ele explicou que a fé “năo era meramente uma coisa especulativa, racional; uma concordância fria, sem vida, uma série de idéias; mas também uma disposiçăo de coraçăo, ... uma inclinaçăo a [Cristo] como nossa expiaçăo e nossa vida; como se dando por nós, e vivendo em nós; ... como nossa ‘sabedoria, retidăo, santificaçăo, e redençăo’, ou, em uma palavra, nossa salvaçăo”. Ele, até mesmo declarou que através desta fé, eles poderiam ser salvos “do poder do pecado, assim como da culpa dele”. E acrescentou que a salvaçăo era “necessariamente produtiva de todas as boas obras e toda santidade”. Em seu Diário e em outros lugares, ele constantemente tentou antecipar-se ŕs críticas: “Vocę prega a fé, sem as boas obras”, declarando que as duas eram inseparáveis, “fé, santidade, e boas obras [sendo] a raiz, a árvore, e o fruto, que Deus teria reunido, e o homem năo deveria separar”. Ele ainda continuou membro e ministro leal da Igreja da Inglaterra. Sua lealdade foi grandemente reforçada, quando ele começou a inquirir cuidadosamente “que doutrina da Igreja da Inglaterra se refere ao ponto mais controverso da justificaçăo pela fé”. Ele rapidamente a descobriu, publicada nas Homilias Eduardianas de 1547; especialmente as primeiras cinco, quase certamente escritas por Cranmer. Essas, Wesley editou para publicaçăo, apenas algumas semanas depois de seu sermăo sobre a salvaçăo, como A Doutrina da Salvaçăo, Fé e Boas Obras, extraídas das Homilias da Igreja da Inglaterra. O mais cuidadoso estudo dos formulários doutrinários da Igreja da Inglaterra, traçados dos antigos Credos e guardados como relíquias nas Homilias, o Livro de Oraçăo Comum, e os Trinta e Nove Artigos da Religiăo, contribuíram muito para sua nova orientaçăo teológica, incluindo sua definiçăo favorita da fé: “A correta e verdadeira fé Cristă năo é apenas crer que as Santas Escrituras e os artigos de nossa fé săo verdadeiros, mas também ter... uma confiança certa, e segurança em Deus, de que, pelos méritos de Cristo, seus pecados foram perdoados, e ele está reconciliado para o favor de Deus”. “Uma confiança certa e segurança”. Isto é o que ele durante anos havia buscado. E que foi provavelmente o maior elemento de sua experięncia em 24 de Maio de 1738: “Uma segurança me foi dada...”. Os Morávios na Geórgia o haviam ensinado a esperar por isto. Peter Bohler o convenceu de que esta certeza interior era, de fato, bíblica, que ela era ainda possível, e que ela ocorreria em qualquer momento. Ele poderia apenas orar: “Senhor, me ajuda em minha descrença!”. Quando aquela oraçăo foi respondida, ele soube que enfrentaria muitas críticas. Essas incluíram o Arcebispo de York e o Bispo de Londres, que sustentaram que alguém reivindicar que ele sabia que estava salvo era orgulho espiritual e fanatismo grosseiro. Wesley defendeu-se nas várias obras, e examinou “O Testemunho do Espírito” – seu outro título principal para a Segurança Crist㠖 em dois discursos sobre Romanos 8:16 “O próprio Espírito testemunha com nosso espírito que somos filhos de Deus”. Aqui havia um novo marco ao longo do caminho da salvaçăo. E provavelmente, foi a infusăo da nova segurança em sua proclamaçăo “desta nova doutrina, ‘Salvaçăo pela F钔, que trouxe novos sucessos ao ministério de Wesley. Na Explicaçăo Adicional dos Princípios de um Metodista (1746), ele analisou a resposta de sua pregaçăo durante períodos diferentes: 1725-29, “nenhum fruto”; 1729-34, “colocando um profundo alicerce de arrependimento, eu vejo um pequeno fruto”; 1734-38, “mais fruto”. Ele continuou: “De 1738, até hoje, falando continuamente de Jesus Cristo, colocando apenas ele como alicerce de toda a construçăo, tornando-o tudo em tudo, o primeiro e o último; pregando totalmente sobre este plano: ‘O reino de Deus está ŕ măo; arrependam-se e creiam no evangelho’, a ‘Palavra de Deus corre’, como o fogo, em meio ao restolho; ele ‘foi glorificado’, mais e mais; multidőes clamavam: ‘O que devemos fazer para sermos salvos?’, e, mais tarde, testemunhavam: ‘Pela graça, somos salvos, através da f钔. Essas multidőes, de fato, necessitavam de um cuidado pastoral mais investigativo e disciplinado do que a maioria do clero paroquial estava preparada para oferecer. Assim nasceram as sociedades Metodistas, já que Wesley nunca se contentou em reunir convertidos, sem treiná-los. E, entăo, na inobservância de clero compreensivo o suficiente, ele se sentiu compelido por Deus, a treinar também leigos, para o ajudarem em suas árduas responsabilidades pastorais. A organizaçăo Metodista rapidamente tornou-se nacional, e em 1744, Wesley convidou seus principais ajudadores, clero e laicado, para se juntarem a ele na conferęncia que discutiria e concordaria com um plano de operaçăo – o que eles deveriam ensinar, e como eles deveriam organizar suas sociedades. Ele se preparou para esta reuniăo muito cuidadosamente, enviando convites, e esboçando uma agenda para o Metodismo.            A agenda doutrinária é breve, mas esclarece e desafia: 1. “Vocę está justificado pela fé somente? A única condiçăo?”. 2. “O que implica em estar justificado?”. 3. “O que é fé justificadora? Segurança? Ou --?”. 4. “O que deve vir antes? Arrependimento? As obras encontradas para o arrependimento?”. 5. “O que deve se seguir? Paz, alegria, amor, poder? Em que grau?”. 6. “A fé vę a Deus? Uma elenchus divina [prova, convicçăo?]?”. 7. “Quem quer que năo tenha o testemunho em si mesmo pode crer? Ou năo mais além do que ele vę, ama e obedece a Deus?”. “Um homem deve vir para a escuridăo ou deserto, depois que ele é justificado”. “Ele vencerá, exceto se for infiel?”. “Um crente pode alguma vez duvidar ou temer?”. “Como a fé se torna perfeita, através das obras?”. “Nós podemos pensar ou falar enfaticamente o suficiente a respeito da justificaçăo?”. “O ‘primeiro amor’ é o mais perfeito?”. “Todo crente é uma ‘nova criatura’ bíblica?”. “O que é a santificaçăo?”. “Todo crente năo é ‘nascido de Deus?”. “Pode um crente cair totalmente e definitivamente? Como?”. “O pecado inato é eliminado nesta vida?”. “Como podemos saber de alguém que esteja assim salvo?”. “O Segundo Prefácio é verdadeiro?” [A respeito do qual falaremos mais depois]. Esta, entăo, foi a agenda doutrinária do Metodismo, o estudo do pecado, arrependimento, fé, obras, segurança, santificaçăo, e suas relaçőes com a vida cristă. Esta foi a divindade prática. Em 1746, John Wesley começou um esforço declarado para publicar uma série de discursos incorporando suas principais ęnfases teológicas, uma coleçăo misturada de sermőes pregados e breves tratados, todos incluídos no título Sermőes para Diversas Ocasiőes. Originalmente, ele pensou que poderia fazer isto em tręs volumes, mas eles esticaram para quatro, publicados em 1746, 1748, 1750 e 1760. Esses contęm os “sermőes padrőes” mencionados nos documentos de suas “casas de pregaçăo”, como exemplificando “quais as doutrinas que eu abraço e ensino, como as essęncias da religiăo verdadeira”. Ele preparou isto em mais detalhes assim: “Eu tenho... colocado nos sermőes seguintes, o que eu encontro na Bíblia, concernente ao caminho para o céu... Eu tenho me esforçado para descrever a religiăo verdadeira, a bíblica e experimental, de maneira a omitir nada que seja uma parte real dela, e acrescentado nada que năo seja”. Salvaçăo pela Fé foi o de número 1; O Testemunho do Espírito, números 10-11; Perfeiçăo Cristă, número 40. Os títulos de outros sermőes típicos mostram a essęncia desta publicaçăo mais importante sobre a divindade prática: “Cristianismo Bíblico”; “Os Primeiros Frutos do Espírito”; “Sobre o Pecado nos Crentes”; “Os Meios da Graça”; “As Marcas do Novo Nascimento”; “O Senhor nossa Retidăo”; “A Lei estabelecida através da Fé”; “Uma Precauçăo contra a Idolatria”; “Espírito Universal”, e uma série de treze discursos sobre o Sermăo do Monte. Assim, em sua maturidade espiritual, a força direcionadora atrás da aproximaçăo de Wesley da teologia năo foi seguramente aquela do entusiasmo acadęmico e estimulo na aquisiçăo ou seleçăo de novo conhecimento a respeito da compulsăo fundamental humana em direçăo ŕ religiăo, nem o prestigio que isto poderia gerar. Foi, antes, a profunda preocupaçăo com respeito aos valores espirituais, para entender os propósitos de Deus para com suas criaturas, com Seu dom de livre-arbítrio para facilitar o desenvolvimento da personalidade, acompanhado da necessidade, devido ao perigo de que tal criatura buscasse sua própria vontade, em vez da do seu Criador - o egoísmo que é pecado. Ele buscou entender também as complicaçőes da maneira em que Deus havia traçado um caminho para a salvaçăo, ambos dos castigos demandados pelo pecado, e de seu poder sobre os seres humanos. Ele entendeu que tudo isto começou com Deus, com Seu amor imerecido por Suas criaturas. Sua graça, começando com a graça preveniente para os seres humanos em geral, e culminando na graça santificadora disponível ŕqueles que tęm respondido ao amor de Deus, através de seu próprio amor absoluto por Ele. No total auto-esquecimento da santidade repousa a verdadeira paz e felicidade humana, como Wesley constantemente se lembrou a si mesmo e a outros, nas palavras de Agostinho: “Tu nos fizeste para ti mesmo, e nossos coraçőes estarăo sem descanso, até que eles encontrem descanso em ti”. De 1738 em diante, tornou-se também claro para Wesley que a iniciativa de Deus era necessária desde o início, até o fim da experięncia cristă, e que esta experięncia poderia continuamente ser enriquecida, a despeito das ocasiőes de perda espiritual – que năo existiria um cume religioso, mas muitos, com quase inevitáveis planaltos, e, talvez, vales, mas uma rampa ascendente geral. Ele se tornou cada vez mais certo de que o objetivo da perfeiçăo cristă era possível nesta vida, preferivelmente ao momento da morte. Esta certeza foi desenvolvida mais fortemente, sob a influęncia de crítica amarga, da mais completa investigaçăo pastoral, e o mais profundo estudo teológico. Os prefácios de todos os tręs volumes dos Hinos e Poemas Sagrados publicados por John e seu irmăo Charles, em 1739, 1740, e 1742, lidaram, de maneiras variadas, com esta convicçăo. O primeiro enfatizou a diferença entre santidade, como o fruto da fé e a busca mística do eremita: “’Solitários santos’ é uma frase năo mais consistente com o evangelho do que adúlteros santos. O Evangelho de Cristo năo conhece religiăo, a năo ser a social; nenhuma santidade, a năo ser a santidade social. ‘A fé operada através do amor’ é o comprimento, a largura, profundidade, e altura da perfeiçăo cristă”. O segundo prefácio (1740) foi uma magnífica descriçăo bíblica do que estava implícito na perfeiçăo cristă, que ele mais tarde descreveu como “o mais forte relato” que ele e seu irmăo alguma vez escreveram, embora ele sentisse que, em alguns detalhes necessitou moderar, como, talvez, na seçăo 7: ‘De maneira que Deus é para eles, tudo em todos, e eles săo nada aos seus olhos. Eles estăo libertos de vontade própria; já que desejam nada; năo, nem por um momento... a năo ser a santa e perfeita vontade de Deus... Eles estăo libertos dos pensamentos diabólicos, de maneira que eles năo podem entrar neles... Eles estăo libertos dos devaneios na oraçăo… Eles estăo livres de toda escuridăo, năo tendo medo, nem dúvida, quer quanto ao seu estado em geral, ou quanto a alguma açăo específica... Em todos os momentos, suas almas estăo quietas e calmas’. Foi este tipo de declaraçăo que ele encorajou seus colegas a discutirem na Conferęncia ocorrida em 1744. O prefácio para o volume de 1742 começou com uma apologia preventiva: “Nós sinceramente admitimos, e continuamente declaramos, que năo existe tal perfeiçăo nesta vida, de maneira a implicar tanto uma dispensaçăo de fazer o bem, e atender todas as ordenanças de Deus; ou um livramento da ignorância, erro, tentaçăo, e milhares de enfermidades necessariamente ligadas ŕ carne e sangue”. Năo obstante, ele encerrou reivindicando que “o homem perfeito” bíblico poderia, de fato, fazer a vontade de Deus “na terra, como ela é feita nos céus”. Com todas as suas modificaçőes através dos anos, em 1789, ele manteve: “Esta doutrina é o Grande Depósito que Deus implantou com o Povo Chamado Metodista, e para a propagaçăo dele principalmente, parece que ele nos levantou”. Sem dúvida, a teologia desenvolvida de John Wesley, como um todo, foi uma mistura de incontáveis elementos muito diferentes. Ele pode ter sido um homem de um Livro, mas em sua divindade prática teceu centena de fios de milhares de livros de todos os séculos precedentes e muitas naçőes e denominaçőes. Ele valeu-se excessivamente com os Pais da fé, os místicos da Igreja de Roma, os Reformadores, os Puritanos, os teólogos Anglicanos dos séculos antecedentes – com as obras de quaisquer escritores nos quais ele poderia encontrar pensamento análogo ou interessante. Ele nunca reivindicou para si uma experięncia de perfeiçăo cristă, mas sua vida foi, de fato, vivida numa gradaçăo ascendente, o paraíso começado na terra, praticando a presença de Deus, resumida no amor de Deus e a Deus, ao homem e do homem, conhecendo, seguindo, e alegremente acatando a vontade de Deus. Sua detalhada pesquisa teológica foi devotada a este campo. Ele năo estava interessado nas metafísicas da Sociedade Real, buscando descobrir como muitos anjos poderiam manter-se na ponta de uma agulha, mas em aprender o segredo das curas forjadas pelo Grande Médico. Ele buscou entender os problemas fundamentais da condiçăo humana, e os pontos mais excelentes da vida crist㠖 a cura das almas – armado com toda a sofisticaçăo teológica de um especialista nos caminhos de Deus para com os homens, e os caminhos do homem para Deus – a divindade prática. Ele estava satisfeito, năo em entender os mistérios da teologia especulativa, por exemplo, como a morte do Filho de Deus operou o milagre de uma nova vida espiritual para a humanidade; ele simplesmente aceitava o fato, e estimulava outros a fazerem o mesmo. É instrutivo seguir sua busca para uma teoria satisfatória da Expiaçăo. Em 31 de Dezembro de 1764, ele confessou: “Eu ainda năo encontrei alguma coisa sobre a Expiaçăo adequada para um deísta”. Em 7 de Fevereiro de 1778, ele escreveu: “Nada no sistema cristăo é de tăo maior conseqüęncia do que a doutrina da Expiaçăo. Ela é propriamente o ponto distinto entre o Deísmo e o Cristianismo... Mas é verdade que eu năo posso compreender isto mais do que [Lorde Huntingdon, um pensador livre]... Nossa razăo fica aqui rapidamente confusa... Mas a questăo é (a única questăo para comigo; e eu considero nada mais): O que dizem as Escrituras? Elas dizem: ‘Deus estava em Cristo, reconciliando o mundo para si mesmo’; elas dizem: ‘Nós temos um Advogado com o Pai, Jesus Cristo, o Justo; e ele é a expiaçăo para nossos pecados’”. Ele se lembrou, completamente sem rancor, de outros que mantiveram diferentes entendimentos sobre tais mistérios, no entanto: “Quanto a todas as outras opiniőes, que năo golpeiam a raiz do Cristianismo, nós pensamos e deixamos pensar”. Tanto em sua aproximaçăo com a Bíblia, quanto para com os livros de oraçőes da Igreja, ele manteve algumas reservas. Nada que implicasse em uma falta de amor a Deus, ele abominou e năo pode aceitar. Ele aprendera a interpretar a Bíblia, através do cânone da “analogia da fé” - sua traduçăo de Romanos 12:16 – ou seja, a mensagem geral das Escrituras: “de acordo com o grande esquema da doutrina que é entregue nela; no tocante ao pecado original, justificaçăo pela fé, e presente salvaçăo interior”. Claramente ele creu que “o desígnio de Deus em levantar os pregadores chamados Metodistas”, “espelhar santidade bíblica por toda a terra”, foi um cumprimento do propósito central da Bíblia. Ela aplicou o mesmo cânone também (negativamente) para algumas crueldades no Velho Testamento que pareceram contrárias aos propósitos revelados de Deus. Similarmente para ele, um Deus de amor deve oferecer a oportunidade da salvaçăo universal. Dificilmente se pode duvidar que sua própria preocupaçăo com respeito ao sofrimento humano, coloriu seu quadro de Deus, e assim, o conduziu para sua rejeiçăo ocasional dos ensinamentos na Bíblia e nas oraçőes da Igreja que ele acreditava eram menos do que inspiradas. Em suas primeiras Conferęncias, começando em 1744, ele definiu e discutiu com seus pregadores, as fundaçőes doutrinárias da pregaçăo deles, e expressamente contestou oito dos Trinta e Nove Artigos: “Dos Tręs Credos”; “Das obras antes da Justificaçăo”; “De Cristo apenas sem pecado”; “Do pecado depois do batismo”; “Da predestinaçăo e eleiçăo”; “Da autoridade dos Concílios Gerais”; “Do ministrar na congregaçăo”; e “ Do Batismo”. Em 1755, ele publicamente rejeitou “as cláusulas condenatórias” do Credo Atanasiano; as passagens no Ordinal que implicava uma diferença essencial entre bispos e presbíteros, e o suposto poder deles realmente em remir pecados. Em 1784, ele preparou o Serviço Dominical dos Metodistas, e sentiu nenhum escrúpulo em anunciar no prefácio que ele omitiu “muitos Salmos..., como sendo altamente impróprios para as bocas de uma congregaçăo cristă”. Deste volume, ele omitiu também os oito Artigos contestados em 1744, exceto aquele sobre o batismo, que foi resumido, e o Artigo 16, cujo título foi mudado para “Do Pecado Depois do Batismo”, para “Do Pecado Depois da Justificaçăo”. Em 1784, ele também excluiu um adicional, nove. Os Artigos descartados e revisados que Wesley deixou em testamento para o Metodismo Americano nos diz um número de coisas a respeito de sua teologia como um todo. Ele excluiu nada dos Credos Apostólicos, exceto a descida conjetural de Cristo ao Inferno (Art.3), um ponto que ainda distingue o uso Metodista daquele de outras Igrejas. Ele excluiu também as crenças e práticas peculiares da Igreja Católica Romana, e, até mesmo, da Igreja da Inglaterra, assim como a referęncia ŕs Homilias. Suas revisőes dos Artigos pareceram implicar “um iconoclasta doutrinariamente liberal [com] uma visăo, de certa forma, pequena da igreja, ministério, e sacramentos”. Muito mais importante é, no entanto, considerar, năo estes aspectos negados da teologia de Wesley, mas aquelas ęnfases especiais sobre o caminho duradouro da salvaçăo, a divindade prática. A visăo de Wesley da pulsaçăo da religiăo. Esta é a verdadeira essęncia do seu ensinamento, que ele repetiu diversas vezes, nas palavras similares – e, mesmo ocasionalmente, repetindo as mesmas palavras. Eu encerro com alguns extratos da Explicaçăo Adicional de Princípio de um Metodista (1746), em que a primeira parte é nova, a restante repetida com variaçőes do Apelo Sincero aos Homens de Razăo e Religiăo: “Eu declarei, repetidas vezes, o que nossas doutrinas constantes săo, por meio das quais somos ‘distinguidos’ – apenas dos pagăos, ou cristăos nominais, năo de qualquer um que adore a Deus em espírito e em verdade. Nossas doutrinas principais, que incluem todas as demais, săo tręs: aquela do arrependimento, da fé, e da santidade. A primeira dessas, nós consideramos, por assim dizer, a varanda da religiăo; a segunda, a porta; a terceira, a própria religiăo...”. “Por religiăo, nós compreender ser nenhuma outra do que o amor: o amor a Deus, e a toda a humanidade; o amar a Deus com todo nosso coraçăo e alma, e força, já que ele primeiro nos amou, como a fonte de todo o bem que temos recebido, e de tudo que esperamos desfrutar; e o amar a toda alma que Deus tenha feito, todo homem sobre a terra, como nossa própria alma”. “Este amor, nós cremos ser o medicamento da vida, o remédio que nunca falha para todos os males de um mundo desordenado, para todas as misérias e imoralidades dos homens. Onde quer que ele esteja, existe virtude e felicidade, passando de măo em măo. Existe humildade de mente, gentileza, longanimidade, a imagem de Deus, e, ao mesmo tempo, a paz que ultrapassa todo entendimento, e alegria inexprimível, cheia de glória... “Esta religiăo, nós esperamos ver estabelecida no mundo; uma religiăo do amor, e alegria, e paz, tendo seu lugar no coraçăo, no mais íntimo da alma, mas sempre se mostrando através de seus frutos, continuamente brotando, năo apenas de toda a inocęncia – porque o amor năo deseja o mal ao seu próximo – mas igualmente em todo tipo de beneficęncia, espalhando virtude e santidade por todo o mundo”. Editado por Michael Mattei para a Wesley Center for Applied Theology, at Northwest Nazarene University Š Copyright 2000 by the Wesley Center for Applied Theology Traduçăo: Izilda Bella LYŐç‡ ’ š Ĺ    3 K ` u  Ň  l™”Ç˙MNT§ŕó$&$3$Z$‘$O%Ž)ż)>*œ+ă+,4,y,Đ,ö, -œ-5.™.•/ź/#1C2E2h2é23ń34G5a5ą5ž5 6Š6´6ë6777|7…7Ž7Ü7ć7ô78ü9g=h=i=÷íçâÜâÜâÜâÜâÜâÜâÜâÜâÜâÜâÜâÜâÜâÜâÜâÜâÜâÜâÜâÜâÜâÜâÜâÜâÜâÜÖÜâÜâÜâÜâçÜâÜâÜâÜâÜâÜâÜâÜâçÓ0J 0J6CJ 0J6CJ0JCJ 0J5CJ0J5CJOJQJ0J5CJmH SLXŤ ¨ěţŚyí#N%H(›-ď/E2 6ű9h=Ť=ë=>H>Ą>ç>(?Ą?ň?üůüüüüüüüüüüüüüüüüüööńöööööö$„Ä$$$¨ěţŚyí#N%H(›-ď/E2 6ű9h=Ť=ë=>H>Ą>ç>(?Ą?ň?@H@|@Ô@ý@,AHApAŹA×AB`BClEÔH„N{S9WSY7ZË_adödŤi>lŔpsëtXvxy÷y2zJzKzLzţűűűűűűűűűűűűűűůůůůůůůůůůůůůůůůůůůůůůůůůůůůůůůůůůůůůůůůůůůůů=i=Ź=Ż=ë=î=>>I>L>˘>Ľ>č>ë>?#?)?,?4BţCDˇDČDěD˙DEmE—EČFŰFóFGG•G›HÂHŐHN…NBR|S TT¤TĚV6W9WWşXçXúX,YTY›Y8ZCa“aźa d‡d÷důe ff*fVfëfgwgrjIkKkZk~k›kŔkČkWlwlşlm¸m×mÜm˙mFpÁplrrërxxyŘy2zIzýűýűýűýűýűýűűýűűűűűűűűűűűűűűűűűűűűűűűýűűűűűűűűűűűűűűřóř0JmH mH 65^ň?@H@|@Ô@ý@,AHApAŹA×AB`BClEÔH„N{S9WSY7ZË_adödŤi>lŔpsú÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷ú÷÷÷÷ú÷÷÷÷÷÷÷÷÷$$„ÄsëtXvxy÷y2zJzKzLzüüüü÷÷÷í÷ $„Ä„<ýdh$„Ä$ IzJzKzLzůôńmH CJ mH  6CJ mH ,1h°‚. °ĆA!°Ľ"°Ľ#‰$‰%°°Ä°Ä Ä [8@ń˙8 NormalCJ_HaJmHsHtHD@"D Título 2¤d¤d@&[$\$5CJ$\aJ$6A@ň˙Ą6 Fonte parág. padrăo W@˘ń Forte5\2ţO2 section1¤d¤d[$\$ţO˘ style21LvŠ˙˙˙˙i=IzLz>ADň?sLz?BCLz@u{lrˇ˝ óűĐ Ř Ö Ý "ƒŽď#ű#?%I%Î*Ů*#+*+L/R/>8E8;;°HťHŠ]]<^B^¤gŽgu–u—ušuŁuŠuŞuŽu3vIvNv1347đú™ š  zTZťźÍ&Ň&Ś)ś)ń*+,+9+š1˝1[2\2l3|3Ś5­5r>s> ? 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