ĐĎॹá>ţ˙ PRţ˙˙˙O˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙ěĽÁq`đż [bjbjqPqP.h:: S˙˙˙˙˙˙¤HHHHHHH\  \›< < < < < < < < $›h|@Hf < < f f @HH< < Uö ö ö f ^H< H< ö f ö ö HHö < 0 ŔCÄltÇ Ä ö k0›ö Ę ö Hö $< 0l "ö Ž Ş ź< < < @@ŕ < < < ›f f f f \\\¤ \\\ \\\HHHHHH˙˙˙˙ O Caráter de um Metodista Por John Wesley "Năo como se eu já tivesse conseguido!". Ao leitor: 1. Assim que o nome foi conhecido no mundo, muitos estavam perdidos quanto ao que significava Metodista; quais os princípios e prática daqueles que săo comumente chamados por esse nome; e quais as marcas peculiares dessa religiăo "a qual tem sido, em todos os lugares, falado contra". 2. E, sendo, geralmente, acreditado que, eu era capaz de dar um relato esclarecedor dessas coisas, (já que eu tenho sido um dos primeiros a quem esse nome foi dado, e a pessoa, pela qual as demais supőem que ele esteja direcionado), eu tenho sido chamado, de todas as formas, e com a mais extrema seriedade, a assim proceder. Eu me rendo, pelo menos, ŕ importunidade contínua, tanto de amigos quanto de inimigos; e agora faço o mais claro relato que eu posso, na presença do Senhor e Juiz dos céus e da terra, sobre os princípios e prática, por meio dos quais, aqueles que săo chamados Metodistas săo distinguidos de outros homens. 3. Eu digo aqueles que săo chamados Metodistas; porque, deixe isso ficar, bem observado, esse năo é um nome que eles pegaram para si mesmos, mas um fixado sobre eles, através do caminho da reprovaçăo, sem a aprovaçăo ou consentimento deles. Ele foi, primeiro, dado a tręs ou quatro jovens de Oxford, por um estudante da Igreja de Cristo; em alusăo aos Physicians (médicos), assim chamados, que ensinavam que todas as doenças podiam ser curadas através de um método específico de dieta e exercícios, tanto quanto da observaçăo deles de um método mais regular de estudo e comportamento, do que aquele que era usual aos da mesma idade e situaçăo deles. 4. Eu poderia regozijar-me (tăo pouco ambicioso eu sou para ser o mentor de qualquer doutrina ou partido), se esse nome nunca mais fosse mencionado, mas fosse queimado no esquecimento eterno. Mas se isso năo pode ser, que, pelo menos aqueles que irăo usá-lo, saibam o significado da palavra que eles usam. Năo permita que lutemos sempre na escuridăo. Venham, e nos deixe olhar, uns aos outros, na face. E, talvez, alguns de vocęs que odeiam aquilo do qual eu sou chamado, possam amar aquilo que eu sou, pela graça de Deus; ou melhor, o que "eu sigo, se eu compreender que, através disso, eu também sou compreendido de Cristo Jesus". O Caráter de Um Metodista 1. As marcas peculiares de um Metodista năo săo as opiniőes dele de qualquer tipo. Sua concordância a esse ou aquele sistema religioso; ele abraçar algum grupo particular de idéias, sua adesăo ao julgamento de um homem ou de outro, estăo todos, completamente, longe do ponto. Quem quer que, entretanto, imagine que um Metodista seja um homem desse tipo, ou dessa opiniăo, é, grosseiramente, ignorante de toda a questăo; ele se equivoca da verdade, totalmente. Nós acreditamos, realmente, que "toda Escritura é dada pela inspiraçăo de Deus"; e onde nós somos distinguidos dos judeus, turcos, e infiéis. Nós acreditamos que as palavras escritas de Deus sejam regra única e suficiente, tanto de fé como de prática cristă; e onde nós, fundamentalmente, somos distinguidos daqueles da Igreja Católica. Nós acreditamos que Cristo seja o Deus eterno e supremo; e onde nós somos diferenciados dos "Socianians" e Arianos. Mas, com respeito a todas as opiniőes, que năo colidem com a raiz do Cristianismo, nós pensamos e deixamos pensar. De modo que, o que quer que eles sejam, se certos ou errados, eles năo săo as marcas distintas de um Metodista. 2. Nem săo as palavras ou frases de qualquer tipo. Nós năo colocamos nossa religiăo, ou qualquer parte dela, sendo atada a qualquer modalidade peculiar de falar, grupo fantástico ou incomum de expressőes. Diante de outros, nós preferimos as palavras mais óbvias, fáceis e comuns, tanto nas ocasiőes costumeiras, como quando falamos das coisas de Deus. Nós nunca, entretanto, de boa-vontade, ou intencionalmente, desviamos da maneira de falar mais usual; a menos, quando nós expressamos as verdades bíblicas, nas palavras bíblicas, as quais, nós presumimos, nenhum cristăo irá condenar. Nem nos afligimos a usar quaisquer expressőes particulares das Escrituras, mais freqüentemente, do que outras, a menos que elas sejam usadas, mais amiúde, pelos próprios escritores inspirados. De maneira que é um erro grosseiro colocar as marcas de um Metodista em suas palavras, como, nas opiniőes de toda espécie. 3. Nem nós desejamos ser distinguidos por açőes, costumes, ou usos, de uma natureza imparcial. Nossa religiăo năo se coloca fazendo o que Deus năo tem se alegrado, ou abstendo-se daquilo que ele năo tem proibido. Ela năo se coloca na forma de nossos trajes, na postura de nossos corpos, ou na cobertura de nossas cabeças; năo ainda, em nos abster do casamento, ou de carnes e bebidas, as quais săo boas, se recebidas com açőes de graça. Entretanto, nem irá homem algum, que conhece, a respeito do que ele afirma, fixar as marcas do Metodista aqui —, em alguma açăo e costume, puramente, indiferente, indeterminado pela palavra de Deus. 4. Nem, ultimamente, ele é distinguido por colocar toda a tensăo da religiăo em alguma parte singular dela. Se vocę disser: "Sim, é, porque ele pensa 'que nós somos salvos pela fé somente'": Eu respondo: Vocę năo entendeu as condiçőes. Através da salvaçăo ele quer dizer santidade de coraçăo e vida. E isso ele afirma brotar da fé verdadeira apenas. Pode algum cristăo comum negar isso? É isso que está colocando uma parte da religiăo para um todo? "Nós, entăo, podemos invalidar a lei através da fé? Deus proíbe! Sim, nós firmamos a lei". Nós năo colocamos o todo da religiăo (como muitos fazem, Deus sabe), em năo fazendo mal algum, ou em fazendo o bem, ou em usando as ordenanças de Deus. Năo, năo em todas elas, juntas; em que nós sabemos, por experięncia, que um homem pode trabalhar muitos anos, e, ao fim, năo ter religiăo; năo mais do que ele tinha no começo. Muito menos, em qualquer um desses; ou, e pode ser, em um pedaço de algum deles: como ela que se acredita uma mulher virtuosa, apenas porque ela năo é uma prostituta; ou ele que sonha que é um homem honesto, meramente, porque ele năo rouba ou furta. Possa o Senhor Deus de meus pais, preservar-me de tal religiăo pobre e faminta como essa! Fossem essas as marcas de um Metodista, eu logo escolheria ser um sincero judeu, turco ou pagăo! 5. "Qual, entăo, é a marca? Quem é um Metodista, de acordo com o seu próprio relato?" Eu respondo: Um Metodista é aquele que tem "o amor de Deus derramado por todo seu coraçăo, pelo Espírito Santo dado a Ele"; alguém que "ama o Senhor seu Deus com todo seu coraçăo, e com toda sua alma, e com toda sua mente, e com todas as suas forças. Deus é a alegria em seu coraçăo, e o desejo de sua alma; a qual está, constantemente, clamando: Quem eu tenho, nos céus, a năo ser a ti? Năo há ninguém sobre a terra que eu deseje, além de Ti! Meu Deus e meu tudo! Tu és a força de meu coraçăo, e minha porçăo para sempre!". 6. Ele é, contudo, feliz em Deus, sim, sempre feliz, como tendo nele, "um poço de água, fonte da vida eterna", e transbordando sua alma com paz e alegria. "Amor perfeito", tendo agora, "lançado fora o medo", ele "se regozija sempre mais". Ele "se regozija, sempre, no Senhor", sempre "no Deus, seu Salvador"; e, no Pai, "através de nosso Senhor Jesus Cristo, por quem ele tem agora recebido a redençăo". "Tendo" encontrado a "redençăo, através de seu sangue, o perdăo de seus pecados" ele năo pode deixar de se regozijar, sempre que ele olha para trás, para a cova horrível, de onde ele foi liberto; quando ele vę "todas as suas transgressőes e iniqüidades apagadas, como uma nuvem". Ele năo pode deixar de se regozijar, quando ele olha para as condiçőes em que ele está agora; "sendo justificado, livremente, e tendo paz com Deus, através de nosso Senhor Jesus Cristo". Porque "ele que acredita, ter o testemunho" disso "em si mesmo"; sendo agora o filho de Deus, pela fé. "Porque ele é um filho, Deus tem enviado adiante o Espírito de seu Filho, no seu coraçăo, clamando: Abba, Pai!". E "o próprio Espírito é testemunha com seu espírito de que ele é um filho de Deus". Ele se regozija também, quando ele olha, para frente, "na esperança da glória que deve ser revelada"; sim, essa sua alegria é completa, e todos os seus ossos clamam: "Abençoado seja Deus, e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, de acordo com sua abundante misericórdia, tem me recriado na esperança viva — da herança incorruptível, inviolável, e que năo se desvanece, reservada, nos céus, para mim!". 7. E ele que tem sua esperança, assim "cheia da imortalidade, em todas as coisas, agradece"; como sabendo que (o que quer que elas sejam) "é a vontade de Deus, em Cristo Jesus, concernente a ele". Dele, no entanto, ele, carinhosamente, recebe tudo, dizendo: "Boa é a vontade do Senhor"; e se o Senhor dá ou tira, igualmente, "glorifica o Seu nome". Porque ele tem "aprendido, em qualquer condiçăo que esteja, nesse momento, estar contente". Ele sabe "ambos, como ser humilhado, e como estar em abundância. Em todo o lugar, e em todas as coisas, ele está instruído a estar saciado e a estar faminto; a estar em abundância e a sofrer necessidade". Se, no bem estar físico, ou na dor; na doença ou na saúde, na vida ou na morte, ele agradece das profundezas de Seu coraçăo a quem ordena isso para o bem; sabendo que como "todo dom agradável vem do alto", entăo, nada, a năo ser o bem pode vir do Pai das luzes, daquele, em cujas măos ele tem, completamente, colocado seu corpo e alma, como nas măos do Criador fiel. Ele tem, entăo, "cuidado" (ansiosamente, ou despreocupadamente) "de nada" tendo "colocado todas as suas preocupaçőes Nele que cuida por ele", e "em todas as coisas" descansa Nele, depois "de fazer seu pedido conhecido a Ele com açőes de graças". 8. Porque, realmente, ele "ora, sem cessar". É dado a ele "sempre orar, e năo fraquejar". Năo que ele esteja sempre na casa de oraçăo; embora ele năo negligencie a oportunidade de estar lá. Nem que ele esteja sempre de joelhos, apesar de estar, freqüentemente, ou com seu rosto diante do Senhor seu Deus. Nem ainda ele está sempre clamando alto para Deus, ou o chamando em palavras: Muitas vezes, "o Espírito intercede por ele, com gemidos que năo podem ser exprimidos". Mas todo o tempo, a linguagem do seu coraçăo é esta: "Tu, esplendor da glória eterna, junto a ti está meu coraçăo, embora sem voz, e meu silęncio fala junto a ti". E essa é a verdadeira oraçăo, e apenas essa. Mas seu coraçăo está sempre erguido para Deus, todo o tempo, e em todos os lugares. Nisso, ele nunca é obstruído, muito menos, interrompido, por qualquer pessoa ou coisa. Sozinho ou acompanhado, nos momentos de folga, no trabalho, ou conversando, seu coraçăo está sempre com o Senhor. Se ele se deita, ou se levanta, Deus está em seus pensamentos; ele caminha com Deus, continuamente, tendo o olho do amor de sua mente, ainda fixado Nele, e em todo o lugar, "buscando a Ele que é invisível". 9. E, enquanto isso, ele, desse modo, sempre exercita seu amor a Deus, orando, sem cessar, regozijando-se, sempre mais, e em todas as coisas dando graças; seus mandamentos estăo escritos em seu coraçăo: "Que, ele, que ama a Deus, ame ao seu irmăo, também". E ele, concordantemente, ama seu próximo, como a si mesmo; ele ama cada homem, como sua própria alma. Seu coraçăo está cheio de amor para com toda a humanidade, para com todos os filhos do "Pai de todos os espíritos de toda a carne". Que um homem năo lhe seja conhecido, pessoalmente, năo é barreira alguma a seu amor; năo, nem ŕquele que ele năo aprova que recompense sua boa-vontade com ódio. Porque ele "ama seus inimigos"; sim, e os inimigos de Deus, "o mau e o mal agradecido". E se năo está em seu poder "fazer o bem a quem o odeia", ainda assim, ele năo cessa de orar por eles, embora eles continuem a rejeitar seu amor, e ainda "maliciosamente, o usem e o persigam". 10. Porque ele é "puro de coraçăo". O amor de Deus tem purificado seu coraçăo de toda paixăo vingativa, da inveja, malícia e ira, de todo temperamento indelicado ou afeiçăo maligna. Isso o limpou do orgulho e altivez de espírito, de quem, sozinho, emana contenda. E ele agora está "cheio de misericórdia, delicadeza, humildade de mente, brandura, e longanimidade": De modo que ele "abstém-se e perdoa, se ele tem alguma disputa com alguém; assim como Deus, em Jesus Cristo, o perdoou". E, realmente, todo possível motivo para contenda, de sua parte, é extremamente, cortado fora, Porque ninguém pode tirá-lo do que ele deseja; vendo que ele "ama năo o mundo, nem coisa alguma dele"; sendo agora "crucificado para ele, e o mundo crucificado nele"; sendo morto para tudo o que nele está, para "a cobiça da carne, a cobiça dos olhos, e o orgulho da vida". Porque "todo seu desejo está em Deus, e na lembrança de Seu nome". 11. De acordo com esse seu único desejo, é o único objetivo de sua vida, ou seja, "năo fazer a sua própria vontade, mas a vontade Dele que o enviou". Sua única intençăo todo esse tempo e, em todas as coisas năo é, agradar a si mesmo, mas a Ele que a sua alma ama. Ele tem um único olho. E, porque "seu olho é único, todo seu corpo é cheio de luz". De fato, onde o olho de amor de sua alma é, continuamente, fixo em Deus, năo pode haver escuridăo, afinal, "mas o todo é luz; como quando a luz brilhante da vela ilumina a casa". Deus, entăo, reina sozinho. Tudo o que está na alma é santidade para o Senhor. Năo há um movimento em seu coraçăo, a năo ser o que está de acordo com a Sua vontade. Cada pensamento despertado aponta para Ele, e está em obedięncia ŕ lei de Cristo. 12. E a árvore é conhecida por seus frutos. Porque como ele ama a Deus, entăo ele guarda seus mandamentos; năo apenas alguns, ou a maioria deles, mas todos, do menor ao maior. Ele năo está satisfeito em "manter a lei toda, e ofender em um ponto"; mas ele tem, em todos os pontos, "a conscięncia, sem ofensa, para com Deus e para com o homem". O que quer que Deus tenha proibido, ele evita; no que quer que Deus tenha se alegrado, ele faz; e mesmo que isso seja pequeno ou grande, difícil ou fácil, jubiloso ou doloroso, para a carne. Ele "executa os mandamentos de Deus", agora que ele tem o coraçăo livre. É sua glória, entăo, fazer isso; é sua coroa de regozijo, diariamente, "fazer a vontade de Deus sobre a terra, como ela é feita nos céus"; sabendo que é o mais alto privilégio dos "anjos de Deus, daqueles que se sobressaem, em força, para cumprir Seus mandamentos, e escutar atentamente a voz de Sua Palavra". 13. Todos os mandamentos de Deus, ele, concordantemente, mantém, e isso, com todo sua força. Porque sua obedięncia está em proporçăo ao seu amor, a fonte de onde isso flui. E, por conseguinte, amando Deus com todo seu coraçăo, ele serve a ele com toda sua força. Ele, continuamente, apresenta sua alma e seu corpo, como um sacrifício vivo, santo e aceitável a Deus; inteiro e sem reservas, devotando a Ele, tudo o que tem, tudo o que é, para sua glória. Todos os talentos que ele tem recebido, ele, constantemente, emprega, conforme a vontade do Mestre; cada poder ou faculdade de sua alma, cada membro de seu corpo. Uma vez, ele "consentiu que eles fossem instrumentos da iniqüidade, para o pecado", mas, agora "tendo nascido dos mortos, ele consente" que todos eles "sejam instrumentos da retidăo para Deus". 14. Por conseqüęncia, o que quer que ele faça, é tudo para a glória de Deus. Em toda sua ocupaçăo, de toda a espécie, ele năo apenas concentra seus esforços, (que implica em ter um único olho), mas, atualmente, ele consegue isso. Suas ocupaçőes, ou suas horas de repouso, tanto quanto suas oraçőes, tudo serve a esse grande fim. Se ele está sentado em sua casa, ou caminhando; se ele se deita, ou levanta, ele está promovendo, em tudo que fala ou faz, a única ocupaçăo de sua vida; se ele coloca seus trajes, ou trabalha, ou come e bebe, ou se diverte do trabalho exaustivo, isso tudo tende ao crescimento da glória de Deus, pela paz e boa-vontade entre os homens. Sua única e invariável regra é essa: "O que quer que seja feito, em palavra ou açăo, fazer tudo, no nome de Nosso Senhor Jesus, dando graças a Deus e ao Pai por ele". 15. Nem os costumes do mundo, afinal, o impedem de "correr a corrida que está colocada diante dele". Ele sabe que os maus hábitos năo perdem sua natureza, embora sempre se tornem tăo na moda; e lembra que "todo homem deverá dar um relato de si mesmo a Deus". Ele năo pode, por conseguinte, "seguir" mesmo a "multidăo para fazer o mal". Ele năo pode "passar, suntuosamente, bem, todos os dias", ou "fazer provisăo, para a carne se encher de cobiça, depois disso". Ele năo pode "deitar tesouros na terra", năo mais do que ele pode botar fogo em seu próprio peito. Ele năo pode "adornar a si mesmo", por qualquer pretensăo, "com ouro ou trajes suntuosos". Ele năo pode tomar parte, ou encorajar alguma diversăo que tenha a menor tendęncia ao vício de qualquer espécie. Ele năo pode "falar mal" de seu próximo, nada mais do que ele pode mentir, tanto para Deus quanto para o homem. Ele năo pode expressar uma palavra indelicada de alguém; por amor, ele mantém fechados seus lábios. Ele năo pode dizer "palavras văs"; "nenhuma comunicaçăo corrupta" deverá "sair de sua boca, como todas aquelas que năo săo boas para o uso da edificaçăo", năo "adequadas para ministrar graça aos ouvintes". Mas "por mais que as coisas sejam puras, por mais que sejam amáveis, por mais que sejam", justamente, "de boa reputaçăo", ele pensa, ele fala, ele age, "adornando o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, em todas as coisas". 16. Por último. Sempre que pode, ele "faz o bem a todos os homens"; seu próximo, e estranhos; amigos e inimigos: e de toda a forma possível; năo apenas aos seus corpos, "alimentando o faminto, vestindo o nu, visitando aqueles que estăo doentes ou na prisăo"; mas, muito mais, ele trabalha para o bem da alma deles, com a capacitaçăo que Deus lhe deu, para acordar aqueles que dormem na morte; trazer os que estăo acordados para o sangue reparador, que, "sendo justificado pela fé, eles podem ter paz com Deus"; e provocar aqueles que tęm paz com Deus, para abundar ainda mais em amor e boas obras. E ele, de boa-vontade, "passa e vai passar nisto", mesmo "para ser oferecido no sacrifício e serviço da fé deles", de maneira que eles possam "todos chegar na medida e na estatura da plenitude de Cristo". 17. Esses săo os princípios e práticas de nossa religiăo; essas săo as marcas de um verdadeiro Metodista. Por meio dessas apenas, aqueles que estăo, no ridículo, assim chamado, desejam ser distinguidos de outros homens. Se algum homem disser, "Mas esses săo apenas os princípios comuns fundamentais do Cristianismo!". Tu o disseste; entăo, eu concordo; essa é a própria verdade; eu sei que năo existem outras; e eu gostaria, em Deus, que tu e todos os outros homens soubessem que eu, e todos os que seguem meu julgamento, recusam-se, veementemente, a serem distinguidos de outros homens, a năo ser pelos princípios comuns do Cristianismo — o claro, e velho Cristianismo que eu ensino, renunciando e abominando todas as outras marcas de distinçăo. E a quem quer que eu pregue, (deixe-o ser chamado, pelo que ele deseja, porque nomes năo mudam a natureza das coisas), ele é um cristăo, năo apenas no nome, mas, no coraçăo e na vida. Ele está, interiormente e exteriormente, em conformidade com a vontade de Deus, como revelada, nas palavras escritas. Ele pensa, fala, e vive, de acordo com o método estabelecido, na revelaçăo de Jesus Cristo. Sua alma está renovada, na busca da imagem de Deus, na retidăo, e em toda santidade verdadeira. E tendo a mente que estava em Cristo, ele, entăo, caminha como Cristo também caminhou. 18. Por essas marcas, por esses frutos da fé viva, nós trabalhamos para distinguir a nós mesmos do mundo descrente, de todas aquelas mentes ou vidas que năo estăo de acordo com o Evangelho de Cristo. Mas dos cristăos reais, quaisquer que sejam as denominaçőes deles, nós, sinceramente, năo desejamos ser distinguidos, afinal; năo daqueles que, sinceramente, buscam o que eles sabem que eles ainda năo tęm obtido. Năo: "quem quer que faça a vontade de meu Pai, que está nos céus, o mesmo é meu irmăo, e irmă, e măe". E eu imploro a vocęs, irmăos, pela misericórdia de Deus, que nós năo sejamos, de modo algum, divididos, entre nós mesmos. Está teu coraçăo comigo, como o meu está contigo? Eu năo farei mais perguntas. Se assim for, dę-me tua măo. Por opiniőes ou termos, năo nos deixe destruir o trabalho de Deus. Tu amas e serve a Deus? É o suficiente. Eu dou a vocę a măo direita do companheirismo. Se existe algum consolo em Cristo, se existe algum conforto de amor, se alguma amizade do Espírito; se existe misericórdia; permita que nós nos esforcemos, juntos, pela fé do Evangelho; caminhando dignos da vocaçăo, pela qual, nós fomos chamados; com toda humildade e brandura, com longanimidade, tratando com clemęncia, um ao outro, no amor, esforçando-nos para manter a unidade do Espírito, nos laços da paz; lembrando que há um corpo, e um Espírito, mesmo quando somos chamados com uma esperança de nosso chamado; "um Senhor, uma fé, um batismo; um Deus e Pai de todos, que está acima de tudo, e através de tudo, e em vocę todo". Traduçăo Izilda Bella )*+T_cžÇ ‚ É Ň ű ţ  ( [ f Ĺ Ě …ŠV]y|9BYb„ěÜĎÜ˝Ş˜‰˜‰˜‰˜‰˜‰˜‰˝‰˝‰˝‰˜‰˝‰˝‰xm˜‰˜‰˜‰˜‰h 'h +ŐB*ph˙!h 'h +ŐB*OJQJ^Jph˙h 'h +ŐCJOJQJ^J"h 'h +Ő5CJOJQJ\^J%h 'h +Ő5>*CJOJQJ\^J"h 'h +Ő6CJOJQJ]^Jh +Ő5OJQJ\^Jh 'h +Ő5OJQJ\^J%h 'h +ŐB*CJ$OJQJ^Jph˙(*+T_`~  ú ű †‡‘–—˛ ł ##÷ďďďćáćáćáćáć÷Üćáćáćáćáćágd +Őgd +Ő„Ä`„Ägd +Ő$a$gd +Ő$a$gd +Ő [ţ‘”×ŕ-6—™l u ł ľ Ů â !"!###B)D)/.2.Ä2Ĺ2Ç2k6l6o6: :==¤@Ľ@¨@ÓC×CGGšL›LžLÂOĂOĆO!P+PńTňTöTóZôZ [óáŇáŇóáŇáŇáŇáŇáŇáŇáŇóáŇáŇáŇóáŇóáŇáŇáŇóáŇáŇáŇóáŇóáŇáŇóáŇÎĘh +Őhďmłh 'h +ŐCJOJQJ^J"h 'h +Ő5CJOJQJ\^Jh 'h +ŐOJQJ^J9#?)B)../.Ä2Ĺ2k6l6:: ==¤@Ľ@ŇCÓCGGšL›LÂOĂOńTňTóZôZőZöööööńöńöööńöńöńöńöńöńöööďďgd +Ő„Ä`„Ägd +ŐőZ [ý,1h°‚. °ĆA!°Ľ"°Ľ#‰$‰%°°Ä°Ä Ä†œ@`ń˙@ +ŐNormalCJ_HaJmHsHtHT`T +ŐTítulo 3$¤đ¤<@&5CJOJQJ\^JaJ>A@ň˙Ą> Fonte parág. padrăoTi@ó˙łT  Tabela normalö4Ö l4Öaö ,k@ô˙Á, Sem listaNB`ňN +ŐCorpo de texto$a$OJPJQJ^J Sh˙˙˙˙*+T_`~úű†‡    ‘ –—˛ł?!B!.&/&Ä*Ĺ*k.l.22 55¤8Ľ8Ň;Ó;??šD›DÂGĂGńLňLóRôRőR S(0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€(0€€˜0€€€˜0€€€˜0€€€˜0€€€˜@0€˙˜@0€˙˜@0€˙˜@0€˙˜@0€˙˜@0€˙˜@0€˙˜0€€€˜0€€€˜0€€€˜0€€€˜0€€€˜0€€€˜0€€€˜0€€€˜0€€€˜0€€€˜0€€€˜0€€€˜0€€€˜0€€€˜0€€€˜0€€€˜0€€€˜0€€€˜0€€€˜0€€€˜0€€€˜0€€€˜0€€€˜0€€€˜0€€€˜0€€˜0€€˜0€€ [.1#őZ [/23 [0˙˙ˇ,j^‚ˇÔh^ƒˇüb^â!-#50 Sń!>#D0 S>*€urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags €PersonName€ „3Č€em abundância. 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