
"Não parece que
esses dons do Espírito Santo foram comuns na igreja, por mais do que
dois ou três séculos. Nós raramente ouvimos deles, depois daquele período
fatal, quando o Imperador Constantino chamou a si mesmo de cristão, e
da vá imaginação de promover a causa cristã, e, desse modo,
acumulando riquezas, e poder, e honra, sobre os cristãos em geral; mas
em específico, sobre o clero cristão. Desde este tempo, eles quase que
totalmente cessaram; muitos poucos exemplos deste tipo foram
encontrados. A causa disto não foi (como tem sido vulgarmente suposto) “porque
não havia mais oportunidade para eles”, porque todo o mundo havia
se tornado cristão. Este é um erro miserável; nem uma vigésima parte
deles era, então, nominalmente cristã. A causa real foi que “o
amor de muitos”, de quase todos os cristãos, assim chamados, “tornou-se
frio”. Os cristãos não tinham mais o Espírito de Cristo, do que
os outros ateus. O Filho do homem, quando ele viesse examinar sua
igreja, dificilmente “encontraria
fé sobre a terra”. Esta foi a causa real porquê os dons
extraordinários do Espírito Santo não foram mais encontrados na
igreja cristã: -- porque os cristãos se tornaram ateus novamente, e
tinham apenas uma forma morta restante".
Extraído: O Caminho Mais Excelente
Outros fragmentos:
Fragmento 1
Fragmento 2
