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A Irlanda recusou a Reforma, e tem, desde então, sido arruinada, debaixo de conseqüências retribuidoras de sua aderência pertinaz à Igreja de Roma. A Irlanda tem sido dito, é a única região, na qual a Reforma produziu nada, apenas o mal. Sua obstinada persistência ao Papismo, impediu sua assimilação com o restante do Império, e conseqüentemente, têm surgido aqueles abusos, principalmente em sua administração política, que tem preenchido sua história com opressão, tumulto, e desgraça. Esses têm novamente exasperado e confirmado suas propensões, e assim agido e reagido em sua contínua degradação. Wesley em sua primeira visita á Irlanda compreendeu o problema de sua história religiosa. Ele observou que, por fim, noventa e nove em cem dos nativos irlandeses permanecem na religião de seus antepassados. Os Protestantes, se em Dublin, ou em qualquer outro lugar, tem quase todos sido transplantados da Inglaterra. “Nem é alguma surpresa”, ele diz, “que aqueles que nasceram Papistas, geralmente vivem e morrem como tais, quando os Protestantes não encontram melhores maneiras de convertê-los, do que as leis penais e atos do Parlamento”. Doze anos atrás, antes da chegada de Wesley, um prelado Protestante irlandês publicou uma obra, na qual ele sugeriu, como o melhor meio para a conversão da região, substancialmente, as mesmas medidas que o Metodismo providenciou – Instrutores leigos, tirados do povo comum, e, assim, mais bem capacitados a alcançá-los. As gradações clericais da Igreja de Roma, dos Cardeais até os Franciscanos, adequaram, ele observou, suas ministrações a todas as classes de homens; seu clero pobre foi muito útil nas missões, e de “especial influência entre o povo”; e ele questionou, se, devido a falta de missionários mais competentes, de pessoas conhecedoras da vida comum e do idioma Irlandês, se bem instruídas, nos primeiros princípios da religião e na controvérsia Papista, não obstante, para os demais, em iguais condições dos clérigos paroquianos, ou dos professores dos orfanatos, não seria adequado se misturarem com os pobres nativos iletrados, e trazê-los para a Igreja Estabelecida; mesmo que não se deseje que algumas partes da Liturgia e Homilias sejam publicamente lidas, no idioma Irlandês, até mesmo, treinar  algumas, do melhor tipo de crianças, nos orfanatos, para serem missionárias, catequistas, e leitoras. Se o progresso do Metodismo não tem sido tão rápido na Irlanda quanto em qualquer outro lugar, não obstante sua adaptação nestes aspectos, o fato é devido principalmente às causas temporárias e políticas, que têm perpetuado, até nossos dias, os ressentimentos e preconceitos Papais do povo. Os escritores Metodistas consideram duvidoso, se mesmo as formas do Protestantismo, hoje em dia, existiriam, na maioria das regiões, não fosse a energia introduzida nas Igrejas Protestantes irlandesas, por Wesley e seus associados, tão universalmente enfraquecida e cambaleante estava a Instituição na Irlanda, naquele tempo. Com os apoios políticos e melhorias sociais da ilha, o Metodismo tem obtido a mais ampla influência, e sua história é importante, pelo menos, para seus resultados esperados. Wesley chegou em Dublin, no Domingo, 9 de Agosto de 1747. Os sinos estavam tocando, e ele foi imediatamente para a Igreja de St. Mary, e, à tarde, através do ajuste com o pároco auxiliar, pregou para "tão alegre e descuidada congregação" que ele, alguma vez, viu. O cura o tratou cortesmente, e lhe assegurou que o arcebispo era igualmente contrário a tão extraordinária novidade. Wesley procurou o arcebispo, e teve uma entrevista com ele, dez milhas distante da cidade. Duas ou três horas se passaram na consulta, durante as quais, o prelado investiu, e Wesley respondeu "abundância de objeções". Se Berkeley fosse o bispo, o Metodismo provavelmente teria tomado posse da Igreja. Wesley não nos deu informação do resultado do encontro; e imediatamente começou seu curso usual de trabalhos independentes. Um pregador leigo da Inglaterra, Thomas Williams, havia formado uma sociedade em Dublin, em 1747. Wesley encontrou nela, aproximadamente, trezentos membros. Ele os examinou, pessoalmente, como era seu costume, nas principais sociedades em Londres, Bristol, e Newcastle, já que nenhum de seus "assistentes" ou sucessores tinham sido mais minuciosos e conscienciosos em tais trabalhos pastorais. Ele os considerou "fortes na fé", e admirou seu espírito dócil e cordial;  ele os considerou as mais polidas pessoas que ele havia visto. "Que nação",  ele exclamou, "é esta; cada homem, mulher, e criança, exceto, alguns, não apenas pacientemente, mas de bom-grado, permitiu a palavra de exortação". Ele não tinha ainda conhecido seu caráter; o "leão rugindo", como ele mais tarde, constatou, "o estremeceu aqui também". Ele pregou repetidamente, e sem ser molestado, na capela da sociedade, que tinha sido uma Igreja Luterana. A casa e seu pátio estavam lotados com respeitosos ouvintes; muitos cidadãos abastados estavam presentes, e sua recepção contrastou notavelmente, da maioria dos locais na Inglaterra.  E escreveu: "Se meu irmão, ou eu, estivesse aqui, há alguns poucos meses, eu questiono se não haveria uma sociedade maior em Dublin, do que, até mesmo, a da própria Londres". A excessiva cordialidade das pessoas, no entanto, logo se tornou motivo de alguma preocupação para ele; "por esta mesma razão", ele diz, "eles devem ser vigiados, com mais cuidado, estando igualmente suscetíveis às boas ou às más impressões". Depois de passar duas semanas juntos, ele pregou seu discurso de adeus, para uma imensa assembléia; muitos dos quais não puderam ouvi-lo, e partiu para a Inglaterra, no domingo, 23 de Agosto. Em duas semanas, Charles Wesley chegou a Dublin, acompanhado por Charles Perronet, outro dos filhos do vigário Shorebam, e permaneceu mais de seis meses na região. Durante o breve intervalo, desde a visita de seu irmão, o "leão que ruge" enfureceu-se na Irlanda. Uma turba papista irrompeu na capela e em alguns depósitos que serviam às suas premissas, destruindo a mobília, roubando mantimentos, fazendo uma fogueira, nas ruas, dos assentos, revestimento da janela, e púlpito; ferindo com porretes os membros da sociedade, e ameaçando matar todos que se reuniam com os Metodistas. Foi, no final, uma revolta totalmente irlandesa, disposta a brigar com porretes e triunfantes com barulho. O prefeito estava disposto a proteger os Metodistas, mas ficou sem autoridade, diante da grande força numérica de seus perseguidores. O grande júri rejeitou os avisos, trazidos contra os revoltosos, e assim, deu encorajamento indireto à violência deles. Wesley encontrou a sociedade privativamente, mas foi seguido, pelas ruas, até seu alojamento, através de um cortejo, que o cumprimentou com gritos de escárnio. John Cennick havia pregado um sermão de Natal, em Dublin, sobre o "o bebê embrulhado em cueiros, deitando em uma manjedoura". Um ouvinte católico romano, que conhecia pouco ou nada de sua Bíblia, julgou o texto, uma ridícula invenção Protestante, e chamou os Metodistas de "Swaddlers", que significa "envolto em cueiros", um título que foi imediatamente adotado pela turba. "Swaddler! Swaddler!", foi gritado contra Wesley, pelas crianças nas ruas. "A palavra", ele diz, "apunhalou a nós todos, exceto o clero". Ele enfrentou os perseguidores com sua coragem usual. Encontrando-se privativamente com a sociedade, e lamentando e confortando a eles, ele seguiu adiante também diariamente aos parques públicos, e pregou a palavra em meio aos gritos e chuvas de pedras. Depois de ter estado mais do que uma semana em Dublin, lutando diariamente contra os mais ferozes estranhos, ele escreve: "Ai de mim agora, porque minha alma está cansada, por causa dos assassinos, dos quais a cidade está cheia". A turba, ele diz, raramente partiu sem matar uma ou mais pessoas. Um Metodista foi golpeado, muito severamente, em diversos lugares, e jogado em um porão, onde pedras lhe foram atiradas. Um dos irmãos Calvinista de Cennick, um homem fraco, foi tão abusado por seus vizinhos, que se prostrou, e pisoteado, morreu. Os assassinos foram interrogados, mas soltos, "como de costume", diz Wesley. Uma mulher que estava presente para protegê-lo foi atingida, arrastada, até a morte, e, então, dependurada em triunfo, e ninguém foi chamado em questão para o feito. O próprio Wesley esteve, em meio aos perigos, mas escapou, sem um golpe, exceto quando foi apedrejado, por toda extensão de uma rua, ou duas, e embora protegido pelo jovem Perronet, que se interpôs, servindo de escudo para ele, foi golpeado por um projétil. A firmeza deles, no entanto, poderia desencorajar até mesmo uma turba irlandesa. Eles foram ouvidos, por fim, em um parque público, em paz; e Wesley foi capaz, finalmente, de registrar que ele nunca tinha visto uma congregação mais respeitosa, na Fundação, em Londres, do que aquela, no gramado de Dublin, e nos encontros da sociedade, à noite. Sua palavra vinha com poder irresistível, e as orações e os soluços das pessoas, frequentemente abafavam sua voz. Adições eram feitas, quase diariamente,  ao grupo de convertidos, e o "total dos comunicantes", na Igreja de St. Patrick, era usualmente de Metodistas, conduzidos até o altar, pelo próprio Wesley. Assim, pregou continuamente, e, em algumas situações, cinco vezes por dia. Coletou subscrições, e ergueu a melhor casa de adoração, onde discursou à aflita, mas crescente companhia de crentes, pela última vez, antes de deixar a capela em Marlborough-street, encorajando-os com um texto apropriado: "Estes são aqueles que saíram da grande tribulação". "Foi", ele escreve, um dia de "solene regozijo, na esperança de que Ele venha para enxugar todas as nossas lágrimas". Assim, enquanto o Evangelho os recuperava, a perseguição os unia, em simpatia comum, sob seus  sofrimentos comuns, e aumentando, entre eles, o fervor, simplicidade, altruísmo, e ternura mútua, que marcaram, tão distintamente, o caráter primitivo do Metodismo, constrangendo, até mesmo seus inimigos, a se maravilharem e exclamarem: Vejam como esses cristãos sofrem, e amam! Diversos pregadores foram enviados da região, e notícias chegam do grande "despertamento", nos vários locais. Wesley partiu para o interior. Ele ouviu as melodias Metodistas cantadas ou assobiadas pelas crianças Católicas em sua rota. Na Tyrell Pass, a cidade lotou para ouvi-lo. "Nunca", ele escreve, "eu falei para almas mais famintas. Eles devoraram cada palavra. Alguns expressaram sua satisfação, de uma maneira peculiar a eles, e assobiaram de alegria. Pouco de tais regozijos eu tenho tido, desde que deixei a Inglaterra. Isto revigorou meu corpo, mais do que carne e bebida. Deus começou uma grande obra aqui. As pessoas da Tyrells Pass eram exemplos de maldade - praguejadores, beberrões, violadores do Sabbath, ladrões, etc. desde tempo imemorável. Mas, agora, o cenário está totalmente mudado. Eles mudaram das trevas para a luz. Aproximadamente cem estão unidos na sociedade, e seguindo firmes em busca do perdão de Deus". Em Athlone, ele foi cercado e atingido por uma pedra, enquanto um de seus companheiros foi derrubado do seu cavalo e severamente ferido. Porque a turba foi levantada por sacerdote católico; muitos Protestantes se voltaram em favor dos Metodistas, e o conflito tornou-se tão perigoso que os soldados da cavalaria tiveram de interferir. Wesley caminhou, por entre a massa agitada, até o mercado, onde não pôde acomodar a terça parte de seus ouvintes. Então, escolheu seu lugar na janela de um edifício velho, e proclamou sua mensagem a eles. Em Moat,  pregou em meio aos choros dos ouvintes, enquanto a turba atirava pedras, e tentava abafar sua voz com tambores. Em Phillipstown, ele foi saudado por um grupo da cavalaria, que "haviam se transformado das trevas para a luz",  e formados dentro de uma sociedade Metodista. Retornando a Dublin, ele se certificou que contínuas adesões foram feitas à sociedade. Com a chegada do irmão, Charles Wesley partiu para a Inglaterra com as bênçãos de centenas que consideraram sua palavra como "o poder de Deus, para a salvação". O Metodismo nunca entrou na Irlanda para ser destruído lá. John Wesley alcançou Dublin em sua segunda visita, na companhia de seus amigos clérigos, Meriton e Robert Swindells, um pregador leigo em 8 de Março de 1748. Ele entrou no novo lugar de adoração. Em Cork-street, enquanto seu irmão conduzia as devoções na sociedade, e, imediatamente seguiu para pregar. Mas tal era sua alegria em vê-lo novamente em meio deles, que ele escreve: "dificilmente sua voz seria ouvida, por muito tempo, devido ao ruído do povo louvando a Deus". Ele encontrou cerca de quatrocentas pessoas unidas, na camaradagem das Classes. E pregou diariamente, começando cinco horas da manhã, uma medida não ouvida, entre os dilatórios irlandeses, mas, bem sucedida, onde quer que fosse. Ele não foi perturbado no parque público,  porque a turba de Dublin, por fim, foi dominada. Ele passou rapidamente pelas cidades. Em Phillipstown, ele confirmou a sociedade Metodista dos soldados da cavalaria, e pregou em uma rua cheia de ouvintes atentos; e, Tullamore, para a maioria dos habitantes do lugar; em Clara, para uma vasta congregação, muitos sendo de famílias ricas em suas carruagens; em Athlone, da janela de uma casa desocupada, onde seu irmão estivera, para uma assembléia imensa, mas perfeitamente respeitável. "Dificilmente eu vi", ele diz, "uma congregação mais comportada ou mais atenta. De fato, tanto o povo civil, quanto o irlandês, em geral, eu nunca vi, quer na Europa ou América". Tão larga assembléia, como a que ele discursou, no dia seguinte, nunca foi vista em Athlone, ele diz, e a maioria era de Papistas. Ele ficou ainda surpreso com a cordialidade irlandesa. "A maioria da congregação", diz, "estava em lágrimas". De fato, quase toda a cidade pareceu sensibilizada, cheia de boa-vontade, e desejos de salvação, mas, ele acrescenta: "as águas se espalharam muito extensamente, para serem profundas; eu não encontrei um, sob forte convicção, muito menos, alguém obteve o conhecimento da salvação, no ouvir trinta sermões". Ele agora, em fim, percebeu o real caráter irlandês, e formou nenhuma esperança genuína de sucesso imediato do Metodismo, embora ele soubesse que, se ele pudesse largamente estabelecer-se na região, ele, finalmente, colheria lá seus mais nobres resultados. Ele ficou pasmo, com a franqueza simples de seus convertidos, e teve alguma dificuldade em restringi-la dentro dos limites apropriados. Examinando uma das classes, ele diz que encontrou uma surpreendente sinceridade dentre eles. Ele perguntou a um deles, em especial, como ele havia vivido no passado; o honesto homem esticou suas mãos e disse, com muitas lágrimas: "Aqui eu estou, um monstro de cabelos grisalhos, de todo tipo de maldade", "que", diz Wesley, "eu verdadeiramente acredito, se fosse pedido, ele teria exposto diante de todos". Muito, da mesma maneira, falou alguém que veio de Connaught, mas com "grande aflição e tristeza”. Viajando rapidamente de cidade em cidade, ele logo retornou para Athlone, onde novamente discursou para uma vasta congregação, a maioria  de Católicos. Seu sacerdote veio em meio deles e os mandou embora, diante de Wesley, como um rebanho de ovelhas. Wesley admirou-se da atenção amistosa deles, mas não pôde perceber alguns efeitos profundos, como os que atenderam aos seus discursos, em meio aos pecadores resolutos da Inglaterra. No entanto, pregou à noite sobre um texto ameaçador; um fato que, até onde pode ser traçado em seu Diário, ocorreu raramente, se, afinal, desde sua conversão em 1738. "Eu preguei", ele escreve, "sobre os terrores do Senhor, da maneira mais forte que fui capaz; mas ainda assim, aqueles que estavam prontos a devorar cada palavra, não pareceram digerir alguma parte dela". Em uma subseqüente visita, ele viu, no entanto, alguns bons resultados de seus esforços, porque uma sociedade havia sido formada, e ele pregou na praça do mercado, para uma grande congregação de Papistas, assim como de Protestantes.  Ele os descreve como "um povo incomensuravelmente amável", e foi difícil para ele, desvencilhar-se. Quando pensou que tivesse efetivamente feito isto, ele se certificou, a milhas de distância da cidade, uma multidão esperando por ele, no topo da colina, por onde a estrada passa. Eles abriram caminho para ele, até que ele estava em meio a eles, então, fecharam, e não permitiram que prosseguisse, até que tivessem se unissem, em diversos versos cantados. Quando ele partiu, homens, mulheres, e crianças ergueram suas vozes e choraram, como ele "nunca ouvira antes"; seu coração ficou tocado pela afetuosa simplicidade; "ainda, em curto espaço de tempo",  ele disse, "e devemos nos reunir, para não mais partir, e tristeza e suspiros, desaparecerão para sempre". Em Tullamore, no dia seguinte, o povo não procurou cobrir suas cabeças na tempestade de granizo, enquanto ele pregava, embora lhes pedisse que fizessem isto. Em Edinderry, certificou-se do bem que fora feito pelos assistentes leigos, mas não foi tão profundo ou cheio de vida como ele esperava: "Eu  vejo", ele observa, "nada ainda, a não ser gotas antes da chuva".  Depois de passar três meses, percorrendo a Irlanda, ele retornou à Inglaterra. Numerosas sociedades se formaram, e corporações de pregadores distribuídos, através da região.  Em aproximadamente dois meses, Charles Wesley visitou Dublin novamente, onde a sociedade prosperara grandemente. Ele a deixou, e rapidamente partiu para Cork, onde os pregadores leigos tiveram muito sucesso; e espantou-se em observar a impressão que eles produziram. Uma visível reforma havia tomado lugar, na moral da população; "blasfêmia era raramente ouvida nas ruas, e as igrejas e altares estavam lotados, para a surpresa dos opositores". Ele foi para o campo aberto e pregou para dez mil ouvintes, Protestantes e Papista, de classe alta e baixa. Duzentos membros foram registrados na sociedade, ainda assim, ele teve oportunidade de repetir a queixa de seu irmão, quanto à superficialidade do caráter religioso deles, porque "todos pareceram despertos, mas nenhum deles, justificado". A porta parecia amplamente aberta; no entanto, ele escreve que, até mesmo em Newcastle, o despertamento não tinha sido geral. Os clérigos da cidade foram ouvi-lo com favor inesperado; ele ficou surpreso com as congregações numerosas, mas perguntou-se: "Quão poucos serão os próprios mensageiros de Deus, quando a corrente mudar?". Ele conhecia a natureza humana muito bem, para supor que esta boa-vontade entusiasta, natural, como a do caráter irlandês, poderia resistir muito à mutabilidade caprichosa que é igualmente natural a ele; e, tão logo começou a reunir genuínos convertidos à sociedade, preparou-se para a costumeira deflagração de hostilidade. "Até aqui", ele diz, "eles pareceram adormecidos, mas as testemunhas de Jesus estão surgindo para acordá-los".  Nem bem ele retornara à Inglaterra, a tempestade se juntou e irrompeu sobre Cork. Durante, cerca de três meses, a plebe, conduzida por um recitador popular, Butler, e indiretamente autorizado pelo prefeito, manteve a cidade em tomada pela série de distúrbios contra os Metodistas. Butler adornou-se em uma vestimenta clerical, e com suas baladas [poesia], em uma mão, e a Bíblia em outra, pretendeu pregar contra eles. O povo histérico, armados com espadas e porretes, caiu sobre eles, sem misericórdia; homens, mulheres, e crianças foram golpeados nas ruas, e não poucos deles, gravemente feridos. Suas casas foram assaltadas; um membro da sociedade, que era um mercador bem conhecido, recorreu às autoridades para proteção, mas foi dispensado, sem socorro; outro membro, cuja casa, a plebe derrubara, correu ao prefeito, que o acompanhou ao local, mas em meio aos revoltosos criticou os Metodistas impotentes: "É culpa de vocês, por acolherem seus pregadores; se vocês os expulsarem de suas casas, eu me comprometo que nenhum dano será feito, mas se vocês não fizerem isto, deverão aceitar as conseqüências". Um respeitável cidadão Metodista respondeu, muito apropriadamente, que este era um uso extraordinário para o governo Protestante; que, tivesse ele um sacerdote Católico rezando a missa, em todos os cômodos de sua casa, ela não seria tocada. A única resposta do prefeito foi que os padres eram protegidos, mas os Metodistas, não. A multidão, ouvindo a resposta, alvoroçou-se, e atirou pedras, mais rápido do que nunca, e atacou a casa até a meia-noite. A conduta covarde das autoridades continuou a encorajar a plebe. Butler caminhou pelas ruas, armado com baladas e Bíblia, e seguido por um tropel bêbado, gritando: "Cinco libras pela cabeça de um 'swaddler'". Uma mulher, indignada com a covardia dos magistrados, tentou interferir, mas foi levada embora e enclausurada em Bridewell. Vinte e oito depoimentos foram apresentados ao grande Júri na Sessão contra esses procedimentos infames, mas eles foram rejeitados, e o Júri fez "uma notável exibição", que ainda permanece nos registros da cidade, e que declara que "nós consideramos e apresentamos Charles Wesley como uma pessoa de má fama, um vagabundo, e um perturbador comum da paz de sua majestade, e oramos para que ele possa ser deportado". Nove de seus associados foram denunciados nos mesmos termos. Todos eram pregadores, exceto um, cujo crime foi sua hospitalidade, no acolher os itinerantes. Butler e sua tripulação estavam agora mais triunfantes do que nunca, mas na Sessão de Lent, todos os pregadores, que estavam no reino, ou pelo menos, todos que estavam em Cork, apresentaram-se em um corpo diante da corte. Eles tinham agora que lidar com a mais alta autoridade, os juízes do rei. Butler foi a primeira testemunha, para a questão: Qual é o seu chamado? Ele respondeu: "Eu recito balada”.  "Aqui", exclamou o juiz, levantando as mãos, indignadamente, "estão seis cavalheiros, acusados como vagabundos, e o primeiro acusador, é um vagabundo de profissão!". O segundo acusador respondeu que ele era um "anti-swaddler", e tratou a corte com tal desrespeito que ele foi ordenado a sair por desobediência. Os pregadores foram triunfantemente defendidos, mas o reino da plebe não havia acabado. John Wesley retornou a Cork em 1750, e foi atacado com terrível violência. A mobília, janelas, e assoalho da capela foram destruídos e queimados na rua. Ele seguiu para Bandon para pregar, mas a plebe de Cork o seguiu até lá, em grande cortejo, e queimou seu retrato. Durante aproximadamente uma semana, os revoltosos prevaleceram, incontroláveis, se não, encorajados pelo prefeito. Eles patrulhavam as ruas com gritos e ameaças, e um deles afixou um aviso na Casa de Câmbio, assinada com seu nome, propondo atacar as casas dos "swaddlers", ou de alguns cidadãos que se atreveram a hospedá-los. Mas o excitamento esgotou-se por fim; muitos dos soldados das tropas em Cork atenderam a pregação Metodista; os soldados tornaram-se firmes convertidos Metodistas, naqueles dias tempestuosos, e a plebe teve medo. Butler, então, foi para Waterford, e levantou  revoltas similares lá, mas em um uma disputa com seus associados, perdeu um braço, e passou o resto de sua vida incapaz, e miserável. John Wesley visitou a cidade sem ser molestado. O Metodismo criou raízes permanentes lá.; uma capela espaçosa foi logo erguida, e existem poucos lugares, diz seu biógrafo irlandês, onde a religião tem prosperado mais do que em Cork: "Ultrajados, pelo nome de Cristo, o espírito da glória e de Deus tem repousado sobre eles, e muitos têm sido testemunhas vidas e mortas do poder da religião verdadeira". Em uma visita subseqüente, Wesley foi recebido na mansão do prefeito, e sua presença foi considerada uma honra para a cidade. Assim favorecido, por fim, o Metodismo, transformou-se, em sua posição social em Cork, de tal modo que, cinco anos mais tarde, Wesley temeu aquela cidade como a Capua de seus pregadores. [Foi  em Capua - cidade Italiana - que o general cartanês Aníbal passou o inverno durante II Guerra Púnica. E em Cápua aconteceu o inesperado: Aníbal, instalado nesta cidade com toda a comodidade, interrompe a sua campanha no momento em que Roma está quase indefesa, ao alcance da sua espada. A expressão "as delícias de Cápua" passa a ser uma frase feita que se refere a atitude de quem, com a vitória próxima, se entrega à moleza e a perde]. O Metodismo espalhou-se rapidamente, entretanto,  sobre a região. Ele se solidificou permanentemente, por volta deste tempo, não apenas nas três regiões do sul, mas também, em meio às montanhas de Ulster, onde encontrou concordância, e forjou seus usuais bons efeitos, em meio aos Protestantes de classes mais pobres. Os circuitos foram formados e regularmente supridos, e diversos pregadores nativos efetivos foram levantados. A peculiar suscetibilidade do caráter irlandês permitiu continuamente casos notáveis de conversão. "Existe algum bêbado aqui?", gritou um itinerante, enquanto ele pregava em meio a uma multidão mestiça. "Sim, eu sou um", respondeu um irlandês, soluçando. Ele retornava embriagado em direção a sua casa, quando parou para ver a assembléia, julgando que assistiria ali a uma briga de galo, e desde aquele dia,  não apenas reformou-se do seu vício, há muito confirmado, mas tornou-se um genuíno cristão. Alguns pobres nativos que não entendiam a Língua Inglesa dos itinerantes eram despertados e efetivamente mudavam para uma vida religiosa, através da força da maneira sincera deles de discursarem. Um surdo-mudo da região de Antrim também foi assim transformado da vida de excessiva devassidão, nos vinte e cinco anos de sua vida. Ele fora notoriamente um viciado em briga de galo, corrida de cavalos, bebedeira, e outros vícios, mas tornou-se um cidadão correto, e devotado membro da sociedade Metodista, e seu bem sucedido promotor em meio aos cidadãos. Incapaz de falar a palavra de exortação aos seus vizinhos, ele pregou através de sua vida exemplar, e, onde quer que o pregador e líder de classe fossem esperados na cidade, ele cuidava de sua chegada, e apressava-se de casa em casa, para convocar o povo ao local de oração. Este trabalho requerera dele trabalhar no Sabbath, mas ao se tornar um Metodista, ele não mais violaria o dia do Senhor. Incapaz de ler, ele, não obstante aprendeu, com a ajuda de seus irmãos cristãos, as preciosas promessas, e seu lugar no sagrado volume, e, frequentemente, voltava-se para eles com "uma voz aguda, e abundância de lágrimas”. Em algumas  cidades, o Metodismo assegurou uma permanente morada, da maneira mais inesperada. John Smith, um zeloso pregador, que fora resgatado de vícios irrecuperáveis, sentiu-se "pressionado no espírito", a pregar em Glenarm, uma cidade descuidada em meio às montanhas do Norte. Quando ele cavalgava para fazer sua investida evangélica, no local, ele encontrou uma jovem que estava cavalgando com um servo. Em resposta às perguntas dele, ela o advertiu que aquela era uma comunidade muito perversa. "Existe algum bom homem lá?", inquiriu o Metodista, "Sim, existe um, Wilber Hunter", foi o único encorajamento dela. Cavalgando na cidade, ele inquiriu pela casa do único cidadão devoto na cidade. À porta, ele encontrou a jovem, e conduziu seu cavalo para ser levado à estalagem; "e diga a todos que encontrar", ele acrescentou, "que um visitante em sua casa, tem boas novas a dizer a todos, às sete horas".   No horário marcado, a casa estava cheia. O excêntrico evangelista foi amavelmente recebido pelos calorosos irlandeses. Eles o detiveram nove dias, pregando duas vezes diariamente, e uma sociedade foi, então, formada, e  continua até o presente momento. Quando estava prestes a partir, com apenas três moedas no bolso, perguntou à sua senhoria, quanto ele deveria pagar por seu cavalo? "Nada, senhor",  ela respondeu, "um cavalheiro já pagou tudo, e fará isto, se permanecer um mês". Todo o incidente foi genuinamente irlandês. As plebes, no entanto, continuaram por algum tempo, a alternarem-se com tais cenários sarcásticos da afabilidade hibérnica, e ocasionalmente assumiam uma severidade assustadora e perigosa. Um outro deles, pelo menos, foi fatal, e causou o primeiro mártir Metodista. John M'Burney desviava-se do seu circuito para pregar na praça do mercado em Clones. Muitas pessoas atenderam, e progresso fora feito; mas os Papistas deram o alarme, e, reunindo uma turba, perseguiram a assembléia, tão violentamente, que se temeu que a adoração fosse abandonada, especialmente, porque nenhum magistrado interferiria. Quando prestes a desistir, um incidente singular ocorreu para restaurar a confiança dos adoradores. Um pensionário militar veterano surpreendeu o pregador e seus amigos, tomando seu posto em uma árvore na praça do mercado, mosquete na mão, e proclamando com um terrível juramento, que ele atiraria no primeiro homem que passasse pela árvore para perturbar a reunião. Ele era um escocês, perverso, mas com altas noções hereditárias de decoro religioso, e boa coragem para mantê-las. "Sua palavra", diz um escritor contemporâneo, "foi certamente atendida com poder, de alguma sorte, porque nenhum dos perturbadores, embora gritasse à distância, tentou passar os limites prescritos". O firme velho soldado montou guarda na árvore regularmente, a cada visita do pregador, por diversas semanas, até que ele ganhou completamente o campo. "Que estranhos instrumentos", escreve um pregador Metodista, que registrou o caso no local, "são algumas vezes levantados para impedirem ou malograrem os desígnios do inferno!".   Mas os amedrontados revoltosos buscaram vingança entre outro lugar. M'Burney tentou pregar perto da vila vizinha de Enniskillen. Enquanto a congregação estava cantando, a plebe, armada com porretes, entrou apressadamente, quebrando as janelas e violentamente ameaçando homens e mulheres. O pregador foi derrubado, e arrastado na terra. Ele ficou algum tempo desmaiado, sob os socos dos revoltosos.  Quando despertou, tentou erguer-se, mas cambaleou e caiu novamente. Um bandido colocou seu pé sobre seu rosto, jurando que ele "arrancaria o Espírito Santo para fora dele". "Possa Deus perdoá-lo, eu o perdôo",  exclamou o sofredor, tão logo pôde falar. Ele, então, subiu em seu cavalo, e um dos desordeiros montou atrás dele, e o jogou impetuosamente abaixo da montanha ao lado da cidade, onde ele foi resgatado por um cidadão hospitaleiro.  Pregando por quanto tempo teve forças, e regozijando-se que tivesse sido considerado merecedor de sofrer por Cristo, ele morreu, por fim, dos ferimentos assim recebidos, e reivindica na história do Metodismo irlandês, a honrosa posição conferida a Thomas Beard, naquela da Inglaterra. Não obstante suas freqüentes revoltas, Wesley sempre afirmou que o irlandês era o povo mais educado que ele alguma vez encontrou; e que em suas choupanas pobres, contatava-se a mesma cortesia, como nas cortes de Londres ou Paris. "As choupanas  úmidas, sujas, cheias de fumaça de Ulster", disse um dos pregadores, "eram uma boa experiência; mas o que faz dupla reparação para todas as inconveniências, a qualquer pregador que ame a Palavra de Deus, é que nosso povo aqui é, em geral, o mais zeloso, ardente, e afetuoso cristão no reino". "Eu tive muito dor de cabeça e dores no peito",  escreveu outro, "mas foi agradável ver centenas atendendo à minha pregação desajeitada com os olhos lacrimejantes. e atenção, tão quietos quanto a noite". O Metodismo ganhou muitos convertidos do Papismo, e dentre eles, conseguiu um dos mais distintos pregadores antigos, um homem extraordinário, cujo nome, perfumado pelas argumentações devotadas, ainda persiste, como uma palavra familiar, em suas casas, em ambos os hemisférios. Enquanto Robert Swindells, um devotado pregador leigo, que como temos visto, acompanhou Wesley à Irlanda em 1748, estava discursando para uma grande congregação, em Limerick, em 1749, um jovem que tinha sido treinado em uma rigorosa Igreja Católica Romana, mas cuja inteligência e aspecto melancólico traíam uma mente indecisa e inquiridora, tomou seu lugar em meio à multidão, atraído, não tanto pela novidade do cenário, mas pela esperança de que algumas palavras apropriadas às suas ansiedades religiosas pudessem ser afirmadas pelo humilde pregador. A palavra necessária foi proferida, no texto do itinerante: "Venham até mim, todos que estiveram cansados e oprimidos e eu lhes darei descanso". Vinte anos mais tarde, John Wesley escrevia, a respeito deste jovem irlandês, que ele conheceu um rapaz que era tão completamente familiarizado com a Bíblia, que, se ele fosse questionado, concernente a alguma palavra Hebraica no Velho, ou alguma Grega, no Novo Testamento, ele diria, depois de uma breve pausa, não apenas quão frequentemente ela ou outra ocorria na Bíblia, mas qual o significado em cada lugar.  Tal mestre do conhecimento Bíblico ele diz, que nunca vira antes, e nem esperava algum dia ver novamente. Seu nome era Thomas Walsh. Seus pais Católicos rigorosos ensinaram-lhe, quando criança, a Oração do Senhor e a Ave-maria em irlandês (sua língua nativa), e também centena de Salmos em Latim. Ele aprendeu Inglês aos oito anos de idade, e, mais tarde, a gramática em Latim, sob a instrução de seu irmão, um professor, designado para o sacerdócio Papal, mas que, ao ler as Escrituras, descobrira razões para abandonar a fé de sua família. O jovem Walsh, cujo temperamento foi essencialmente sério, se não melancólico, tinha profundas preocupações religiosas em sua infância. Ele se descobriu tão frequentemente aterrorizado pelas suas apreensões da morte e condição futura, e tão rigoroso em seus exercícios religiosos, mas "apenas uma pequena parte deles era endereçada a Deus, o restante era para santos e anjos". Dos seus quatorze a dezesseis anos, ele foi mais do que nunca devotado às exigências de sua fé, particularmente, à Missa.  Ele era escrupuloso, com respeito aos mais ordinários vícios, especialmente, a profanação, exceto as formas insignificantes dela, com a qual a Língua nativa Irlandesa abundava mais do que qualquer outra. Entretanto, suas impressões religiosas aprofundaram-se e se tornaram intensas. "As setas do Altíssimo",  ele diz, "golpeou-me rapidamente, e meus próprios ossos tremem, por causa de meus pecados". Ele confessou ao seu padre, que o aconselhou "muitas orações", mas não pareceu compreender seu caso. Então, esforçou-se para distrair-se com as recreações, mas "um inferno", ele diz, "abriu-se em meu peito". Ele jejuou rigorosamente, e orou incessantemente, e em sua agonia, algumas vezes, atirou-se ao chão, arrancando os próprios cabelos. Ele registra com mórbida hesitação suas quedas e pecados; as Confissões de Agostinho dificilmente sobrepujam esses breves registros, na candura e remorso; ainda assim, ele diz que "era como alguém que golpeava o ar", já que não tinha a Bíblia para instruí-lo. Em seus dezoito anos, as conversas com seu irmão o conduziram a sérias dúvidas, concernentes as pretensões do Papismo. A Igreja havia proporcionado à sua mente desperta, nenhum alívio satisfatório, e sua inteligência revoltou-se de seus absurdos manifestos. Em um encontro marcado com seu irmão e outros amigos Protestantes, na qual a Bíblia e as Festividades de Neslon e jejuns da Igreja da Inglaterra, eram consultados e discutidos, até meia-noite, ele sentiu-se constrangido, e diz: "dar lugar à luz da verdade". Por volta da uma da manhã, ele retornou para seus aposentos, caiu de joelhos, e, pela primeira vez, orou a Deus somente. Nenhum santo ou anjo foi, alguma vez, invocado por ele, porque agora se convencera de que "existia apenas um Deus, e um mediador entre Deus e o homem, o homem Jesus Cristo”. Seu pai tentou corrigi-lo, mas não pode responder aos seus argumentos. Sua sincera leitura das Escrituras derrubou os sofismas pelos quais a invocação dos santos e outros erros do Papismo apoiavam-se. Seu intelecto vivo, e perspicaz estava surpreso com a total ausência de quaisquer insinuações desses erros nos registros divinos. Ele expressamente abjurou o credo de sua família, e ligou-se à Igreja Estabelecida. Mas seu coração sincero estava cheio de amor; ele fala dos Papistas, em uma linguagem que é incomum a tais convertidos: "eu testemunho",  ele escreve, "que eles têm um zelo por Deus, embora não de acordo com o conhecimento. Muitos deles têm justiça, misericórdia, e verdade, e podem, (não obstante muitos erros no sentimento, e, portanto, na prática, devida à ignorância invencível) agir em conformidade, uma vez que, assim como é  a majestade de Deus, assim é sua misericórdia". Ele acreditou que depois de seu esclarecimento, ele não poderia ser salvo, enquanto com eles, mas que os homens sinceros que não estavam assim convencidos seriam aceitos por Deus, na comunhão deles; e colocou a questão de lado com uma oração tocante em benefício deles, que bem seria substituída por muito da severidade e dogmatismo com que eles eram comumente tratados. Sua renúncia ao Papismo, o aliviou de muitas preocupações supersticiosas da mente, mas aprofundou sua ansiedade religiosa. Sua consciência, ele diz, ainda o condenou; "não existe descanso, em meus ossos, por causa de meus pecados". Foi neste estado de mente, que ele ouviu Robert Swindells proclamar  na Parade ground, em Limerick: "Venham todos que estão cansados e oprimidos". Os itinerantes evangélicos logo penetraram a sua vila nativa de Newmarket. Ele os saudou e reuniu uma pequena sociedade Metodista lá; e, agora, ele diz, que a mais pura luz começou a surgir sobre ele, porque ele não viu sua "culpa apenas, mas  toda a suficiência de Cristo".   - Parade ground - (Cerimônia Militar) - Depois de uma batalha, quando o toque de retirada soou, e a unidade se reuniu para proceder a leitura dos nomes, e contar os mortos, um buraco foi feito. O morto era colocado dentro dele, e ninguém usaria a área como uma via pública. Hoje a parade ground representa este quadrado, desde então: a  formação militar dos mortos. Os itinerantes, verdadeiros quanto ao espírito do Metodismo, contenderam não a respeito de questões eclesiásticas ou dogmáticas, até mesmo com os Papistas, mas proclamaram as doutrinas vitais da religião pessoal. Em uma de suas assembléias: "Eu estava divinamente seguro", ele diz, "que Deus, por causa de Cristo, perdoou todos os meus pecados; o Espírito de Deus testemunhou com meu espírito que eu era filho de Deus. Eu irrompi em lágrimas de alegria e amor"; e um amigo ao meu lado recebeu o mesmo consolo, na mesma hora. Ele vivia agora, escreveu seu biógrafo, como em outro mundo. Uma vida mais santificada do que a que ele exemplificou, desde aquele momento, até sua morte, não pode ser encontrada nos registros da devoção Papal ou Protestante. A vida de Thomas Walsh, diz Robert Southey, "poderia, de fato, quase convencer um Católico de que os santos podem ser encontrados em outras comunhões, assim como na Igreja de Roma". Ele viu no Metodismo, uma genuína reprodução da igreja apostólica, e entregou-se ao estudo, para que pudesse mais bem promover sua maravilhosa missão. Além de sua Língua Irlandesa nativa, ele dominava o Inglês, Latim, Grego, e Hebraico; o último, era especialmente um sublime deleite para ele, como a Língua com que o próprio Deus tinha originalmente falado ao homem. Ele se levantava às quatro horas, e continuou a fazer isto, o resto de sua vida, a estudar a Bíblia, e a lê-la frequentemente de joelhos. "Verdadeiramente louvável e meritório estudo!", ele explica, "através do qual o homem é capaz de conversa com Deus, com anjos santos, com patriarcas e profetas, e claramente expor aos homens a mente de Deus, na linguagem de Deus!".  Ele acreditou, até mesmo, que uma inspiração divina o ajudaria nestes estudos sagrados; e tal foi seu sucesso com eles, que provavelmente nenhum homem, algumas vezes, sobrepujou a ele no conhecimento da palavra de Deus. Sua memória era a concordância da  Bíblia completa. Nenhum santo Católico alguma vez meditou mais assiduamente ou devotadamente sobre seu Breviário, do que este notável homem sobre as Escrituras originais, durante o resto de sua vida. Seus estudos foram misturados com orações e súplicas. "Voltando sua face contra o muro, e erguendo seu coração e semblante ao céu, com seus braços apertados em seu peito, ele permanecia por algum tempo, diante do Senhor, em solene lembrança, e novamente retornava ao seu trabalho". Enquanto isto, clamava: "Eu quero descansar em Ti! Eu tenho sede da vida divina. Eu oro pelo Espírito da iluminação. E coloco minha alma em Jesus Cristo, o Deus da glória, e o Redentor do mundo. Eu desejo ser obediente a ele, ser seu amigo, servo, discípulo, e sacrifício". Tal foi este bom e este sublime homem, um nobre troféu, ganho pelos pregadores iletrados do Metodismo, das superstições abjetas do Papismo. Ao lermos o breve registro de sua vida, nos parece que temos diante de nós uma combinação e personificação da grandeza Hebraica dos antigos profetas, a piedade mística dos santos papais, e a inteligência bíblica e pureza do Protestantismo. Ele contemplou, com um sentimento de temor a responsabilidade do ministério cristão, e entrou para ele com uma hesitação e humildade trêmula. "Senhor Jesus!",  ele orou, diante deste cenário, "Senhor Jesus, eu coloco minha alma, aos teus pés, para ser ensinado e governado por Ti. Desvenda-me o mistério, e mostre-me a verdade como ela está em Ti; sejas meu sol e estrela, dia e noite". Uma vez, na primeira ordem do ministério leigo, nenhum membro contemporâneo tornou-se mais eminente pelo zelo, trabalhos e sofrimentos. Ele caminhava trinta milhas, para seu primeiro compromisso, que era em um celeiro, em meio às contradições e escárnio de alguns, e as lágrimas de outros, pregadas com um efeito que demonstrava a autenticidade de sua missão. Walsh proclamou sua mensagem, com notável poder, todos os dias, por algumas semanas em Limerick; e seus ouvintes despertos, algumas vezes, não poderiam ser induzidos a deixar o lugar, onde eles o ouviam, até que recebessem a paz de Deus.  Como uma chama , através de Leinster e Connaught, pregando duas a três vezes ao dia, usualmente em campo aberto. Multidões de todas as denominações atendiam suas ministrações, e logo tornou-se conhecido em toda a região. Seu comando da Língua Irlandesa deu a ele uma grande vantagem com os nativos Papistas. Eles se reuniam para ouvir sua própria linguagem rude, mas tocante; eles choravam, batiam no peito, e invocavam a Virgem em soluções, e declaravam-se prontos a segui-lo, como a um santo por todo o mundo. Os pedintes se reuniam em torno dele, quando passava, e, comovidos por suas palavras, ajoelhavam-se nas estradas e choravam e oravam. Um Papista que poupara seu salário, para deixar a um padre ou frade, para as missas por sua alma, quando estivesse morto, recorreu a Walsh, pedindo que pegasse o dinheiro e a responsabilidade da oração para tirar sua alma do purgatório.  "Nenhum homem pode perdoar seus pecados", disse o pregador, "o dom de Deus não pode ser comprado com dinheiro; apenas o sangue de Cristo pode nos limpar do pecado". O atônito Romanista ficou profundamente afetado, e clamou sinceramente a Deus, enquanto Walsh ajoelhou-se ao seu lado, e orou por ele, em Irlandês. Um nativo, com quem ele conversava em Inglês, enfureceu-se com suas advertências religiosas, e declarou que, "embora ele fosse morto, por isto, ele estaria satisfeito", acrescentando com um juramento: "tu nunca mais enganarás outro, porque serei a morte para ti, agora". Walsh imediatamente o reprovou em Irlandês: "Por que tu não falaste assim comigo no início?", exclamou o exaltado homem. "O leão tornou-se um cordeiro", diz o pregador, "enquanto eu lhe permiti conhecer em Irlandês, o que Cristo fizera pelos pecadores. E ele partiu, com o coração quebrantado". Quando pregando em Irlandês, os ouvintes que não entendiam seu discurso ficavam, no entanto, algumas vezes impressionados, com sua maneira sincera e comovente, e um exemplo é relatado, de um homem que, ouvindo-o em Dublin, sentiu-se assim "tocado no coração". É certo que nenhum homem contribuiu mais do que Walsh para a difusão do Metodismo na Irlanda. Os sacerdotes Católicos ficaram alarmados com seu sucesso, e incitaram a plebe contra ele. Em seu caminho para Roscrea, ele foi atacado por setenta e oito homens armados com porretes; ele ficou surpreso com a ilógica, mas hibérnica generosidade, porque eles propuseram trazer um clérigo da Igreja da Inglaterra, e um padre Católico para convertê-lo a ambas a fé, como lhe agradassem, e, então, o deixariam partir em paz. Ele lhes respondeu que não viera discutir opiniões, mas pregar contra a maldade de alguma ou de todas as faccões. Isto lhes pareceu compreensível. Não obstante, ofereceriam-lhe sua liberdade, se ele jurasse nunca mais vir a Roscrea; mas ele preferiria sofrer um martírio, a dar tal garantia. Então, eles o arrastaram, urrando como animais, e o colocaram em um poço, que haviam garantido para este propósito; mas sua calma e coragem despertaram a admiração de alguns da plebe, e, enquanto uma parte gritava veementemente que ele fosse jogado na água, uma outra declarava que ele não poderia. O ministro paroquiano interferiu, e o conduziu a uma estalagem. Mas a plebe o tirou para fora novamente, e, sendo o dia de feira, ele bravamente tomou seu lugar em meio à turba, no meio da rua, e começou a pregar; mas alguns da multidão o prenderam por detrás, e apressaram-se para tirá-lo da cidade. Ele, por fim, montou em seu cavalo, e, tirando seu chapéu, orou por algum tempo, em meio deles, e então, exortou-os em um persuasivo conselho: "Eu me desprendi deles, por fim", ele escreve, "em paz de consciência e serenidade de mente". Eles não o dominaram; ele retomou seus trabalhos na cidade, e o Metodismo foi seguramente plantado lá. Também em Cork, proclamou o Evangelho, quando esteve; e, em uma cidade perto desta, os sargentos, enviados pelo magistrado, vieram prendê-lo, quando prestes a pregar, debaixo de uma árvore. Ele abriu a Bíblia em Jó 21:3  "Sofrei-me, e eu falarei; e havendo eu falado, zombai". Os oficiais, interessados, a princípio, pela singularidade do texto, e mais tarde, pela eloqüência dele, ouviram-no atentamente, durante o sermão. Então, o conduziram ao magistrado, que ordenou uma promessa de que ele não pregaria mais lá. Ele perguntou se não havia praguejadores, bêbados, e não cumpridores do Sabbath na cidade. "Há", foi a resposta. Ele se recusou a fazer a requerida promessa, mas intimou que, se nenhuma reforma resultasse em meio a tais ofendedores, depois que ele tivesse pregado, em pouco tempo, ele não os perturbaria mais. Isto, no entanto, não foi satisfatório, e ele foi enviado à prisão. Toda a cidade pareceu sensibilizada a favor dele; porque seu notável caráter e talentos impressionaram todos que o ouviram. Diversas pessoas o acompanharam até a prisão, onde passaram a noite cantando hinos. Os habitantes da cidade enviaram roupas de cama e provisões para ele, e ele pregou para uma multidão fora, que se estendia, até onde sua voz poderia alcançar, através das grades da janela. Ele, mais tarde, visitou o lugar repetidamente, como declarara que faria; e, anos mais tarde, seu biógrafo registra que permanecia no local, frutos vivos de sua obra e sofrimentos. No Norte da Irlanda, ele foi ainda mais severamente tratado, pelos críticos Protestantes; com febre, ocasionada pela exposição em suas tentativas de escapar de seus perseguidores cristãos, sua vida esteve diversas semanas em perigo. Seu nome tornou-se bem conhecido em meio às Igrejas Católicas, por toda a região. O povo comum o ouviria, não obstante, os protestos de seus sacerdotes, e muitos se transformaram, não apenas do Papismo, mas de flagrantes vícios, o arrependimento e vida santa. Todos os tipos de registros depreciativos foram espalhados ao redor, para impedi-los de ouvir sua pregação. Em Clonnel, o sacerdote assegurou à sua congregação, que o itinerante eloqüente tinha sido um servo para certo padre, e que roubara livros de seu mestre, e que, por isto, aprendera a pregar, e estava agora aproveitando-se de sua habilidade recém adquirida, para uma vida melhor. Em Cork, os Papistas se reuniram para ouvi-lo e muitos foram convertidos; os sacerdotes ficavam grandemente irritados, e um deles afirmou publicamente que "quanto a este Walsh, que, há algum tempo, tornou-se herege, e saía para pregar, ele estaria morto, há muito, e quem pregasse desta maneira, seria o diabo, em sua figura". Tal era a única maneira em que eles poderiam compreender o poder de seus discursos, com respeito à multidão ignorante. O povo, no entanto, corria atrás dele, e chorava e gritava alto, a cada palavra que ele proferia nas montanhas, estradas, nos prados, nas casas, prisões, e navios. Eles frequentemente o seguiam, quando o sermão estava concluído, pedindo por instrução adicional. Também iam para seus aposentos, para pedirem seus conselhos e orações, e se ajoelhando, sob suas exortações, pediam, com lágrimas, à Virgem e Apóstolos, até que ele os impedisse, e os instruísse melhor. Como era o hábito de Wesley mudar seus pregadores frequentemente, Walsh foi enviado a Londres, onde foi útil, entre conterrâneos irlandeses. Ele discursava, na própria Língua, em Moorfields, e em Short's Gardens, e eles se reuniam para ouvi-lo em seu Idioma nativo, tão eloquentemente usado. Walsh pregava constantemente, duas vezes ao dia, e com tal fervor que um de seus amigos íntimos disse que dificilmente seria possível autorizar um estranho a conceber o brilho de sua alma, e a energia de seu espírito nestas ocasiões; " tal canal da oratória divina corre por toda a sua linguagem, como raramente encontramos". Wesley o chamou de "aquele homem abençoado"; "onde quer que ele pregasse", acrescenta, " a palavra, se em Inglês, ou Irlandês, era mais afiada do que uma espada de dois gumes. Eu não me lembro de alguma vez ter conhecido um pregador que, em tão poucos anos, foi o instrumento para converter tantos pecadores". Em Londres, ele frequentemente discutia com os Judeus. Ele atendia suas sinagogas, e seu conhecimento íntimo do Hebraico o capacitava a raciocinar com eles, em suas próprias Escrituras originais. Durante nove anos, este homem notável buscou seu curso, incansável e luminoso. Ele terminou, por fim, como veremos mais adiante, através de uma morte de angústia mental singular, mas de triunfo final, apresentando uma lição surpreendente, bem merecedora do estudo dos melhores homens. Os Metodistas itinerantes na Irlanda, visitados frequentemente pelos Wesleys, e estimulados, se não, de fato, conduzidos, por este talentoso e ardente pregador nativo, plantaram sua causa na maioria das regiões. O Metodismo foi destinado passar por tantas vicissitudes, e mostrar sua energia naqueles tempos, tanto pela duração, quanto pelo progresso; mas enraizou-se maneira erradicável no solo, e talvez  não seja muito dizer, que ele salvou o Protestantismo em muitas partes da ilha. As perseguições diminuíram; Wesley foi recebido mais tarde, com a veneração de um apóstolo; "o escândalo da cruz", ele escreveu, "cessou, e todo o reino, ricos e pobres, Papistas e Protestantes, comportou-se com cortesia, mais do que isto, com boa-vontade".  Ele se regozijou, por fim, da mais larga sociedade em Dublin, do que em qualquer outro lugar no Reino Unido, exceto em Londres. Ele direcionou seu curso para a ilha sempre, com um interesse peculiar, e o tempo que gastou lá, em suas numerosas visitas, somou-se, por fim, seis anos.   /012Ÿ ¡ Þ ÷ ½ ¿ Åè‚™›cˆØòÁÃçô_m×äóy¥¶Öð$%7@Ä,BM·vwxV f Æ#Ç#È# $F$ñíæíÝí×í×í×Î×ÎíÈ¿È×í×Î×Î×í¹°¹°¹°¹°¹°¹°¹°§°§°¹°¹°¹×£”í×ÎhÍn0J6] hÍn0Jh¦%yh‘[0J6]h¦%y0J6] h¦%y0Jh}0J6] h}0Jhˆg%0J6] hˆg%0Jhˆg%0J5\ hˆg%hˆg%hˆg%hˆg%hˆg%5B*\phÿ:02  ¡ ¾ ¿ ‚š›ÂÃwxÇ#È#Ç&È&i(j(7,8,÷÷÷÷ëëëëëëëëëëëëëëëëßßÓÓ $„Ä`„Äa$gd%b $„Ä`„Äa$gdQ0ù $„Ä`„Äa$gdˆg%$a$gdˆg%hÒýF$Ù$Ú$ã$ %>%S%‰%”%Ÿ%Ç%È%æ%Æ&È&B'h(j()')6,8,ð,-™.Í.Î.Ó.ì.D/F/’0¼011Ô1Ý1ê1b4c4e4;7k7n8’8”8D9“9”9I:¨:;;¡=µ=À=T>V>?*?1?G?½?z@|@ëBúñêñúñúñúñúñúæúñÝ×Ý×ÓÍÄÍÄÍÄÍÄÓÍÄÍÄÍÄÍÄÍÓÍÄÍÄÓͻͻ¯»Ó»¯»¯Ó»¯»¯»¯Ó¥h%bh%b0J\h%bh%b0J6]h%bh%b0Jh%b0J6] h%b0Jh%b hQ0ù0JhQ0ù0J6]hˆg% hˆg%hˆg%hˆg%0J6] hˆg%0JA8,E/F/d4e4“8”8Ž;;U>V>{@|@þCÿC%G&G K KDPEPéTêTŸW W`óóóóóóóóóóóóóóóóççççççççÛ $„Ä`„Äa$gd‰- $„Ä`„Äa$gd/U¥ $„Ä`„Äa$gd%bëB=CICœCáCýCÿCE1EWFdFeFrF$G&G%HIH1JFJ|JŸJ«J K4L@LML{LuNNžNçNPCPAQQÕRßRêRDS×VžWZ5ZB[Y[™[O\i^‡^¼^%_Q_b_` b+bØd‚e‡j¢jïjÿj…p¯pfq€q§ròèòèòäèÝèòÐèòäèòèòèòèòÌÅÌÅÌÅ»³ÌÅÌÅÌÅÌÅÌÅÌÅÌÅÌÅÌÅÌÅÌÅ̯¨¯¨¯¨¯¨¯¨¯¨¯ h‰-6]h‰-h/U¥h/U¥6h/U¥h/U¥6] h/U¥6]h/U¥h%bh[JØ0J6\] h%b0J\h%bh%bh%b0J\h%bh%b0J6\]B``îcïcwhxhll°p±pAtBtww |¡| ðƒñƒÁ‡Â‡÷ŒøŒa“b“óóóóóóóóóóóóóóóçççççççççç $„Ä`„Äa$gdchº $„Ä`„Äa$gd‰-§rÃrÛrûr¿sßsðs?tÃuÓuãu%vLxTxŽz›z¼zU{ì{ |H|ž|¯~ï(‚C‚Sƒdƒïƒl‡Â‡›ŒöŒŽŽ§Ž±Ž1A¤±ºÑ ‘0‘1‘C“_“b“4”ˆ”¡–²–À–˜%šešÊšøšÙ› œpžž™žLŸš $¡£L£[£¤¦ê¦§û§h¨ªª9ªùõùõùõùõùõùõñõùõùõùõùõùõíæíæíæíæíæíæíæíæíæíæíæÜíæÕíæÑÕÑÕÑÕÑÕÑÕÑÕÑÕÑÕÑÕÑÕÑÕÑÕÑñÊñ h'p§6]húH) húH)6]hchº56\] hchº6]hchºh'p§h‰- h‰-6]Pb“‰”Š”}™~™ œœ~ϥХˆ¨‰¨e¬f¬²²;´<´O¿P¿"Á#ÁIÅJÅÚÈÛÈóóóóóëóóóóßßßßßßßßßßßßßßßß $„Ä`„Äa$gd'p§$a$gdúH) $„Ä`„Äa$gdúH)9ªüªÉ°ó°±n±q²¬²Í²³?³o³Œ³¬³¼³:´+µ@µN»p»}»¬»ç¼ð¼(½s¾w¾åÅ‘ÆéÊDËXËpËrËŽËœË{̢йÐÇÐHÑdÒfÒhÒùõùõùõùõùõùõùõùõùõùõùõîùõùõùõùõùõùõùõùõùõçõ h'p§h'p§ h'p§5\h'p§ h'p§6]+ÛÈ@ÍAÍ^Î_ÎdÒgÒhÒóóóóóëé$a$gd'p§ $„Ä`„Äa$gd'p§,1h°Ð/ °à=!°¥"°¥#‰$‰%°°Ä°Ä Äœ@@ñÿ@ ˆg%NormalCJ_HaJmHsHtH>A@òÿ¡> Fonte parág. padrãoTi@óÿ³T  Tabela normalö4Ö l4Öaö ,k@ôÿÁ, Sem lista(þO¢ñ( ˆg%monobiblhÊêÿÿÿÿ02 ¡¾¿ ‚ š › ÂÃwxÇÈÇÈi j 7$8$E'F'd,e,“0”0Ž33U6V6{8|8þ;ÿ;%?&? 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