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Minutas das últimas Conversações Entre o Rev. Sr. Wesley e Outros.
25.06.1744 – domingo DOUTRINA DA JUSTIFICAÇÃO: As seguintes pessoas se encontraram na Fundição: John Wesley; Charles Wesley; John Hodges, Reitor de Wenvo; Henry Piers, Pároco de Bexley; Samuel Taylor, Vigário de Quinton; e John Meriton; depois de algum tempo em oração, o objetivo de nosso encontro foi proposto; ou seja, considerar:
Nós começamos, considerando a doutrina da justificação: As questões relacionando-se com a essência das respostas dadas foram como se seguem: 1. O que é ser justificado? Ser perdoado e recebido no favor de Deus; em tal estado, que, se nós continuarmos nele, seremos finalmente salvos. 2. A fé é condição da justificação? Sim; porque todo aquele que crê não é condenado; e todo aquele que crê é justificado. 3. Mas o arrependimento e as obras do arrependimento não devem preceder esta fé? Sem dúvida; se, pelo arrependimento, você quer dizer convicção do pecado; e pelas obras apropriadas ao pecado, obediência a Deus, tanto quanto pudermos, perdoando nosso irmão, abandonando o mal, fazendo o bem, e usando suas ordenanças, de acordo com o poder que temos recebido. 4. O que é fé? A fé em geral é a convicção elegcov (elenchos), divina, extraordinária das coisas que não são vistas; ou seja, do passado, futuro ou coisas espirituais; É um sinal espiritual de Deus e das coisas de Deus. Primeiro. Um pecador é convencido pelo Espírito Santo que "Cristo me amou e deu a si mesmo por mim". Esta é aquela fé, através da qual ele é justificado, perdoado, no momento em que a recebe. Imediatamente, o mesmo Espírito testemunha: "Tu estás perdoado; tu tens a redenção no sangue Dele". E esta é a fé salvadora, por meio da qual o amor de Deus se espalha em seu coração. 5. Todos os cristãos têm essa fé? Um homem não pode ser justificado, e não conhecê-la? Que todos os cristãos verdadeiros têm tal fé que implica uma segurança do amor de Deus, aparece em Romanos 8:15 "Porque não recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes em temor, mas recebestes o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai". II Coríntios 13:5 "Examinai-vos a vós mesmos, se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não sabeis quanto a vós mesmos, que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados". Hebreus 8:10 "Porque esta é a aliança que depois daqueles dias Farei com a casa de Israel, diz o Senhor; Porei as minhas leis no seu entendimento, E em seu coração as escreverei; E eu lhes serei por Deus, E eles me serão por povo". I João 4:10, 19 "Nisto está o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós, e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados". E que nenhum homem pode ser justificado e não conhecê-la, aparece mais adiante, da natureza da coisa: Uma vez que a fé vem depois do arrependimento; alívio, depois da dor; descanso depois da luta; luz, depois da escuridão. Parece também dos imediatos, assim como dos posteriores frutos dela. 6. Mas um homem pode ir ao céu, sem ela? Não parece dos santos escritos que um homem que ouve o Evangelho pode fazer o que quer que um ateu possa. (Marcos 16:16) "Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado". (Romanos 2:14) "Porque, quando os gentios, que não têm lei, fazem naturalmente as coisas que são da lei, não tendo eles lei, para si mesmos são lei". 7. Quais são os frutos imediatos da fé justificadora? Paz, alegria, amor, poder sobre todo pecado exterior, e poder para reprimir o pecado interior. 8. Pode algum crente, que não tenha testemunho em si mesmo, ou não mais do que ele vê, ama, e obedece a Deus? Nós compreendemos que não; vendo que Deus é a própria essência da fé; amor e obediência são propriedades inseparáveis dela. 9. Quais pecados são consistentes com a fé justificadora? Não o pecado obstinado. Se um crente peca, obstinadamente, ele lança fora sua fé. 10. Pode aquele que crê vir para um estado de dúvida, ou medo, ou escuridão? Ele fará isto, então, exceto pela ignorância ou infidelidade? Deus, por outro lado, se afasta? É certo que um crente não precisa mais vir para a condenação. Parece que ele não pode vir para um estado de dúvida, ou medo, ou escuridão; e que (extraordinariamente, ao menos), ele não virá, exceto através da ignorância ou infidelidade. Ainda assim, é verdade que a primeira alegria dificilmente dura muito. Que ela é comumente seguida pelas dúvidas e medos; e que Deus freqüentemente permite grande aflição, antes de alguma grande manifestação de si mesmo. 11. As obras são necessárias para a continuidade da fé? Sem dúvida; porque um homem pode ser privado do dom livre de Deus, quer pelos pecados de omissão ou execução. 12. A fé pode ser perdida por falta de obras? Ela não pode, a não ser através da desobediência. 13. Como é que a fé "se torna perfeita pelas obras?". Quanto mais exercemos nossa fé, mais ela é aumentada. "Àquele que tem, lhe será dado". 14. Paulo diz que Abraão não foi justificado pelas obras. Tiago, que ele foi justificado pelas obras. Eles não se contradizem. Não. (1) Porque eles não falam da mesma justificação. Paulo fala daquela justificação que existiu quando Abraão tinha setenta e cinco anos, mais de vinte anos antes de Isaac ter nascido. Tiago, da justificação que foi quando ele ofereceu Isaac no altar. (2) Porque eles não falam das mesmas obras. Paulo fala das obras que precedem a fé. Tiago, das obras que surgem dela. 15. Em que sentido o pecado de Adão foi imputado a toda a humanidade? Em Adão, todos morrem; ou seja: (1) Nossos corpos, então, tornam-se mortais. (2) Nossas almas morreram; ou seja, foram desligadas de Deus. E disto: (3) Todos nós nascemos com uma natureza pecadora e diabólica. Por causa disto: (4) Somos filhos da ira, sujeitos à morte eterna. (Romanos 5:18) "Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação de vida". (Efésios 2:3) "Entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também". 16. Em que sentido a retidão de Cristo foi imputada a toda a humanidade, ou aos crentes? Nós não encontramos, expressamente afirmado, nas Escrituras, que Deus imputa a retidão de Cristo a alguém, embora nós encontremos que a "fé é imputada" a nós "pela retidão". Aquele texto: "Assim como pela desobediência de um homem, todos os homens foram feitos pecadores, então, pela obediência de Um, todos foram feitos justo", nós concebemos significar: pelos méritos de Cristo, todos os homens são limpos da culpa do pecado real de Adão. Nós entendemos, mais adiante, que, através da obediência e morte de Cristo: (1) Os corpos de todos os homens se tornam imortais, depois da ressurreição. (2) Suas almas recebem a capacidade da vida espiritual. E (3) Uma centelha, ou semente, real dela. (4) Todos os que crêem se tornam filhos da graça; reconciliado com Deus; e, (5) Feitos parceiros da natureza divina. 17. Nós não aprendemos, então, por descuido, muito em direção ao Calvinismo? Nós tememos que sim. 18. Nós também não aprendemos em direção ao Antinomianismo? Tememos que sim. 19. O que é o Antinomianismo? A doutrina que torna nula a lei, através da fé. 20. Qual são os pilares principais dela? (1) Que Cristo aboliu a lei moral. (2) Que, portanto, os cristãos não são obrigados a observar isto. (3) Que um ramo da liberdade cristã é a liberdade da obediência aos mandamentos de Deus. (4) Que é escravidão fazer uma coisa, porque ela é ordenada, ou proibi-la, porque é proibido. (5) Que um crente não é obrigado a usar das ordenanças de Deus, ou praticar boas obras. (6) Que um pregador não deveria exortar as boas obras; nem os descrentes, porque é danoso; nem os crentes, porque é desnecessário. 21. Qual foi o motivo de Paulo ter escrito sua Epístola aos Gálatas? A vinde de certos homens em meio aos gálatas, que ensinaram: "Exceto se você for circuncidado, e mantiver a lei de Moisés, você não poderá ser salvo". 22. Qual o principal objetivo dele nela? Provar: (1) Que nenhum homem pode ser justificado ou salvo pela obras da lei, quer moral ou ritual. (2) Que todo crente é justificado pela fé em Cristo, sem as obras da lei. 23. O que ele quer dizer por "obras da lei?". (Gálatas 2:16, etc.) "Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo, nós temos também crido em Jesus Cristo, para sermos justificados pela fé em Cristo, e não pelas obras da lei; porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será justificada. Pois, se nós, que procuramos ser justificados em Cristo, nós mesmos também somos achados pecadores, é porventura Cristo ministro do pecado? De maneira nenhuma. Porque, se torno a edificar aquilo que destruí, constituo-me a mim mesmo transgressor. Porque eu, pela lei, estou morto para a lei, para viver para Deus. Resposta: Todas as obras que não brotam da fé em Cristo.
24. O que é estar "sob a lei?". (Gálatas 3:23) "Mas, antes que a fé viesse, estávamos guardados debaixo da lei, e encerrados para aquela fé que se havia de manifestar". Resposta: Estar sob a dispensação mosaica. 25. Que lei Cristo aboliu? A lei ritual de Moisés. 26. O que significa, pela liberdade? (Gálatas 5:1) "Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão". Liberdade (1) Da lei. (2) Do pecado. 26 de Junho – terça-feira de manhã DOUTRINA DA SANTIFICAÇÃO: Com respeito à qual, as questões perguntas e a essência das respostas dadas foram como se segue: 1. O que é ser santificado? Ser renovado na imagem de Deus, na retidão e santidade verdadeira. 2. É a fé condição, ou o instrumento da santificação? É ambos, condição e instrumento dela. Quando começamos a crer, então santificação começa. E como a fé aumenta, santidade aumenta, até ele sejamos recriados. 3. O que está implicado em ser um cristão perfeito? O amar ao Senhor nosso Deus com todo nosso coração, e com toda nossa mente, e alma, e força. (Deuteronômio 6:5) "Amarás, pois, o SENHOR teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças". (Deuteronômio 30:6) "E o SENHOR teu Deus circuncidará o teu coração, e o coração de tua descendência, para amares ao SENHOR teu Deus com todo o coração, e com toda a tua alma, para que vivas". (Ezequiel 36:25-29) "Então aspergirei água pura sobre vós, e ficareis purificados; de todas as vossas imundícias e de todos os vossos ídolos vos purificarei. E dar-vos-ei um coração novo, e porei dentro de vós um espírito novo; e tirarei da vossa carne o coração de pedra, e vos darei um coração de carne. E porei dentro de vós o meu Espírito, e farei que andeis nos meus estatutos, e guardeis os meus juízos, e os observeis. E habitareis na terra que eu dei a vossos pais e vós sereis o meu povo, e eu serei o vosso Deus. E livrar-vos-ei de todas as vossas imundícias; e chamarei o trigo, e o multiplicarei, e não trarei fome sobre vós". 4. Isto implica que todo pecado interior é tirado de dentro? Sem dúvida; ou como seria possível dizer que você está salvo "de toda impureza?". (Verso 29). 5. Nós podemos saber de alguém que está assim salvo? Qual é a prova razoável disto? Nós não podemos estar infalivelmente certos daqueles que estão assim salvos, sem os miraculosos discernimentos dos espíritos. Mas nós aprendemos, estas seriam as melhores provas que a natureza da coisa admite: (1) Se nós tivermos suficiente evidência do comportamento irrepreensível deles. (2) Se eles derem um relato distinto do momento e maneira, em que eles foram salvos do pecado e das circunstâncias disto, com tal discurso idôneo que não possa ser reprovado. E (3) se, mais tarde, depois de uma investigação estrita, de tempos em tempos, apareceu que todos os seus temperamentos, e palavras, e ações, são santos e irrepreensíveis. 6. Como podemos tratar aqueles que pensam que eles já obtiveram isto? Exortando-o a esquecer das coisas que ficaram para trás, e vigiarem e orarem sempre para que Deus possa sondas o alicerce de seus corações. 27 de Junho – quarta-feira PONTOS DE DISCIPLINA: Com respeito ao que, as questões feitas, e o conteúdo das respostas dadas foram como se segue: 1. O que é a Igreja da Inglaterra? De acordo com o 20º. Artigo, a Igreja visível da Inglaterra é a congregação de crentes ingleses, na qual a estrita palavra de Deus é pregada, e os sacramentos devidamente administrados. (Mas a palavra "Igreja" é algumas vezes tomada, em um sentido mais vago, por "uma congregação que professa crer". Assim é tomada no 26º. Artigo; e no primeiro, segundo, e terceiros capítulos de Revelação). 2. Quem é o membro da Igreja da Inglaterra? Um crente, ouvindo a pura palavra de Deus pregada, e compartilhando dos sacramentos devidamente administrados naquela Igreja. 3. O que é ser zeloso pela Igreja? Ser sinceramente desejoso de seu bem-estar e crescimento: De seu bem-estar, através da confirmação de seus membros atuais, na fé, ouvindo, e comunicando; e, de seu crescimento, pela adição de novos membros. 4. Como devemos defender a doutrina da Igreja? Ambos, através da pregação e vida. 5. Como devemos nos comportar diante de um sermão falso ou de zombaria? Se ele contém reflexões pessoais, nós podemos quietamente suportá-los: se ele blasfema contra a palavra e Espírito de Deus, é melhor que saiamos da Igreja. Em qualquer um dos casos, se houver oportunidade, seria bem melhor falar ou escrever ao Ministro. 6. Até onde é nossa obrigação obedecer aos Bispos? Em todas as coisas, indiferentes. E quanto a obedecer a eles, nós devemos observar os Cânones, até onde pudermos, em sã consciência. 7. Nós nos separamos da Igreja? Nós compreendemos que não. Nós mantemos comunhão, por desencargo de consciência, constantemente atendendo, tanto a palavra pregada, quanto os sacramentos administrados nela. 8. O que querem dizer aqueles que falam: "Vocês se separaram da Igreja?". Nós não podemos dizer certamente. Talvez, eles não tenham um significado determinado; exceto que, por Igreja, eles signifiquem eles mesmos; ou seja, aquela parte do clero que nos acusa de pregar falsa doutrina. E é certo que nós, nisto, nos separamos dela, mantendo o que eles negam. 9. Mas nós não enfraquecemos a Igreja? Eles que perguntam isto, através da Igreja, não querem dizer a si mesmos? Nós, propositadamente, não enfraquecemos as mãos de homem algum. Mas acidentalmente podemos, deste modo: Eles que ficam sabendo a verdade, através de nós, estimarão tal, de modo a negá-la menos do que faziam antes. Mas a Igreja, no sentido próprio, a congregação dos crentes ingleses, nós não enfraquecemos, afinal. 10. Você não acarreta um cisma na Igreja? Ou seja, não é provável que seus ouvintes, depois da sua morte, se dispersarão em todas as seitas e facções; ou que eles se autoconstituirão em uma seita distinta? (1) Nós estamos persuadidos que o corpo de nossos ouvintes irão, mesmo depois de nossa morte, permanecer na Igreja, exceto se eles forem expulsos. (2) Nós acreditamos, não obstante, tanto que eles serão expulsos, quanto impregnarão toda a Igreja. (3) Nós fazemos e faremos tudo que pudermos para impedir essas conseqüências que se supõe igualmente acontecerão depois de nossa morte. (4) Mas, com uma boa consciência, não podemos negligenciar a oportunidade presente se salvar almas enquanto vivermos, por temor das conseqüências que podem possivelmente ou provavelmente acontecer, depois de nossa morte. 1º. De Agosto de 1745 - Conversa em Bristol JUSTIFICAÇÃO: As seguintes pessoas se reuniram em New-Room, em Bristol: John Wesley, Charles Wesley, John Hodges, Thomas Richards, Samuel Larwood, Thomas Meyrick, Richard Moss, John Slocombe, Herbert Jenkins, e Marmaduke Gwynne; foi proposto rever as Minutas da última Conferência com respeito à justificação. E foi perguntado: 1. Como pode o que está escrito sobre este assunto ser tão complexo e obscuro? É esta obscuridade da natureza da própria coisa; ou da falta ou fraqueza daqueles que geralmente tratam dela? Nós compreendemos que esta obscuridade não surge da natureza do assunto; mas, talvez, parcialmente dela; que o diabo trabalha especificamente para tornar confuso, um assunto da maior importância: e, parcialmente, do extremo fervor da maioria dos escritores que têm tratado dela. 2. Nós afirmamos que a fé em Cristo é a única condição da justificação. Mas o arrependimento não vem antes desta fé? Sim, e, supondo-se que exista oportunidade para eles, os frutos ou obras encontradas para o arrependimento? Sem dúvida eles vêm. 3. Como, então, podemos negar que eles estão em condições de justificação? Isto não é mera disputa de palavras? Mas o conveniente é continuar a disputa nestas condições? Parece que não, embora tenha sido gravemente afligido. Mas assim que o abuso cesse, que o uso permaneça. 4. Nós devemos ler juntos a respeito dos "Aforismos Concernentes à Justificação?", do sr. Baxter? Certamente. O que foi, de acordo, lido. E desejou-se que cada pessoa presente consultasse, à tarde, às Escrituras citadas nele, e trouxesse algumas objeções que pudessem ocorrer na manhã seguinte. 2 de Agosto – sexta-feira. A Questão foi Proposta: 1. A consciência do amor perdoador de Deus é absolutamente necessária para estarmos em seu favor? Ou podem existir alguns casos isentos? Nós não nos atrevemos a dizer que não existem. 2. Ela é necessária para a santidade interior e exterior? Estamos inclinados a pensar que sim. 3. É indispensavelmente necessária para a salvação final? Supondo-se em um Papista; ou um Quacre; ou, em geral, esses que nunca a ouviram pregada? O amor espera todas as coisas. Nós não sabemos até onde algum desses podem cair, sob a circunstância da ignorância invencível. 4. Mas o que podemos dizer de alguém de nossa própria sociedade, que morre sem ela, como J. W, de Londres? Pode ser uma exceção à regra, se de fato foi realmente assim. Mas nós determinamos nada. Nós deixamos sua alma nas mãos Dele que a fez. 5. Um homem crê mais do que vê um Deus reconciliado? Nós concebemos que não. Mas admitimos que possam existir infinitos graus no ver a Deus: Tanto quanto existe entre aquele que vê o sol, quando ele brilha sobre suas pálpebras fechadas, e aquele que permanece com os olhos abertos na intensa luz de seus raios. 6. Um homem crê mais do que ama a Deus? De modo algum. Porque nem a circuncisão, nem a incircuncisão têm proveito, sem a fé que é operada pelo amor. 7. Nós temos considerado devidamente o caso de Cornélio? Ele não estava no favor de Deus, quando "suas orações e pedidos vieram para um memorial antes de Deus": ou seja, antes que ele cresce em Cristo? Não parece que ele estivesse em algum grau. Mas não falamos daqueles que não ouviram o Evangelho. 8. Mas aquelas obras dele eram "pecados magníficos?". Não. Nem foram feitas, sem a graça de Cristo. 9. Como, então, podemos manter que todas as obras feitas, antes de termos a consciência do amor perdoador de Deus são pecados, e, como tais, uma abominação para Ele? As palavras daquele que tem ouvido o Evangelho, e não crê, não são feitas como Deus tem "desejado e ordenado que sejam feitas". Ainda assim, não sabemos como dizer que elas sejam uma abominação ao Senhor, naquele que teme a Deus, e a partir deste princípio, faz o melhor que ele poder. 10. Vendo-se que existem tantas dificuldades neste assunto, nós podemos lidar mais ternamente com aqueles que se opõem a nós? Não podemos; a menos que desistamos de alguma parte da verdade de Deus. 11. Um crente está constrangido a obedecer a Deus? A princípio, ele freqüentemente está. O amor de Cristo o constrange. Depois disto, ele pode obedecer ou não; nenhum constrangimento é colocado sobre ele. 12. A fé pode ser perdida, a não ser através da desobediência? Ela não pode. Um crente, primeiro, desobedece interiormente; inclina o coração ao pecado: Então, seu intercurso com Deus é cortado; ou seja, sua fé é perdida: e, depois disto, ele pode cair no pecado exterior, estando novamente fraco, e como qualquer outro homem. 13. Como esta tal pessoa pode recuperar a fé? "Arrependendo-se e praticando as primeiras obras". (Apocalipse 2:5) "Lembra-te, pois, de onde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; quando não, brevemente a ti virei, e tirarei do seu lugar o teu castiçal, se não te arrependeres". 14. Por que motivo tão grande maioria daqueles que crêem caem, mais ou menos, na dúvida e medo? Principalmente, da própria ignorância, ou infidelidade. Freqüentemente, por não vigiarem junto à oração: Talvez, algumas vezes, de alguma imperfeição, ou falta do poder de Deus na pregação que eles ouvem. 15. Não existe uma imperfeição em nós? Nós pregamos como fazíamos a princípio? Nós não mudamos nossas doutrinas? (1) A princípio, pregamos quase totalmente para os descrentes. Para aqueles, portanto, com os quais falamos quase diariamente, sobre remissão dos pecados, através da morte de Cristo, e da natureza da fé em seu sangue. E, assim, nós fazemos ainda em meio àqueles que precisam ser ensinados, nos primeiros elementos do Evangelho de Cristo. (2) Mas aqueles nos quais o alicerce já foi colocado, nós exortamos seguir para a perfeição; o que não vimos tão claramente, a princípio; embora ocasionalmente falemos disto desde o começo. (3) Ainda assim, pregamos a fé em Cristo, e isto continuamente, tanto ao Profeta, ao Sacerdote, ao Rei, pelo menos, tão claramente, tão fortemente, e tão completamente quanto fazíamos há seis anos. 16. Nós não desencorajamos visões e sonhos muito, como se condenássemos toto genere [todo tipo] deles? Nós não pretendemos fazer isto. Nós nem desencorajamos, nem os encorajamos. Nós aprendemos de (Atos 2:17, etc) esperar alguma coisa deste tipo "nos últimos dias". "E nos últimos dias acontecerá, diz Deus, Que do meu Espírito derramarei sobre toda a carne; E os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, Os vossos jovens terão visões, E os vossos velhos terão sonhos; e também do meu Espírito derramarei sobre os meus servos e as minhas servas naqueles dias, e profetizarão; E farei aparecer prodígios em cima, no céu; e sinais em baixo na terra, Sangue, fogo e vapor de fumo". E não podemos negar que a fé salvadora é freqüentemente dada em sonhos ou visões da noite; e cuja fé nós nem consideramos melhor, nem pior, do que se viesse por alguns outros meios. 17. Alguns de nossos assistentes não pregam bastante sobre a ira, e bem pouco sobre o amor, de Deus? Eu temo que eles tenham se inclinado ao extremo; e, por isso, alguns de seus ouvintes podem ter perdido a alegria da fé. 18. Nunca devemos pregar os terrores do Senhor para aqueles que sabemos não são aceitos de Deus? Não: É tolice fazer isto; porque o amor é para eles o mais forte de todos os motivos. 19. Nós representamos comumente um estado justificado, como, tão grande e feliz, quanto ele é? Talvez, não. Um crente, caminhando na luz, é inexprimivelmente satisfeito e feliz. 20. Nós não temos um cuidado de depreciar a justificação, com o objetivo de exaltar o estado de completa santificação? Sem dúvida, devemos nos precaver disto; porque alguém pode escorregar inconscientemente nisto. 21. Como devemos efetivamente evitar isto? Quando falarmos da inteira santificação, vamos primeiro descrever as bênçãos de um estado justificado, tão grandemente quanto possível. 22. A verdade do Evangelho não se coloca muito próxima, tanto do Calvinismo quanto do Antinomianismo? De fato, ela se coloca, por assim dizer, dentro da largura de um cabelo. De modo que é totalmente tolice e pecaminoso, porque nós realmente não concordamos, com um ou com o outro, mas corremos deles tão longe quanto pudermos. 23. Em que, podemos nos aproximar da própria extremidade do Calvinismo? (1) Ao descrevermos todo o bem da livre graça de Deus. (2) Ao negarmos toda vontade-própria natural, e todo poder antecedente à graça. E (3) Ao excluirmos todos os méritos do homem: até mesmo o que ele tem ou faz, através da graça de Deus. 24. Em que podemos nos aproximar da extremidade do Antinomianismo? (1) Em exaltar os méritos e amor de Cristo. (2) Em nos regozijarmos mais e mais. 25. A fé substitui (colocada aparte a necessidade dela) a santidade ou boas obras? De modo algum. Muito longe disto, ela implica ambos, as causas e seus efeitos. SANTIFICAÇÃO: (+/- 10:00hs.) Com respeito ao que foi inquirido: 1. Quando a santificação interior começa? No momento em que somos justificados. A semente de toda virtude é, então, semeada na alma. Daquele momento, o crente gradualmente morre para o pecado, e cresce na graça. Ainda assim, o pecado permanece nele; sim. A semente de todo pecado, até que ele seja santificado totalmente no espírito, alma e corpo. 2. O que acontecerá a um ateu, papista, ao homem da Igreja da Inglaterra, se eles morrem, sem estarem assim santificados? Ele não pode ver o Senhor. Mas ninguém que busque isto sinceramente deve ou poderá morrer sem ser santificado; embora, possivelmente, ele não possa atê-la até a própria condição da morte. 3. Ela é comumentes dada, até pouco antes da morte? Não para aqueles que não a esperam mais cedo, nem conseqüentemente pedem por ela, pelo menos, não na fé. 4. Mas nós devemos esperá-la mais cedo? Por que não? Porque, embora afirmemos (1) que a generalidade dos crentes aos quais temos, até aqui, conhecido, não foram assim santificados, até perto da morte; (2) que poucos deles, aos quais Paulo escreveu as Epístolas foram assim, até o momento que ele escreveu; (3) nem ele mesmo, quando escreveu suas primeiras Epístolas; ainda assim isto não prova que nós não podemos obtê-la hoje. 5. Mas alguém que estivesse assim santificado seria incapaz de trabalhos mundanos? Ele seria ainda mais capaz destes do que sempre foi, seguindo, através de tudo, sem distração. 6. Ele seria capaz de casar-se? Porque não deveria? 7. Nós não devemos nos precaver de oprimir aqueles que pensam que já a obtiveram? Nós devemos, porque, se eles são fiéis para a graça, eles a receberam; eles não estão em perigo de perecer, afinal. Não, nem mesmo, se eles permanecerem na fé luminosa, como alguns a denominam, por muitos meses, ou anos; talvez, até dentro de pouco tempo antes que seus espíritos retornem para Deus. 8. De que maneira poderíamos pregar a inteira santificação? Dificilmente para aqueles que não são pressionados adiante. Àqueles que são, sempre pelo caminho da promessa; sempre encaminhando, preferivelmente, do que dirigindo. 9. Como devemos esperar pelo cumprimento desta promessa? Na obediência universal; em manter todos os mandamentos; em negar a nós mesmos; e tomar nossa cruz diariamente. Esses são os meios gerais que Deus tem ordenado para nosso receber sua graça santificadora. Os específicos são: -- orar, buscando as Escrituras, comungando, e jejuando. 23 de Maio – terça-feira, 1746 As seguintes pessoas se encontraram na Nova Sala em Bristol: John Wesley, Charles Wesley, John Hodges, Jonathan Reeves, Thomas Maxfield, Thomas Westell, e Thomas Willis; e foi inquirido: 1. Um descrente pode (o que quer que ele seja, em outros aspectos) reclamar alguma coisa da justiça de Deus? Absolutamente nada, a não ser o inferno. E este é um ponto que nós não podemos insistir muito. 2. Nós esvaziamos os homens de sua própria retidão, como dissemos a principio? Nós trabalhamos suficientemente, quando eles se convencem do pecado, de maneira a tirar fora tudo ao qual eles estão inclinados? Nós não devemos, então, nos esforçar-nos com todas as nossas forças para destruir os falsos alicerces deles? Este foi, a princípio, um dos nossos principais pontos: E deve ser assim ainda. Porque, até que todos os outros alicerces sejam destruídos, eles não poderão construir junto a Cristo. 3. Nós propositadamente não os lançamos nas convicções; em fortes tristezas e medos? Mais do que isto, nós não nos esforçamos para torná-los inconsoláveis, recusando-se a estarem confortáveis? Nós fizemos. E assim fazemos ainda. Porque quanto mais forte a convicção, mais rápida é a libertação. E ninguém recebe a paz de Deus, tão breve, quanto aqueles que rapidamente recusam todos os outros confortos. 4. Vamos considerar um caso específico. Você, Jonathan Reeves, antes que você recebesse a paz de Deus, estava convencido de que, não obstante tudo que você fez, ou poderia fazer, você estava em um estado de condenação? J. R. à Sim, eu estava convencido disto, tão completamente, quanto estou agora vivo. 5. Você estava certo de que esta convicção foi de Deus? J. R. à Eu não posso duvidar de que eu estava. 6. O que você quer dizer por um estado de condenação? J. R. à Um estado em que, se um homem morre, ele perece para sempre. 7. Como esta convicção terminou? J. R. à Eu tive, primeiro, uma forte esperança de que Deus me libertaria: E isto trouxe um grau de paz. Mas eu não tive aquela paz sólida em Deus, até que Cristo fosse revelado em mim. 8. Mas não é tal confiança no amor de Deus um grau menor da fé justificadora, embora ela seja ainda, sem um sinal distinto de Deus reconciliado comigo? É um sinal sincero dela. Mas esta habita por um curto período de tempo apenas; nem ela é propriamente a fé cristã. 9. Mas através de que fé os Apóstolos eram puros diante do Cristo morto? Através de tal fé como esta; através da fé judaica: Porque "o Espírito Santo não tinha sido, então, dado". 10. De quem, então, você entende essas palavras, -- "aquele que em meio a vocês que teme ao Senhor, que obedece a voz de seu servo, que caminha na escuridão, e não tem luz?". (Isaías 50:10). De um crente, sob a dispensação judaica; alguém em cujo coração Deus ainda não brilhou, para dar a ele a luz do amor glorioso de Deus, na face de Jesus Cristo. 11. Quem é um judeu, interiormente? Um servo de Deus: alguém que sinceramente o obedece no temor; conseqüentemente um cristão, interiormente, é um filho de Deus: alguém que sinceramente o obedece no amor: Mas você não era sincero, antes que Cristo fosse revelado em você? J.R. à Parece-me que eu era em alguma medida. 12. O que é sinceridade? Boa vontade em conhecer e fazer toda a vontade de Deus. O tipo menor disto parece ser a "fidelidade no pouco". 13. Deus tem alguma consideração para com a sinceridade do homem? Até onde nenhum homem, naquele estado, pode possivelmente agradar a Deus, sem ela; nem, de fato, em algum momento, em que ele não seja sincero. 14. Mas pode ser concebido que Deus tem alguma consideração para com a sinceridade de um descrente? Sim, tanto que, se ele perseverar nela, Deus infalivelmente lhe dará a fé. 15. Que consideração, nós podemos entender que Ele tem com respeito à sinceridade de um crente? Tanta, que Ele cumpre todas as grandes e preciosas promessas no crente sincero. 16. A quem você denomina um crente sincero? Alguém que caminhe na luz, como Deus está na luz. 17. A sinceridade é a mesma coisa que olho puro em direção a Deus? Não completamente. O último se refere à nossa intenção: A primeira, à nossa vontade ou desejos. 18. Ela não é tudo em tudo? Tudo se seguirá à sinceridade perseverante. Deus dá tudo com ela; e nada, sem ela.
19. A fé e sinceridade não são, então, termos equivalentes? De modo algum. De qualquer forma, ela está tão proximamente relacionada às obras, quanto está da fé. Por exemplo: Quem é sincero, antes que creia? Ele que, então, faz tudo que ele pode: ele que, de acordo com o poder que recebeu, produz "os frutos encontrados para o arrependimento". Quem é sincero, depois que ele crê? Aquele que, da consciência do amor de Deus, é zeloso para com todas as boas obras. 20. Não é sinceridade o que Paulo denomina uma mente disposta? (II Cor. 8:12) "Porque, se há prontidão de vontade, será aceita segundo o que qualquer tem, e não segundo o que não tem". Sim; se aquela palavra for tomada num sentido geral. Porque ela é uma disposição constante para usar de toda a graça dada. 21. Mas nós não colocamos a sinceridade no mesmo nível que a fé? Não. Porque nós admitimos que um homem possa ser sincero, e não ser justificado; assim como ele possa ser penitente, e não ser justificado; (não ainda), mas ele não pode ter fé, e não ser justificado. No mesmo momento em que ele crê, ele é justificado. 22. Mas nós não desistimos da fé, e colocamos a sinceridade em seu lugar, como a condição de nossa aceitação com Deus? Nós acreditamos que esta seja uma condição de nossa aceitação, como o arrependimento igualmente é. E cremos que seja condição de nossa continuidade no estado de aceitação. Ainda assim, nós não a colocamos no lugar da fé. É pela fé, que os méritos de Cristo são aplicados na minha alma. Mas, se eu não sou sincero, eles não são aplicados. 23. Não é isto que significa "estabelecer nossa própria retidão", na qual Paulo fala em (Romanos 10:3) "Porquanto, não conhecendo a justiça de Deus, e procurando estabelecer a sua própria justiça, não se sujeitaram à justiça de Deus?". Paulo manifestadamente fala de descrentes que buscaram ser aceitos por causa da própria retidão deles. Nós não buscamos ser aceitos, por causa de nossa sinceridade, mas, através dos méritos de Cristo apenas. De fato, por quanto tempo algum homem crê, ele não "buscará estabelecer sua própria retidão". 24. Mas você considera que nós estamos sob a aliança da graça, e que a aliança das obras está agora abolida? Toda humanidade esteve sob a aliança da graça, desde a primeira hora em que a promessa foi feita. Se pela aliança das obras, você quer dizer aquela da obediência, sem pecado, feita com Adão, antes da queda, nenhum homem, a não ser Adão, esteve, alguma vez, sob aquela aliança; porque ela foi abolida antes que Caim nascesse. Ainda assim, ela não está totalmente abolida, mas permanecerá, em alguma medida, até o fim do mundo; ou seja, se nós "fazemos isto", nós deveremos viver; se não, morreremos eternamente: Se nós fizermos o bem, nós viveremos com Deus na glória; se fizermos o mal, morreremos na segunda morte. Porque cada homem deverá ser julgado e recompensado, naquele dia, "segundo as suas obras". 25. O que significa, então, "A ele que crê, sua fé é contada como retidão?". Que Deus perdoa aquele que é iníquo, tão logo ele crê, aceitando sua fé, em vez da perfeita retidão. Mas, observe, que a retidão universal se segue à fé, embora ela não a preceda. 26. Mas a fé é assim "tomada em consideração para nós por retidão", a qualquer tempo que cremos? Sim. A qualquer momento em que cremos, todos os nossos pecados passados desaparecem: Eles são, como se nunca tivessem existido, e nós permanecemos limpos aos olhos de Deus. MINUTAS DE ALGUNS PREGADORES – TERÇA-FEIRA – 10:00hs. Sr. Taylor, de Quinton, e T. Glascot se juntaram aos demais: Foi perguntado: 1. Não é a segurança da fé, a inspiração do Espírito Santo, e a revelação de Cristo em nós, termos proximamente da mesma importância? Ele que nega um deles deve negar todos; eles estão estritamente ligados. 2. Eles são comumente essenciais, onde o puro Evangelho é pregado, para nossa aceitação? Sem dúvida que são; e, como tal, deve-se insistir nisto, nos termos mais fortes. 3. Toda a disputa entre salvação pela fé e salvação pelas obras não é mera rivalidade de palavras? Ao afirmar salvação pela fé, nós queremos dizer isto: (1) Que o perdão (salvação começada) é recebido pela fé, produzindo obras. (2) Que a santidade (salvação continuada) é a fé operando, através do amor. (3) Que o céu (salvação terminada) é a recompensa desta fé. Se você que afirma salvação pelas obras, ou pela fé e obras, quer dizer a mesma coisa (entendendo por fé, a revelação de Cristo em nós, -- por salvação, perdão, santidade, glória) nós não disputaremos com você, afinal. Se você não quer dizer isto, não se trará de uma disputa de palavras, mas as próprias essências vitais do Cristianismo são a coisa em questão. 4. Em que a nossa doutrina agora difere do que pregamos, quando em Oxford? Principalmente nestes dois pontos: (1) Nós sabemos nada desta retidão da fé, na justificação; nem (2) Da própria natureza da fé, como implicando consciência do perdão. 5. Alguns graus do amor de Deus podem vir antes de um sentido distinto da justificação? Nós acreditamos que podem. 6. Igualmente pode algum grau de santificação ou santidade? Muitos graus de santidade exterior podem; sim, e alguns graus de misericórdia, e diversos outros temperamentos que seriam ramificações da santidade cristã, a não ser que eles não brotem dos princípios cristãos. Porque o amor de Deus que habita no homem não pode brotar, a não ser da fé no perdão de Deus. E nenhuma santidade cristã verdadeira pode existir, sem aquele amor a Deus, porque ele é o seu alicerce. 7. Todo homem, tão logo crê, se torna uma nova criatura, santificada, pura no coração? Ele tem, então, um novo coração? Cristo habita nele? Ele é um templo do Espírito Santo? Todas essas coisas podem ser afirmadas de todos os crentes, em um sentido verdadeiro. Não vamos, portanto, contradizer aqueles que mantêm isto. Por que, nós podemos contender a respeito de palavras? 16 de Junho – terça-feira 1747 As seguintes pessoas se encontraram na Fundição: John Wesley, Charles Wesley, e Charles Manning, Vigário de Hayes; Richard Thomas Bateman, Reitor de St. Bartholomew’s the Great; Henry Piers, Howell Harris, e Thomas Hardwick. Foi questionado: 1. A fé justificadora é a segurança divina de que Cristo me amou, e deu a si mesmo por mim? Nós acreditamos que seja. 2. Qual é o julgamento da maioria dos Dissidentes sérios, com respeito a isto? Eles geralmente permitem que muitos crentes tenham tal segurança; e, que isto seja desejado e pedido por todos. Mas eles afirmam que esta é o mais elevado tipo ou grau de fé; que ela não é o privilégio comum dos crentes. Conseqüentemente, eles negam que isto seja fé santificadora, ou necessariamente implique nela. 3. E não existem fortes razões para a opinião deles? Por exemplo: Se os verdadeiros crentes do passado não tinham esta segurança, então, ela não necessariamente está inserida na fé justificadora. Mas os crentes verdadeiros do passado não tinham esta segurança. Davi, e muitos mais dos crentes do passado, indubitavelmente tinham esta segurança. Mas, se até mesmo os judeus não a tinham, não se seguiria que isto não implica na fé cristã? 4. Mas você não sabe que os próprios Apóstolos não a tiveram, até depois do dia de Pentecostes? Os próprios Apóstolos não tinham a fé cristã apropriada, até o dia de Pentecostes. 5. Mas não foram para aqueles crentes cristãos, no próprio sentido, aos quais João escreveu sua Primeira Epístola? Ainda assim ele diz a esses: "Essas coisas eu tenho escrito a vocês que crêem no nome do Filho de Deus; para que vocês possam saber que vocês têm a vida eterna, e que podem crer no nome do Filho de Deus". (5:13). Isto não prova que eles não têm a vida eterna; não mais de que eles não creram. O significado claro dele é: "Eu tenho escrito a vocês, para que vocês possam estar mais estabelecidos na fé". Portanto, não se segue disto que eles não tinham esta segurança; mas apenas que havia graus nela. 6. Mas os Tessalonicenses não foram verdadeiros crentes? Sim; que eles não tinham esta segurança; que tinham apenas uma "boa esperança". (II Tessalonicense 2:16) "E o próprio nosso Senhor Jesus Cristo e nosso Deus e Pai, que nos amou, e em graça nos deu uma eterna consolação e boa esperança". O texto a que você se refere segue assim: "Agora o próprio nosso Senhor Jesus Cristo, e deus, mesmo nosso Pai, que nos amou, e nos deu consolação eterna e boa esperança, através da graça, conforta seus corações, e os estabelece em você toda boa palavra e obra". Esta boa esperança não exclui, mas necessariamente implica uma segurança forte do amor de Deus. 7. Mas Paulo não diz, até mesmo de si mesmo: "Eu conheço coisa alguma, através de mim mesmo; ainda assim, eu não estou, por meio disto, justificado?". (I Cor. 4:4). Ele não fala de si mesmo aqui, quando diz que ele não estava justificado, ou que ele não sabia disto; mas apenas que, embora ele tivesse uma consciência nula de ofensa, ainda assim, isto não o justificaria diante de Deus. E todo crente não deve dizer o mesmo? Isto, portanto, é a extensão do ponto. 8. Mas ele não nega tal segurança nestas palavras: "Eu estive com você na fraqueza, e no temor, e em muito tremor?". (I Cor. 2:3). De maneira alguma. Porque essas palavras não implicam algum medo quer da morte ou inferno. Elas expressam apenas um profundo sendo de sua mais extrema insuficiência para a grande obra em que ele estava engajado. 9. De qualquer forma, ele não exclui os cristãos, em geral, de tal segurança, quando ele declara que eles "operaram" sua "salvação com temor e tremor?". (Filipenses 2:12). "De sorte que, meus amados, assim como sempre obedecestes, não só na minha presença, mas muito mais agora na minha ausência, assim também operai a vossa salvação com temor e tremor". Não mais do que do amor, que está sempre junto com o temor filial e tremor reverencial. E a mesma resposta é aplicada a todos aqueles textos que exortam um crente a temer. 10. Mas isto não prova, afinal, que a fé justificadora não necessariamente implica segurança? Porque você acredita que tal pessoa como J. A. ou E. V., que têm tanta integridade, zelo e temor a Deus, e caminham tão imaculadamente em todas as coisas, estão vazios da fé justificadora? Você pode supor que tais como esses estejam, sob a ira e sob a maldição de Deus; especialmente, se você acrescenta a isto, que eles estão continuamente amando, lutando, e orando pela segurança que eles não têm? Isto contém a mesma força da causa; e nos inclina a pensar que alguns desses podem ser exceção ao caso. Mas, como quer que isto seja, nós respondemos: (1) É perigoso alicerçar uma doutrina geral em alguns experimentos particulares. (2) Os homens podem ter muitos bons temperamentos, e uma vida imaculada, (falando em um sentido mais indefinido), pela natureza e hábito, com graça preveniente; e, ainda assim, não ter a fé e amor a Deus. (3) É raramente possível para nós sabermos todas as circunstâncias relativas a tais pessoas, de maneira a julgar corretamente com respeito a elas. (4) Mas isto nós sabemos, se Cristo não está revelado neles, eles não são ainda crentes cristãos. 11. Mas o que acontecerá a eles, supondo-se que eles morram neste estado? Que esta suposição não seja feita. Porque eles não podem morrer neste estado: Eles devem retroceder ou seguir adiante. Se eles continuarem a buscar, eles certamente encontrarão a retidão, a paz, e a alegria no Espírito Santo. Nós estamos confirmados nesta crença, através de muitos exemplos que temos visto de tais como esses que encontraram a paz em seu último momento. E isto não é impossível, mas outros podem, então, ser feitos parceiros da mesma fé preciosa, e, ainda assim, partir, sem dar alguma prova exterior da mudança que Deus forjou. 17 de Junho – quarta-feira 1. Quanto é permitido a nossos irmãos diferirem de nós, com respeito à inteira santificação? Eles admitem: (1) Que cada um deve ser santificado inteiramente no momento da morte. (2) que, até, então, um crente que cresce diariamente na graça, vem para mais perto da perfeição. (3) Que nós devemos ser continuamente pressionados, depois disto, a exortar todos os outros a assim proceder. 2. O que nós permitimos a eles? Nós admitimos: (1) Que muitos desses morreram na fé, ainda assim, a maior parte daqueles que conhecemos não estavam santificados totalmente, nem feitos perfeitos no amor, até pouco antes da morte. (2) Que o termo "santificado" é continuamente aplicado por Paulo, a todos que foram justificados, que foram verdadeiros crentes. (3) Que, através deste termo somente, ele raramente, se alguma vez, quis dizer salvo de todo pecado. (4) Que, conseqüentemente, não é apropriado usar isto neste sentido, sem acrescentar a palavra "totalmente, inteiramente", ou alguma semelhante. (5) Que os escritores inspirados quase continuamente falam a respeito dos justificados ou para aqueles que foram justificados; mas muito raramente, quer a respeito, ou para aqueles que foram totalmente santificados. (6) Que, conseqüentemente, convém a nós falar em público, quase continuamente do estado de justificação; mas, mais raramente, em termos completos e explícitos, concernente à inteira santificação. 3. Qual, então, é o ponto em que dividimos? É este: Se podemos esperar ser salvos de todo pecado antes do decreto da morte. 4. Existe alguma promessa bíblica clara sobre isto; de que Deus nos salvará de todo pecado? Existe: "Ele redimirá Israel de todos os seus pecados". (Salmos 130:8). Isto é mais amplamente expresso na profecia de Ezequiel: "Então aspergirei água pura sobre vós, e ficareis purificados; de todas as vossas imundícias e de todos os vossos ídolos vos purificarei (...) E livrar-vos-ei de todas as vossas imundícias; e chamarei o trigo, e o multiplicarei, e não trarei fome sobre vós". (36:25, 29). Nenhuma promessa pode ser mais clara. E a isto, o Apóstolo se refere naquela exortação: "Tendo essas promessas, que limpemos a nós mesmos de toda sujidade da carne e espírito, aperfeiçoando-nos na santidade, e no temor a Deus". (II Cor. 7:1). Igualmente, clara e expresssa é aquela promessa antiga: "O Senhor, teu Deus, circuncidará teu coração, e o coração de tua semente, a amar ao Senhor teu Deus, com todo teu coração e com toda tua alma". (Deuteronômio 30:6). 5. Mas alguma afirmação que responda a isto ocorre no Novo Testamento? Existe, e ela está colocada nos termos mais claros. Assim em João: "Para este propósito, o Filho de Deus foi manifestado, para que ele pudesse destruir as obras do diabo". (I Epístola 3:8); as obras do diabo, sem qualquer limitação ou restrição: Mas todo pecado é obra do diabo. Paralelo a isto, está aquela afirmação de Paulo: "Cristo amou a Igreja, e deu a si mesmo por ela para que Ele pudesse apresentá-la a si mesmo, uma Igreja gloriosa, não tendo mácula, ou ruga, ou qualquer tal coisa; mas o que fosse santo, sem culpa". (Efésios 5:25, 27). E, para o mesmo efeito é sua afirmação no oitavo de Romanos: "Deus enviou seu Filho – para que a retidão da lei pudesse ser cumprida em nós, não caminhando, segundo a carne, mas segundo o Espírito". (Versos 3, 4). 6. O Novo Testamento oferece algum alicerce mais para esperar ser salvo de todo o pecado? Indubitavelmente o faz, ambos naquelas orações e mandamentos que são equivalentes às mais fortes afirmações. 7. A que orações você quer dizer? Orações para a inteira santificação, que, não tivesse tal coisa, seria mera zombaria de Deus. Em específico são: (1) "Livra-nos do mal", ou antes, "do diabo". Agora, quando isto é feito; quando nós estamos livres do mal, não pode existir pecado restante. (2) "Nem eu oro por estes somente, mas por aqueles também que devem crer em mim, através da palavra deles; para que eles possam ser um; como tu, Pai, és em mim, e eu em ti, para que eles também possam ser um em nós: Eu neles, e tu em mim, para que eles possam ser feitos perfeitos em um". (João 17:20, 21, 23). (3) "E eu dobro meus joelhos junto ao Pai de nosso Senhor Jesus Cristo – para que ele possa garantir a você – que você, estando enraizado e alicerçado no amor, possa ser capaz de compreender com todos os santos, o que é a largura, comprimento, e profundidade; e para saber conhecer o amor de Cristo, que ultrapassa todo conhecimento, para que possamos ser preenchidos com toda a plenitude de Deus". (Efésios 3:14, 16-19). (4) "O mesmo Deus da paz santifica você totalmente; e eu oro a Deus para que todo seu espírito e alma e corpo sejam preservados sem pecado, para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo". (I Tessalonicenses 5:23). 8. Que mandamento existe para o mesmo efeito? (1) "Sejam perfeitos, até mesmo, como seu Pai que está no céu é perfeito". (Mateus 5:48). (2) "Tu deves amar ao Senhor teu Deus, com toda teu coração, e com toda tua alma, e com toda tua mente". (Mateus 22:37). Mas, se o amor a Deus preencher todo o coração, não poderá haver pecado lá. 9. Mas como aparece que isto deve ser feito antes da morte? Em Primeiro Lugar: Da própria natureza de um mandamento que não é dado para o morto, mas para o vivo. Portanto, "Tu deves amar a Deus com todo teu coração" não pode significar: tu deves fazer isto, quando tu morreres, mas enquanto tu estás vivo. Em Segundo Lugar: Dos testos expressos das Escrituras: (1) "A graça de Deus tem trazido salvação que é para todos os homens, ensinando-nos quem tendo renunciado (arnhsamenoi) à iniqüidade e luxúria mundana, nós podemos viver sobriamente, de maneira reta, e devota, neste mundo presente; buscando pelo --- glorioso aparecimento de nosso Salvador Jesus Cristo; que deu a si mesmo por nós, para que ele pudesse redimir-nos de toda iniqüidade, e purificar junto a si mesmo um povo especial; zeloso das boas obras". (Tito 2:11-14). (2) "Ele levantou um porta-voz da salvação por nós – para executar a misericórdia prometida para nossos antepassados; o juramento que ele jurou ao nosso pai Abraão, de que ele nos concederia, para que nós, estando livres das mãos de nossos inimigos, servíssemos a ele, sem temor, na santidade e retidão, diante dele, todos os dias de nossa vida". (Lucas 1:69-75). (10) Existe algum exemplo nas Escrituras de pessoas que já obtiveram isto? Sim. João e todos que ele diz em suas Primeira Epístola: "Aqui está nosso amor feito perfeito, para que possamos ter confiança no dia do julgamento: Porque como ele é, assim somos nós neste mundo". (4:17). (11) Mas porque não existem mais exemplos deste tipo, registrado no Novo Testamento? Não nos cabe sermos imperiosos neste assunto. Uma razão disto poderia ser, possivelmente, porque os Apóstolos escreveram para a Igreja, enquanto ele estava em um estado de infância. Portanto, eles mencionariam tais pessoas mais frugalmente, a fim de que eles não dessem alimento forte para bebês. 12. Você pode mostrar um tal exemplo agora? Onde está aquele que é assim perfeito? Para alguém que faz tal pergunta, alguém poderia responder: "Se eu conhecesse alguém aqui, eu não diria a você. Porque você não inquiriu do amor. Você é como Herodes. Vocâ apenas busca pela criança jovem, para matar". Mas mais diretamente respondemos: Existem inúmeras razões porque poderiam existir poucos (se algum incontestável) exemplos. Quais inconveniências isto traria sobre a própria pessoa, colocada como um alvo para todos atirarem! Que uma tentação seria para outros, não apenas para homens que não conhecem a Deus, mas para os próprios crentes! Quão dificilmente, eles refreariam de idolatrar tal pessoa! E, ainda assim, quão infrutífero para os contraditores! "Porque, se eles não ouviram Moisés e seus Apóstolos, não seriam persuadidos, embora alguém ressuscite dos mortos", ouvir a Cristo e seus Apóstolos. 13. Suponha que alguém tivesse obtido isto, você o aconselharia a falar? Não para aqueles que não conhecem a Deus. Isto seria apenas provocá-los à contradição e blasfêmia. Nem a alguém, sem uma razão específica; sem um bem específico em vista. E, então, eles teriam um cuidado especial de evitar toda a aparência de jactância. 14. É um pecado não acreditar naqueles que dizem que já obtiveram? De modo algum; mesmo que eles digam a verdade. Nós não devemos acreditar apressadamente, mas adiar nosso julgamento, até que tenhamos prova completa e forte. 15. Mas nós não estamos aptos a ter uma aversão secreta por alguém dizer que ele está salvo de todo o pecado? É muito possível que possamos, e isto por diversos motivos; parcialmente, de um entendimento da honra de Deus, e do bem das almas, que podem ser machucadas; sim, ou saírem do caminho, se esses não são o que eles professam; parcialmente, de um tipo de inveja implícita daqueles que falam de obtenções mais sublimes do que as nossas; e parcialmente, de nossa vagareza e falta de prontidão de coração para acreditas nas obras de Deus. 16. Pregar severamente a perfeição tende a trazer os crentes para uma espécie de sujeição, ou medo escravo? Ela tende: Portanto, nós devemos sempre colocá-la sob a luz mais amável, de maneira que possa estimular apenas esperança, alegria e estímulo. 17. Por que não podemos continuar na alegria da fé, mesmo até que somos feitos perfeitos? Porque, de fato! Uma vez que a aflição santa não diminui esta alegria; uma vez que, mesmo enquanto estamos sob a cruz; enquanto somos profundamente parceiros dos sofrimentos de Cristo, não podemos regozijarmo-nos com alegria inexprimível. 18. Nós não desencorajamos os crentes a se regozijarem sempre mais? Nós não devemos fazer. Que todos, durante toda a sua vida, regozijem-se junto a Deus, com reverência. E, mesmo se a leviandade ou orgulho misturem-se com a alegria deles, que nós não golpeemos a própria alegria (esta é dom de Deus), mas na leviandade ou orgulho, que o mal cesse e o bem permaneça. 19. Nós devemos estar ansiosamente cuidadosos com respeito à perfeição, a fim de que não possamos morrer antes que tenhamos obtido? De maneira alguma. Nós devemos estar assim cuidadosos com nada; nem com o espiritual, nem com o temporal. 20. Mas nós não devemos estar preocupados a respeito da natureza pecaminosa que ainda permanece em nós? É bom, para nós, termos uma profunda consciência disto, e estarmos muito envergonhados diante do Senhor: Mas isto deveria apenas nos estimular o mais sinceramente possível para nos voltarmos para Cristo a todo o momento, e obtermos luz, e vida, e força Dele, para que possamos seguir na conquista e conquistarmos. É, portanto, quando a consciência do pecado mais abunda, que a consciência do amor deveria abundar mais. 21. A nossa alegria ou nossa preocupação aumentará, à medida que crescemos na graça? Talvez ambos. Mas, sem dúvida, nossa alegria no Senhor irá crescer como nosso amor cresce. 22. Não instruir os crentes é estar continuamente derramando sobre o pecado inato deles, a maneira exata de fazê-los esquecer que eles foram limpos dos seus pecados anteriores? Nós nos certificamos por experiência que sim, ou torná-los sem valor, julgando que são pouca coisa: considerando que, na verdade (embora existam ainda dons maiores atrás), este é inexprimivelmente grande e glorioso. ___________ Tradução: Izilda bella
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