|
Um metodista em destaque na mídia
Odilon Massolar Chaves - Pesquisa
Percival de Souza, jornalista investigativo, metodista da Lapa, foi destaque no caso Isabella e diversos outros casos políciais. Seus comentários na Rede Record sobre o caso foram altamente elogiados.Sua credibilidade, primeira mão nas informações e imparcialidade nos comentários têm sido destacados. No Portal Rugido do Leão, o título do artigo diz tudo: "Caso Isabella: Neste momento a credibilidade da fonte é tudo". O Portal comenta: "Nesse turbilhão de
informações desencontradas no caso da morte da menina Isabella, que está
mobilizando o País inteiro com vários disparates cometidos por
apresentadores, repórteres e até mesmo emissoras de televisão, a
experiência na cobertura de acontecimentos como este conta muito e
alguns profissionais se destacam pela sobriedade, coerência, elegância e
ponderação que levam a acertos na investigação. É o caso do veterano
Percival de Souza. Em sua edição de a 4 a 10 de maio, a Folha Universal dá destaque ao jornalista Percival com o título: "A notícia em Primeira Mão". Na reportagem é dito que "desde que o caso Isabella mobilizou o País o jornalista Percival de Souza, de 65 anos, comentarista de segurança da Rede Record, tem sido um personagem onipresente nos telejornais da emissora. As análises dele são sempre embaladas por equilíbrio, isenção e por informações exclusivas, em dribles de craque na concorrência" (2) Frases de Percival Seu trabalho Percival de Souza nasceu em Brauna, SP, em 1943. Escritor e jornalista investigativo, especializou-se em assuntos criminais e de segurança pública. "Foi um dos fundadores do Jornal da
Tarde, onde trabalhou sob a censura instalada dentro da redação,
durante o regime militar dos anos 70. Sobre o Jornalismo Investigativo Numa reportagem, Percival explica sobre o jornalismo investigativo: “Jornalismo investigativo nada mais é do que a prática de desvendar mistérios e fatos ocultos do conhecimento público, como casos de corrupção, desvios de dinheiro, crimes e estelionatos. Esse trabalho é imprescindível para mudar e alertar a população, sobre diversos aspectos. Se não existisse esse ramo, muitas providências em nosso país não teriam sido tomadas, e só foram apresentadas após as denúncias da imprensa. Este jornalismo é fundamental. Ele precisa existir´, explica Percival. Para realizar esse trabalho, existem, segundo ele, alguns aspectos que não podem ser esquecidos: ´O jornalista trabalha sozinho. Trata-se de algo solitário. Ele nem deve comentar o fato da apuração com colegas de redação, pois pode atrapalhar o andamento do trabalho. Quanto menos pessoas souberam sobre o seu trabalho, melhor será. São necessárias fontes, tem de se identificar e convencer a pessoa (ou pessoas) a falar sobre o assunto, em nome de um bem comum´. A Segurança Para se fazer esse tipo de reportagem, o jornalista precisa tomar alguns cuidados: Em alguns momentos, são necessárias condições para que a integridade física do profissional não corra riscos. Já recebi algumas ameaças, não posso negar. Mas, faz parte´. Cuidados com a informação Ética, segundo Percival, é fundamental, em se tratando de coberturas como o caso da menina Isabella, no qual não existe conclusão e sim suspeitos do crime: O jornalista está lá para mostrar os fatos, mas tudo com muita responsabilidade. Eu também sou comentarista, tenho que ter responsabilidade no que falo. Não sou teleguiado por ninguém. Sou apenas um portador dos fatos. De um lado tem advogado, promotor, polícia. Não importa. Não sou porta-voz da polícia, nem de ninguém. Se dou algo que um promotor não gosta, enfim, isso é problema dele. Estou lá para dar a informação. Tenho que ter certeza do que estou fazendo´. Caso Tim Lopes Percival relembra a morte do jornalista Tim Lopes, que foi torturado e morto, em 2002, quando realizava matéria sobre os bailes funks dos subúrbios do Rio de Janeiro. ´Todos os profissionais ficaram extremamente assustados com tudo aquilo. E, depois disso, muitos carros das equipes começaram a ser blindados e, em alguns momentos, os jornalistas andam de coletes à prova de balas”. (5) Caso Isabella Ao longo da vida, Percival construiu uma rede de informantes em toda a hierarquia da polícia. No caso Isabella, ele teve acesso sozinho a laudos da policia durante mais de duas horas. Ele foi resgatado por uma viatura da policia, numa esquina de São Paulo, ficou deitado no banco de trás e foi conduzido até o distrito. Lá teve um tesouro de revelações. em primeira mão (6) Este e outros fatos o colocam na linha de frente do jornalismo investigativo. O metodista Percival, filho de pais metodistas, foi membro do Conselho Diretor da Faculdade de Teologia da Igreja Metodista e é membro atuante da Igreja Metodista em São Paulo. Durante muitos anos, Percival foi o jornalista responsável do Expositor Cristão, órgão oficial da Igreja Metodista. Pertenceu ao Conselho Editorial do jornal metodista e teve uma coluna chamada "Plantão". Sua irmã Léa é também jornalista e metodista. Percival é ainda colunista da revista evangélica Eclésia.
________________ (1) http://www.portaldoleaolobo.com.br/int_rugido.asp?cod=84066 (2) Folha Universal, 4 a 10 de maio de 2008, p.24. (3) http://www.gospelmagazine.com.br/colunistas-coluna.asp?cod_colunistas=7 (4)http://www.parlante.com.br/palestrasepalestrantes/palestrante.asp?c=81&nome=Percival_de_Souza (5)www.gritodanacao.wordpress.com/ (6)Folha Universal, 4 a 10 de maio de 2008, p.24.
|