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Sobre as Diversões Públicas John Wesley "Tocar-se-á a trombeta na cidade, e o povo não estremecerá?
Sucederá qualquer mal à cidade, sem que o Senhor o tenha feito?" (Amós
3:6)
É bom que não existam muitos aqui que estejam tão intimamente
preocupados com essas palavras do profeta; cujo sentido claro parece ser
este: Existe algum homem no mundo, tão estúpido, tão insensato, tão
completamente isento de bom-senso, tão negligente de sua salvação ou
destruição e a de seu próximo, diante do alarme da aproximação dos
julgamentos, para mostrar nenhum sinal de apreensão? Não ter a precaução
de impedi-los, mas seguindo em frente, tão seguramente, como se nenhum
alarme tivesse sido dado? Todos os homens não sabem, que qualquer que
seja o mal que sobrevenha a eles, ele lhes sobrevirá também pelo desígnio
de Deus; e que Deus determina todo o mal desta vida, para alertar os
homens de males ainda maiores? Que ele permite essas marcas mais sutis
de seu desprazer para despertar a humanidade, de maneira que ela possa
evitar sua vingança eterna, e seja convenientemente avisada, pelo
sentir uma parte dela, e assim mudar seus caminhos para que desagrado de
não possa se levantar? Ao falar sobre este assunto, eu pretendo mostrar: I. Que não existe mal em lugar algum, mas a mão de Deus. II. Que todo mal incomum é a trombeta de Deus soprando naquele lugar, de maneira que as pessoas possam ser avisadas. III.
Considerar se, depois de Deus ter tocado sua trombeta neste
lugar, nós estamos devidamente temerosos. I Em
Primeiro Lugar, eu vou mostrar, em poucas palavras, que não existe
mal em lugar algum, a não ser a mão de Deus nele. Nenhum mal do lugar
de onde ele vem, ou seja, nenhuma aflição, ou calamidade, quer de
natureza pública ou privada, quer diga respeito a uma pessoa, a algumas
poucas, ou alcance a muitas. Quer a circunstância ocasione perda ou dor
a algum homem, ou vários homens, pode, neste aspecto, ser chamado de
mal; e de tais males, o Profeta fala nestas palavras. Com relação a esses
males, nós devemos acreditar que eles nunca acontecem, a não ser pelo
conhecimento e permissão de Deus. E que cada um desses males, nós
podemos dizer que o Senhor o tem feito, quer por seu próprio poder
imediato, quer pela força de sua própria mão, ordenando, ou antes,
permitindo que ele seja feito, por aqueles seus servos que fazem sua
vontade. Porque o Senhor é Rei, sim, o grande Rei da terra, as pessoas
nunca devem ser tão impacientes. O que quer, portanto, que seja feito
em toda a terra, (exceto o pecado), ele mesmo o faz. O Senhor Deus
Onipotente ainda reina; e todas as coisas estão tão sujeitas a ele; e
sua vontade deverá ser feita, quer concordemos com ela ou não, como é
feita no céu, assim também sobre a terra. Não apenas seus anjos abençoados,
mas todas as coisas, servem a ele em todos os lugares de seu domínio;
aqueles espíritos diabólicos que governam as trevas deste mundo, e
aqueles homens que são como eles, ele governa por repressão; as partes
inconscientes e brutas da criação, pela natureza; e aqueles que são
como Deus, por escolha. Mas, como quer que seja, com ou sem a escolha própria
deles, eles todos agem em obediência à sua vontade; e especificamente
assim, quando, em julgamento, ele lembra da misericórdia, e permite um
mal menor, para que ele possa impedir um maior. Então, pelo menos, nós
devemos reconhecer a mão de Deus, em quaisquer instrumentos de que ele
faça uso, ou pelos erros, descuido, ou malícia dos homens. Se um anjo
destruidor marcha contra a cidade ou país, é Deus que o autoriza a
destruir. Se os homens maus afligem algum ou mais de seus compatriotas,
o descrente é a espada dele. Se o fogo, granizo, vento ou tempestade,
estiverem livres sobre a terra, ainda assim, eles apenas cumprirão sua
palavra. Tão certo é que não existe mal em lugar algum que o Senhor,
neste sentido, não tenha causado. II
Em Segundo Lugar, eu
vou provar que todo mal incomum é a trombeta de Deus soprando naquele
lugar, para onde ele vem, para que as pessoas estejam alertas.
Cada aflição pessoal é, sem dúvida, a voz de Deus, por meio
da qual, ele chama aquela pessoa para procurar socorro nele. Mas, se
alguma aflição extraordinária acontece, especialmente quando muitas
pessoas estão envolvidas nela, nós não podemos apenas dizer que nesta
Deus fala conosco, mas que o Deus da glória faz trovejar. Esta voz do
Senhor está no poder! Esta voz do Senhor é cheia de majestade! Isto
demanda a mais profunda atenção de todos aos quais ela vem. Esta clama
em alta voz, para a mais séria consideração, não apenas daqueles a
quem ela é especialmente enviada, mas de todos aqueles estão ao redor
deles. Esta, assim como a voz do céu, ordena que todas as pessoas devam
estar temerosas, devam tremer à presença de Deus! Que todos devem
sentir e mostrar aquele temor religioso, aquela reverência sagrada da
majestade de Deus, que é tanto o começo, e perfeição da sabedoria;
aquele temor que faz com que eles se apressem a fazer o que quer que o
Senhor seu Deus ordene a eles, e cuidam de não se desviarem dele, para
a direita ou para a esquerda.
É desnecessário usar de muitas palavras para provar isto;
depois do que já foi provado. Porque, se não existe mal, em algum
lugar que o Senhor não tenha feito, e se ele não está disposto a
enviar o mal para algum lugar, mas apenas advertir que eles evitem males
maiores; então, é claro que, onde quer que o mal exista, é a trombeta
de Deus soprando naquele lugar, para que as pessoas possam estar tão
temerosas, de maneira a não continuarem em alguma coisa que o
desagrade. Está claro que, em todo tal mal misericordioso, Deus fala
para este feito: "Ó, que
exista tal coração nestas pessoas, para que elas possam temer a mim, e
manter meus mandamentos sempre; para que isto seja bem com elas, e seus
filhos depois delas!". III Em Terceiro Lugar, eu vou considerar, mais largamente, quais sinais temos manifestado deste sábio e gratificante temor. 1.
Vamos considerar como Deus tem soprado sua trombeta neste lugar; e se nós
estamos devidamente temerosos. Vamos
considerar, primeiro, como Deus
tem soprado sua trombeta em nosso meio. E para que isto não seja
esquecido, é de se esperar que não apenas aqueles pais pudessem dizer
aos seus filhos, a fim de que sua posteridade pudesse saber disto, e os
filhos que ainda não nasceram; mas também que fosse escrito em nosso
registro público, como um memorial permanente para todas as gerações;
que na mesma semana, e no mesmo dia, quando aquela diversão, que tinha
tido uma parcela considerável, em virar o mundo cristão de cabeça para
baixo, seria trazida para cá também, tal fogo irrompeu, como nem mesmo nós,
ou nossos antepassados, tínhamos visto neste lugar; um incêndio que logo
se espalhou não sobre uma moradia apenas, mas sobre diversas; e que, então,
prosseguiu na fúria de sua força, de maneira que logo prevaleceu sobre a
fraca resistência criada contra ele, e deixou de pé apenas a maioria
daqueles edifícios sobre os quais ele prevaleceu, que serviriam para
avivar nossa lembrança dele.
Que se diga, que aqueles que vieram preparados para outro panorama,
foram entretidos com aquelas chamas devoradoras! Uma cena que continuou
durante todo o tempo da pretendida diversão, e que seria obviamente vista
junto com os pilares flamejantes de fumaça que aumentava seu horror, do
mesmo lugar que tinha sido erigido para o cenário desta diversão. Este é
o mero fato. E mesmo deste, que ninguém, em quem está o espírito de um
homem, julgue, que a trombeta de Deus não soou suficientemente em nosso
meio! E esta trombeta dá um tom incerto? Como você gostaria que Deus
falasse mais claramente? Você desejaria que o Senhor pudesse também soar
dos céus, e mandar granizos, e fogo? Não. Antes, que digamos: "É
suficiente! Não nos fale mais, Senhor; porque teus servos ouvem! Aqueles
a quem tu tens mais severamente falado, estão temerosos, e buscam a ti,
de todo o coração. Eles resolvem não prolongar mais o tempo, mas, mesmo
agora, pela tua graciosa assistência, querem verificar se existe alguma
maldade neles, e voltar seus pés no caminho eterno; renunciar a tudo que
é mal à tua vista; sim, ao pecado que mais facilmente os assolam; e usar
segura mais certa". Aqueles a quem tu tens falado, por meio do infortúnio
de seu próximo, estão igualmente temerosos de teus sinais, e reconhecem
que eles foram tua mera bondade, para que eles, também, e seus bens, não
fossem consumidos. Eles igualmente se propuseram a fazer uso verdadeiro de
tua misericordiosa advertência, e trabalhar mais e mais, dia, após dia,
para purgarem-se de todo o pecado, de toda afeição mundana, para que
possam ser dignos de estarem na presença daquele Deus, que é, ele mesmo,
um fogo consumidor!". 2.
Mas nós estamos, de fato, devidamente temerosos? Isto deve ser
considerado agora. E porque não podemos ver os corações dos outros,
vamos formar nosso julgamento de suas ações, o que melhor será feito,
através de uma clara relação, da qual todo aquele que ouve, pode
facilmente dizer se é verdadeiro ou falso. No dia seguinte àquele em que a voz de Deus tão terrivelmente nos ordenou a trocar nossa alegria por tristeza, a diversão que havia cessado foi como que avidamente renovada. Multidões se aglomeraram daquela mesma cidade onde a destruição tinha sido forjada um dia antes, e se apressaram, através do local de desolação, para o local de entretenimento! Aqui você poderia ver o chão, com amontoados de ruínas, misturadas com o fogo ainda inextinguível; um pouco mais distante, tão densamente coberto com cavalos e homens, se apressando para ver um outro panorama novo. Deste lado, estavam os pranteadores, lamentando a perda de seus bens, e as provisões de suas famílias; de outros, os epicuristas deleitando-se com o esporte que eles ganharam. Certamente, tal mistura de alegria e tristeza, de festas e murmúrio, de riso e choro, não tem sido vista, desde o dia em que nossos antepassados vieram, pela primeira vez, para esta terra, até o dia de ontem.
Tal é o medo que temos mostrado da ira de Deus! É desta forma que
estamos temerosos de que ele toque sua trombeta em nosso meio! Esses são
os sinais que temos dado de nossa resolução de evitar o que quer que
desagrade a sua vista! Desta forma, temos provado como determinamos evitar
aquela diversão em especial, que nos tem dado tão terrível razão para
acreditarmos, que esteja longe de agradar a Ele! Não que esta seja a única
razão que temos para acreditar. Além deste último argumento melancólico
contra ela, temos tantos outros, que algum cristão acharia uma tarefa difícil
responder. Mas eu tenho apenas tempo para mencionar superficialmente
algumas poucas conseqüências que nunca estiveram separadas dela. Antes que eu as mencione, não é necessário que eu diga, se a diversão é pecaminosa, em si mesma, simplesmente considerada, ou não. Se alguém puder encontrar uma corrida que tenha nenhuma dessas conseqüências, que ele vá até ela, em nome de Deus. Mas, até que ele encontre alguma que não dê oportunidade a essas ou a vilanias parecidas, que aquele que é chamado pelo nome de Cristo tenha a prudência de não encorajá-los de forma alguma. Uma coisa mais eu gostaria de observar, que está tão longe de não ser generoso, é o advertir as pessoas bem intencionadas da tendência dessas diversões, que quanto mais claramente e fortemente alguém as representa a eles, mais generoso para com eles, ele é. Isto fica claro, através de uma comparação muito fácil. Você vê o vinho, quando ele borbulha na taça, e está pronto para bebê-lo. Eu digo a você, que existe veneno nele! E, portanto, peço-lhe que o jogue fora. Você responde: "O vinho é inofensivo em si mesmo”. Eu respondo que, talvez ele seja assim; mas ainda, se for misturado com o que não é inofensivo, ninguém em sã consciência, se ele o conhece, pelo menos, exceto se ele puder separar o bem do mal, irá alguma vez pensar em bebê-lo. Se você acrescentar: "Não é veneno para mim, embora seja para outros"; então eu digo: Joga fora, por causa de teu irmão, a fim de que tu não o encorajes a bebê-lo também. Por que tua força faria com que eu irmão fraco, por quem Cristo morreu, pereça? Agora, que qualquer pessoa julgue o que é uma pessoa não generosa: Aquele que advoga contra o vinho ou diversão, por causa de seu irmão; ou aquele que advoga contra a vida de seu irmão, por causa do vinho ou das diversões. Toda a
dúvida poderia existir é: "Há
algum veneno nesta diversão que se supõe ser inofensiva em si
mesma?". Para esclarecer isto, vamos, Em Primeiro Lugar, observar
as mentiras notórias que estão sempre ligadas a ela; dos vários tipos
de embustes e fraudes; os horríveis praguejamentos e maldição que
constantemente a acompanham, em que o nome de nosso Senhor Deus, abençoado
para sempre, é blasfemado. Quando, ou onde, esta diversão foi alguma vez
conhecida, sem essas conseqüências terríveis? Quem esteve, pelo menos
um dia, presente em um desses entretenimentos, sem, ele mesmo, ser
testemunha de algumas delas? E, certamente essas somente, não tivéssemos
outras conseqüências maléficas, com que responsabilizarmos essa diversão,
seriam suficientes, até que uma maneira fosse encontrada para purgá-la
delas, fazer com que tanto Deus e todos os homens sábios a abominem.
Mas, além dessas, nós a culpamos, em Segundo Lugar, com o
permitir os meios mais favoráveis de exercitar e de aumentar a cobiça.
Isto é feito, pela oportunidade que se dá a todos que se agradam de
apostarem, uns com os outros, o que comumente traz tal desejo forte de
possuir o que é do outro, que dificilmente cessará, quando aquela questão
é decidida; mas grandemente será como deixar tal sede na mente, que nem
todos os ganhos do mundo satisfarão. E que reparo pode fazer o esporte frívolo
de milhares de pessoas, para uma alma assim corrompida e arruinada?
Portanto, sob esta consideração também, até que uma maneira seja
conhecida de proteger todos que a freqüenta deste perigo, este esporte,
em si mesmo, pode ser uma abominação Àquele que valoriza uma alma mais
que o mundo todo.
Nós não podemos também temer, que ela seja uma abominação ao
Senhor, por causa de um Terceiro efeito dela? Porque ela é tão apta a
inflamar aquelas paixões que ele tão seriamente nos ordena extinguir?
Porque muitas pessoas são tão exaltadas em tais ocasiões, como elas
nunca seriam em qualquer outra? Supondo-se que seja possível que um homem
pudesse irar-se, e não pecar; ainda assim, dificilmente em tais situações,
ou em tal grau, como aqueles que ficam irados comumente nestas
oportunidades. Isto resulta, também, com que se separe de tal diversão,
quem não gostaria de desagradar a Deus. Até
que isto seja feito, que ninguém diga: "Que
dano existe em corrida de cavalo?". Mas, se alguém ainda puder
fazer esta pergunta, nós podemos responder, ainda mais especificamente.
Você é um jovem que deseja ir a uma dela? Então, você vai igualmente
para ver, quanto para ser visto; para admirar outras aparências belas, ou
você mesmo ser admirado. O dano, é que isto alimenta aquela amizade que
é inimiga de Deus. Isto fortalece aquelas afeições que já são muito
fortes, -- o desejo do olho, e o orgulho da vida. Todas as diversões
deste tipo são os mais nobres instrumentos que o diabo tem para preencher
a mente com paixões mundanas, sensuais, diabólicas; fazer de você um
espírito fraco e insignificante; em uma palavra, amante do prazer, mais
do que amante de Deus. Vocês que desejam seguir para isto, por terem mais
idade, estariam, portanto, menos sujeitos a tais tentações? Prestem atenção,
para que seus corações não os enganem. Mas seja isto, como vocês supõem,
já não estará causando dano suficiente, se impedir algum de vocês de
participar do sacramento abençoado? Se impedir tanto o exame sério,
quanto a devoção pessoal que vocês sabiamente usam antes de virem para
ela, fazendo com que vocês negligenciem o virem para a mesa santa; e
assim, não apenas desobedecendo a um comando claro de Deus, mas
igualmente perdendo todas essas vantagens inestimáveis, do que existe a
ser alcançado para aqueles que o obedecem? Você é um homem rico que
deseja ir? Então, você, provavelmente, abriu mão de alguma coisa para
isto. Ou seja, você atirou fora aquela semente que teria produzido fruto
para a eternidade! Você atirou fora uma parte daquele talento, que,
tivesse você aperfeiçoado corretamente, você teria sido um beneficiário
eterno por causa dele. Você perdeu totalmente o que o próprio Deus,
tivesse você servido a ele, teria ricamente retribuido a você. Porque
você deu para aqueles que nunca precisaram, nem, talvez, agradeçam a você
por isto; o que, se você tivesse entregado aos seus irmãos desamparados,
o seu abençoado Redentor teria considerado como tendo sido feito a ele
mesmo, e teria tratado você da mesma forma no grande dia. Você é um
homem pobre, que tem ido e dado alguma coisa para esta diversão? Então,
isto tem causado o maior dano de todos. Tem feito com que você jogue
fora, por um esporte público inútil, o que sua mulher e família
precisam em casa. Se for assim, você tem negado a fé, e é muito pior do
que um infiel. Mas suponha que isto não lhe custe dinheiro, não seria um
dano suficiente, se ele lhe custasse algum tempo seu? O que você tem a
ver com correr em busca de diversões levianas, quando deveria estar
empregado em trabalho honesto? Certamente, se o rico pensa que Deus deu a
eles mais do que eles necessitam (embora fosse aconselhável que eles não
pensassem um só dia ao contrário), ainda assim, você não tem a tentação
de pensar dessa forma. É suficiente para seu dia o trabalho dele.
Eu tenho algumas poucas palavras mais a acrescentar, -- e essas eu
falo, então, não àqueles que não estão dispostos a ouvir, cujas afeições
estão colocadas neste mundo, e, portanto, seus olhos estão cegos por
ele; mas eu falo àqueles, em quem existe um coração compreensivo, e um
espírito que discerne; -- que, se eles anteriormente erraram, estão
agora resolvidos, pela graça de Deus, a não mais retornarem ao erro de
seus caminhos; mas, para o tempo vindouro, não apenas evitar, mas também,
sinceramente se oporem ao que quer que seja contrário à vontade de Deus.
A esses eu digo: Vocês são jovens? Tanto mais, desprezem todos os
empreendimentos que sejam inúteis, mas muito mais, se eles forem
pecaminosos: Porque vocês são aqueles cuja sabedoria e glória, são
para lembrar seu Criador nos dias de sua juventude. Vocês já são
idosos? Tanto mais, apliquem todo o tempo que puderem gastar, do trabalho
necessário desta vida, em se prepararem e aqueles ao seu redor, para a
entrada deles em uma vida melhor. Vocês são ricos? Então, vocês têm
uma razão especial, para trabalharem para que vocês possam ser ricos em
boas obras: Porque vocês são aqueles a quem muito foi dado, não para
jogarem fora, mas para usarem bem e sabiamente; e de vocês muito deverá
ser requerido. Vocês são pobres? Então, vocês têm uma razão especial
para trabalharem, com suas mãos, para que possam providenciar para sua própria
família. Nem quando vocês tiverem feito isto, vocês terão feito tudo;
porque, então, vocês têm que trabalhar para que possam dar àquele que
necessita, -- e não àquele que necessita de diversões, mas àquele que
precisa do necessário da natureza, -- que precisa de roupas para
cobrir-se, alimento para viver, ou uma casa, onde deitar sua cabeça.
O que resta, senão trabalharmos, um e todos, jovem e idoso; rico e
pobre, para limparmos o escândalo passado de nossa cidade e povo? (1) Opondo-nos terminantemente, daqui por diante, através de
palavra ou ação, em meio aos nossos amigos, e em meio a todos que
conhecemos, a esta diversão, infeliz, que causa tais terríveis conseqüências
danosas; fazendo tudo que possivelmente pudermos, para impedirmos que ela
venha mais para nosso meio. (2) Mostrando
toda misericórdia que pudemos, para com nosso próximo aflito, com o que
Deus tem nos prosperado; e, através deste alívio oportuno deles,
estabelecermos, para nós mesmos, um bom alicerce contra o dia da
necessidade. (3) Através de nosso constante atendimento ao serviço público e
sacramento abençoado de Deus, e nossa vigilância, caridade, e vida
devota. Assim, dando a mais nobre prova diante de homens e anjos, de que,
embora estivéssemos preocupados, seguimos erroneamente, ainda assim,
considerando mais profundamente, como Deus tem tocado sua trombeta em
nosso meio, nos mantivemos temerosos. Nós, então, diremos com um coração
desperto: Observe, o Senhor nosso Deus tem nos mostrado sua gloria e sua
grandeza, e nós temos ouvido sua voz, do meio do fogo. Agora, portanto,
enquanto é tempo, coloquemos fora, para longe de nós, toda coisa
maldita: "Porque se não mais
ouvirmos esta voz do Senhor nosso Deus, então, morreremos".
[Editado por David A. Higle, Theological Editor, The Wesleyan Church, for the Wesley Center for Applied Theology of Northwest Nazarene College (Nampa, ID).] _____________ Tradução: Izilda Bella
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